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CONHEÇA A KENYA

IDADE
44 anos

ESPÉCIE
africana, fêmea

APELIDOS
Keke, Kenynha

PERSONALIDADE
Pode ser bem reservada e defensiva, mas também é muito afetuosa e inteligente

CONDIÇÕES DO CORPO
Um pouco acima do peso

CURIOSIDADE
Kenya uma vez perseguiu um repórter que estava ao lado dela fazendo uma reportagem

HISTÓRICO
Não sabemos muito sobre Kenya, antes de chegar ao Ecoparque de Mendoza. Ficou lá por 40 anos

SAÚDE
Problema com a presa que cresceu inadequadamente e com as patas.

HISTÓRICO

Sabemos pouco sobre o passado de Kenya antes de sua chegada ao ecoparque — apenas que ela veio de um zoológico alemão para a Argentina quando tinha cerca de 4 anos de idade. Ela passou as quatro décadas seguintes sozinha em um recinto de chão árido, tendo como única companhia uma pintura de elefante em uma das paredes de cimento. Embora Kenya não pudesse ver os outros elefantes do ecoparque — Tamy, Pocha e Guillermina —, eles podiam se comunicar se assim quisessem.

Quando a conhecemos anos atrás, percebemos que ela tinha uma personalidade marcante, mas desejava profundamente ser ouvida por quem realmente era. Jogava pedras quando queria mais comida, e seus tratadores, um pouco intimidados, acabavam cedendo. Kenya podia ser expressiva, mas também exibia um brilho nos olhos e suas orelhas imponentes com orgulho. Ela tinha um jeito doce de tocar o próprio rosto com a tromba, talvez para expressar alegria — um comportamento que continua apresentando no santuário.

Existem algumas questões médicas que estamos observando de perto. Kenya está um pouco acima do peso, mas com uma dieta natural e a retirada gradual dos alimentos concentrados que recebia no ecoparque, deve alcançar um peso saudável. Ela também tem um único marfim, que cresce de forma incorreta e possivelmente perfurou sua tromba após uma quebra irregular; por enquanto, ele não apresenta infecção, então não há necessidade de intervenção médica — mexer poderia causar mais danos que benefícios.


Suas patas precisarão de bastante atenção, pois as almofadas estão muito crescidas. Agora que o período de chuvas está começando, em breve as patas dos elefantes vão amolecer, o que permitirá que iniciemos o processo de cuidado e aparo. Ainda assim, será um tratamento longo e contínuo, provavelmente por toda a vida de Kenya no santuário. Ela também apresenta uma camada espessa de pele morta cobrindo o corpo. Com banhos de lama, coçadas nas árvores, medicamentos tópicos e alguns banhos de mangueira, começaremos o processo de remoção — algo que deve levar meses para se completar.

Descobrindo o SEB

Kenya foi a segunda elefante africana a se juntar ao Santuário de Elefantes Brasil, em julho de 2025, poucos meses após a chegada de Pupy. Quando seu transporte cruzou a fronteira da Argentina com o Brasil, marcou-se oficialmente o momento em que o país se despediu de seu último elefante em cativeiro. Durante anos, Kenya só podia ouvir as elefantes asiáticas do Ecoparque Mendoza e, agora, no santuário, ela finalmente teria a oportunidade de compartilhar espaço com outra elefante pela primeira vez em 40 anos.

Até agora, Kenya tem demonstrado um entusiasmo pelo novo lar que só poderíamos desejar. Ela saiu rapidamente do galpão e começou a explorar os recintos que agora estavam abertos para ela, descobrindo a diversão de derrubar árvores pelo caminho. O banho de lama tornou-se um dos seus lugares favoritos desde cedo, e é possível ouvi-la ronronando de contentamento ao longo do dia.

Kenya também tem mostrado interesse em construir uma relação com Pupy, que ainda parece um pouco incerta. Ela vem ajustando sua energia intensa durante as interações, tentando se aproximar de forma mais calma e respeitosa. Às vezes, após um encontro com Pupy — seja através de uma cerca ou de um portão no galpão —, Kenya se afasta e libera o excesso de energia nos arbustos ou em um monte de terra.

Ela está fazendo um esforço genuíno, e é uma alegria testemunhar a forma como abraça cada nova experiência com curiosidade e entusiasmo.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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elefantesbrasil

Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um t Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um trecho da Bambi bebendo água no celeiro. Conforme o vídeo avança, é possível ver Guillermina, à esquerda, e Maia, à direita, que estavam terminando o café da manhã e de olho em Bambi. Embora houvesse um bebedouro de metal a poucos passos dali, Bambi pareceu preferir beber de um jeito especial, direto da mangueira — e seus tratadores ficaram felizes em atender ao pedido.

P.S.: Para quem ficou curioso, a tromba de um elefante pode comportar cerca de 5 litros de água por vez, então Bambi consegue beber bastante antes que seu nariz fique cheio!
Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é uma parte importante da rotina da nossa equipe! Cada elefanta no Santuário tem uma dieta especial, adaptada às suas necessidades e preferências. Todos os dias, frutas, legumes e verduras são cortados, petiscos são preparados, e medicamentos e suplementos são misturados em bolinhas de ração ou colocados dentro de maçãs.

Depois de décadas de alimentação inadequada e tratamento médico insuficiente, esse nível de cuidado especializado garante que os elefantes do Santuário recebam todo o apoio necessário em suas jornadas de cura.
A Dra. Luciana visitou o Santuário novamente há al A Dra. Luciana visitou o Santuário novamente há alguns dias — ela vem examinar os residentes do Santuário a cada duas semanas — e ela e o Dr. Mateus avaliaram todas as elefantas juntos. Todas passaram por uma avaliação completa, incluindo Mara. Depois do check-up e do tratamento, Mara foi para fora, até a poça de lama ali perto.

Começou a chover forte, e Mara logo percebeu que a terra estava virando lama rapidamente. No início, a lama estava macia e com alguns torrões, em vez de mais líquida, o que seria melhor para borrifar. Então, em vez disso, ela pegava pequenas porções com a tromba e as jogava em si mesma, com toda a naturalidade. Conforme a chuva continuou, a lama começou a espirrar mais, e ela conseguiu se cobrir por completo — ficando ainda mais suja do que aparece neste vídeo!
Às vezes, durante a estação chuvosa, os lagos lite Às vezes, durante a estação chuvosa, os lagos literalmente transbordam com toda a chuva que cai no Santuário. Nós os escavamos especialmente para os elefantes, para garantir que eles descansem sobre uma superfície natural, em vez de concreto — além disso, eles têm sistema de abastecimento, então há água ali durante o ano todo. Ainda assim, os lagos nunca ficam tão cheios quanto logo depois de uma chuva. Nessa tarde em particular, Bambi, Guillermina e Maia foram até o lago depois de uma tempestade para alguns mergulhos pós-café da manhã.

Maia e Guille entraram imediatamente, submergindo por completo. Dá para perceber, pela cor delas, que a pele está escura por estar molhada. O rosado da parte de cima da tromba de Maia fica especialmente evidente quando ela está brilhante e reluzente. Bambi preferiu não nadar e ficou em pé na margem. Como ela ainda está marrom de terra, dá para ver que nem chegou a entrar na água. Depois de boiarem um pouco, Maia e Guille saíram do lago, e Guille encontrou uma pilha de feno ali perto, que ela comeu e também jogou nas costas — para surpresa de ninguém. Lá se foi a tentativa de continuar limpa!
No Santuário, a jornada de um tratador de elefante No Santuário, a jornada de um tratador de elefantes começa com Bambi. Não por acaso: ela é a mais doce, receptiva e tranquila, quem nos acolhe nesse mundo.

Bambi tem problemas de visão e precisa de colírios duas vezes ao dia. Nós a alimentamos e medicamos junto à cerca. No início — confesso — é intimidador. O tamanho. A força. Estar diante de um animal colossal. Ainda assim, ela dissipa esse medo com sua graça. Gentil, paciente e cuidadosa, Bambi ensina que força e delicadeza podem habitar o mesmo corpo. Pelo menos até Guille aparecer.

Quando Guille, a mais jovem do grupo, chega — cheia de audácia juvenil — para tentar roubar comida, a gentileza de Bambi muda de tom. Ela sabe estabelecer limites e, literalmente, dá um puxão de orelha em Guille. É impossível não ver ali uma avó criando sua neta.

Com Maia, a relação é diferente. Entre elas existe uma grande amizade. Ao planejarmos alimentações, tratamentos ou trocas de recintos, mantemos as duas ao alcance uma da outra. Quando se sente separada, Bambi vocaliza, chamando por Maia. Depois de ter sido rejeitada por Mara, a presença de Maia se tornou uma espécie de santuário. Quando percebe Mara por perto, Bambi fica apreensiva, como se antigas feridas se reabrissem. Mas, ao lado de Maia e Guille, algo muda: as duas se tornam seu porto seguro.

Essa insegurança desaparece ao explorar. Hoje, Maia e Bambi são as únicas ousadas o suficiente para atravessar o riacho no Recinto 5, embora Rana já tenha feito isso muitas vezes. Nem Guille, com toda sua energia, acompanha as mais velhas.

Maia também acalma Bambi quando ela parece retraída. Às vezes, Bambi fixa o olhar em um ponto invisível e fica ali, imersa em seu mundo. Talvez memórias. Talvez medos. Talvez traumas de uma vida em cativeiro. De fora, sabemos nosso limite, mas Maia se comunica com Bambi de maneiras que nós nunca conseguiremos.

Cuidar de elefantes também nos faz confrontar nossas próprias cicatrizes. Nesse caminho, descobri o medo da rejeição: “E se o animal não aceitar meu cuidado?” Por um tempo, isso me assombrou. Até que entendi: esse pensamento fazia tudo girar em torno de mim, e não da minha missão — escutar a voz silenciada por uma vida inteira.
Para te fazer sorrir nesse domingo, temos uma foto Para te fazer sorrir nesse domingo, temos uma foto encantadora da querida Miss Rana.

Em uma tarde, durante uma checagem com as meninas, os tratadores perceberam que as cinco elefantas haviam jogado feno sobre a cabeça. Talvez estivessem buscando um pouco de proteção contra o sol naquele momento, mas também é possível que houvesse um clima mais brincalhão por todo o santuário naquele dia.

Nunca vamos saber ao certo, mas adoramos ver todas se “decorando” ao mesmo tempo. :D
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