[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
      • BABY
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

F.A.Q. - Perguntas Frequentes

O conceito de santuário para elefantes está longe de ser algo trivial, provoca muitos questionamentos e, algumas vezes, dúvidas. Algumas perguntas são relativamente simples, enquanto outras, como, por exemplo, “Como é o processo de recuperação dos elefantes?”, são muito mais complexas. Todas são importantes, por isso dedicamos esta página para responder a essas perguntas e tornar o projeto o mais transparente possível. Para facilitar, dividimos as perguntas em 6 categorias:

SOBRE O SANTUÁRIO

SOBRE ELEFANTES

PORQUE O BRASIL

SOBRE IMPACTOS

SOBRE AS DOAÇÕES

PRODUTOS DO SEB

Perguntas Sobre o Santuário

O santuário é aberto para o público?

Uma resposta simples: Não. A visitação foi bastante discutida entre nós. Há muita recuperação emocional que precisa acontecer no santuário. Nós teremos elefantes com grandes inseguranças e problemas de confiança. O fato de ter pessoas que os elefantes não conhecem perto deles pode ser um problema para alguns deles. Alguns elefantes não seriam afetados, mas com elefantes em santuários, frequentemente nos planejamos para o pior, e esperamos o melhor. Em outras palavras, temos que nos planejar para um elefante que precisará de muita ajuda e terá a recuperação mais difícil. Esse é o seu lar, e eles realmente precisam sentir que, pela primeira vez nas suas vidas, eles são o centro de tudo. Eles não estão mais em exposição, nem precisam se apresentar para um público.

Espécies diferentes ocuparão o mesmo espaço?

Nossa instalação foi projetada para manter dois grupos primários de elefantes asiáticos e africanos separados. Apesar de que eles ocasionalmente vivem pacificamente quando em cativeiro, há enormes diferenças sociais, comportamentais e de comunicação entre essas espécies. Para sua recuperação e conforto, e para permitir que vivam o mais próximo possível da dinâmica natural de uma manada, os dois grupos serão administrados separadamente.

Há espaços separados, casos os elefantes não se relacionem bem durante o reajuste?

O santuário foi projetado e construído levando em consideração o pior cenário. Elementos que são projetados podem raramente ou possivelmente nunca ser usados, mas sua disponibilidade é necessária. Cada habitat, para as espécies e sexos diferentes, tem recintos subdivididos, permitindo uma flexibilidade por instalação e administração de habitat e separação de grupos de elefantes se seu comportamento o exigir.

Como os elefantes são contidos na propriedade?

Toda a área é cercada com um sistema de cercas duplas. Áreas cercadas por canos de aço foram projetadas para manter os elefantes contidos em segurança e uma cerca de segurança em volta de todo o perímetro impedirá que pessoas invadam o espaço dos elefantes. Para permitir a migração natural de animais silvestres, áreas estratégicas foram escolhidas para instalar um sistema modificado de cercas, permitindo a passagem sem comprometer a segurança dos elefantes.

Existe um hospital veterinário para os elefantes?

Cada habitat tem centros médicos abertos. Esses permitem tratamento médico crítico e paredes de treinamento com contato protegido. Lá os elefantes podem ser condicionados através de reforço positivo de uma maneira que protege os cuidadores ao mesmo tempo em que permite o melhor cuidado possível.

É possível fazer estágio ou trabalho voluntário no santuário?

Nosso programa de voluntariado e estágio, que não possibilitará contato próximo com os elefantes, deve ter início somente daqui alguns anos. Ainda não temos a estrutura necessária para isso. Quem já ajuda hoje, trabalha à distância, principalmente na área jurídica ou na área de comunicação em projetos específicos. Divulgaremos tudo pelas nossas redes sociais quando chegar a hora de iniciarmos o programa in loco no SEB.

Vocês podem falar mais sobre o hospital veterinário?

Nós construímos um centro médico em honra de Pelusa, o elefante, que conta com:
– suprimentos médicos gerais e suplementação
– ferramentas para os tratamentos especializados para problemas de patas
– equipamento de imagem térmica
– equipamento de laser a frio
– itens necessários para cuidados críticos, como soro e um aquecedor de fluídos
– duas máquinas de exames laboratoriais de sangue (CBC & Química) que permitirão um monitoramento anual, monitoramento maior para elefantes com problemas renais ou com comprometimento renal, infecções ativas, elefantes geriátricos e exames para situações de cuidados críticos

Que tipos de preparação, planejamento e estudos foram feitos para a construção do SEB?

Apesar desse projeto ser novo para muitas pessoas, ele já passou por muitos anos de planejamento e preparação. Como mencionado acima, um dos membros chave da nossa equipe ajudou no projeto pioneiro desse modelo bem sucedido de cuidado de elefantes em 1995. Com 3 modelos de santuários, cada um com mais de 20 anos de sucesso estrondoso, temos uma base forte para o projeto, desenvolvimento e operação em longo prazo para nossa instalação. Scott Blais, o CEO do Global Sanctuary for Elephants, tem mais de 25 anos de experiência e trabalhou com mais de 50 elefantes em cativeiro. Essa experiência direta de trabalhar com elefantes em cativeiro, combinada com seu conhecimento em desenvolvimento de Santuários, cria uma gama de conhecimento e experiência que está sendo aplicada no Santuário de Elefantes Brasil. Também somos gratos e afortunados em contar também com a Dra. Joyce Poole, co-fundadora da ElephantVoices. Joyce morou com elefantes na África e os estudou por mais de 40 anos. Seu amplo conhecimento do comportamento do elefante selvagem é inestimável para nossas operações. Ele vai garantir que a vida inata e natural dos elefantes seja respeitada e honrada, ao mesmo tempo em que leva em consideração os comprometimentos causados pelo cativeiro.

Quantos animais o Santuário de Elefantes Brasil planeja receber?

Há pouco mais de 44 elefantes na América do Sul. Apesar de sabermos que nem todos eles virão morar no Santuário de Elefantes Brasil, o espaço e o projeto das instalações poderiam acomodar todos esses elefantes. Em relação ao número exato, estamos aqui para ajudar quantos nós pudermos e cuidar de qualquer elefante que precise de refúgio. Os circos logo serão banidos na maior parte do continente, alguns zoológicos estão enfrentando crises financeiras e estão abrigando elefantes que estão envelhecendo rapidamente com complicações de saúde aumentadas. O Santuário de Elefantes Brasil tem o espaço, o conhecimento e a experiência direta para fornecer cuidado crítico de longo prazo para qualquer elefante.

Como o Santuário é financiado?

As organizações envolvidas são todas financiadas através de doações privadas do público, de fundações e corporações. Não recebemos financiamento do Estado ou Federal. Ajude, faça parte dessa manada!

Perguntas Sobre os Elefantes

Quem cuida dos elefantes maltratados e abusados?

Os elefantes são cuidados por funcionários treinados e experientes que moram na propriedade. Para o nosso projeto piloto, os diretores do Global Sanctuary for Elephants, Scott e Kat Blais, se mudaram para o Brasil para supervisionar o desenvolvimento, a operação, o treinamento de funcionários e o cuidado dos elefantes. Esses dois especialistas em cuidados de elefantes trazem anos de conhecimento e experiência com projeto e operação de santuários, cuidado e recuperação de elefantes em cativeiro e cuidado veterinário.

Como vocês ajudam a reabilitação dos elefantes?

Essa é uma pergunta complexa e multifacetada. Primeiro precisamos dizer que os elefantes, como as pessoas, são individuais. Eles reagem a crises, traumas e desafios da vida diferentemente. Alguns manifestam estresse e ansiedade fisicamente, desenvolvendo úlceras ou comprometimento do sistema imunológico, enquanto outros desenvolvem problemas comportamentais, exibindo padrões neuróticos e repetitivos estereotipados de balanço ou até automutilação ou agressão.

Outros se isolam, essencialmente ignorando o estresse de seu confinamento. A recuperação para cada um desses elefantes é diferente. O primeiro passo para todos eles é criar um ambiente que supra suas necessidades inatas e lhes proporcione autonomia e a oportunidade de sentir que eles têm algum controle sobre suas vidas. Quando conseguimos estabelecer essa confiança, precisamos deixa-los saber que os respeitamos e apreciamos pelo que eles são como um indivíduo. Com confiança, eles aprendem que podem se expressar livremente, através de comportamento positivo ou negativo, sem punição.

Durante décadas de cativeiro, todos esses três fatores primários foram suprimidos. Alguns elefantes esquecem como demonstrar alegria ou raiva, principalmente porque aprenderam que sua expressão emocional não importa, nada muda. Ao viver a vida de um elefante de circo, qualquer expressão de comportamento negativo é imediatamente e dolorosamente punida. Nos zoos, os ambientes não oferecem nenhum estímulo, causando uma falta de resposta emocional, porque tudo é sempre o mesmo, durante décadas. Com autonomia, confiança e comunicação, os elefantes começam a expressar o que eles são, permitindo-nos ver o que gostam e o que não gostam, aumentando o nosso relacionamento e nossa habilidade de lhes fornecer cuidado médico para toda a vida. Para cada elefante o processo é diferente. Não há uma fórmula ou abordagem absoluta que funcione para todos. Há, no entanto, um fator crucial para uma recuperação rápida: a presença de outros elefantes – eles oferecem uns aos outros um grau de acolhimento e empatia que nenhum humano jamais poderá substituir.

Se os elefantes não puderem ser recuperados, qual é o procedimento?

Baseado em dezenas de elefantes com quem nosso especialista já trabalhou, alguns que eram considerados como os casos mais agressivos e trágicos nos Estados Unidos, todos os elefantes podem ser recuperados. Para alguns, esse processo ocorre aparentemente de um dia para o outro, enquanto para outros leva anos para que possam confiar nos humanos totalmente, e até confiar em si mesmos. Através desse processo, eles recebem a oferta de um espaço imenso, autonomia e acesso a outros elefantes, já que isso é crítico para a recuperação de cada elefante.

Como os elefantes se adaptam ao santuário, com espaços abertos, outros elefantes e aprender a pastar para prover a maior parte da sua dieta?

Muitos elefantes se adaptam facilmente. Alguns ficam nervosos por alguns dias, mas, sem exceção, todos se moldam a seu novo mundo. Isso não é surpreendente, pois estamos simplesmente oferecendo um espaço para eles poderem viver e agir como um elefante normal. O Santuário devolve-os a uma vida mais natural. Já foi observado que elefantes agressivos se tornam passivos e elefantes solitários se tornam sociais. Numa ocasião, uma elefanta que havia sido identificada pelo zoo onde vivia como antissocial, matadora e autista, não era nada disso. Dentro de 2 anos no Santuário, ela mostrou que era gentil, cooperativa e até se desenvolveu como uma líder, uma mentora para outros membros da manada. Em relação à procura de alimentos, não há nada mais natural do que um elefante comendo capim. Para alguns elefantes, essa é a primeira vez que eles andam sobre a grama, o que às vezes faz com que parem por alguns segundos, mas imediatamente todos começam a pastar. Isso é algo que todos os elefantes sabem como fazer; não é um comportamento aprendido.

Como elefantes novos interagem uns com os outros considerando que a maioria não teve muita experiência social com outros animais?

É da natureza dos elefantes que sejam seres altamente sociais. A maioria, mesmo os que viveram sozinhos por décadas, se adaptam sem problemas a um ambiente social. O Santuário, apesar de complexo devido às complexidades da espécie e ao trauma do cativeiro, é fundamentalmente simples. Ele oferece proteção, espaço e autonomia que permitem aos elefantes serem elefantes. Alguns elefantes podem precisar de um pouco de espaço e tempo antes de se integrar totalmente com os outros; o projeto do Santuário permite isso ao mesmo tempo em que os cuidadores empregam técnicas para ajudar os elefantes a se ajustar totalmente à sua nova vida.

Qual é a dieta para os elefantes? É só o que eles acham sozinhos, ou terão suplementos ou alimento fornecido pelos cuidadores?

A principal fonte de alimento é o capim nativo e cultivado. Alguns elefantes comem galhos de árvores (principalmente os africanos). Todos receberão suplementos diários de frutas, vegetais, grãos, coadjuvantes nutricionais e digestivos, assim como remédios prescritos por nossa equipe de veterinários. O volume exato de suplementação irá variar de acordo com a saúde do indivíduo e com a disponibilidade de capim para pastagem. É vital para a recuperação do elefante e seu retorno para um estado mais natural de vida que ele receba um espaço amplo para pastar, já que estará ao ar livre por até 20 horas todos os dias. Essa pastagem metódica e lenta e a procura de gramas mais palatáveis proporcionam estimulação psicológica, permitindo que seus corpos voltem a funcionar naturalmente, melhorando a saúde gastrointestinal e o desgaste natural de seus molares. O comprometimento da saúde gastrointestinal e a maloclusão de seus molares são dois dos principais fatores que impactam negativamente a saúde de um elefante em cativeiro. Como provado por nossos santuários modelo, proporcionar aos elefantes uma dieta e método natural de ingestão tem um impacto positivo na sua saúde.

Por que manter os elefantes num Santuário? Por que não mandá-los para seu habitat natural para serem reabilitados no seu mundo natural?

Há muitas razões pelas quais devolver os elefantes a seu habitat natural não é viável:
– Devido a décadas de espaço, socialização, estimulação e cuidado insuficientes, a maioria dos elefantes em cativeiro desenvolveram problemas físicos, psicológicos e emocionais crônicos, alguns dos quais necessitam de cuidados médicos constantes.
– A sobrevivência de elefantes no seu habitat natural depende da proteção de conexões familiares fortes, relacionamentos que são formados durante muitos anos e conhecimento antigo que é passado de geração para geração.
– Nós não salvaremos a espécie ao reintroduzir elefantes em cativeiro; precisamos preservar espaços selvagens e proteger populações selvagens se quisermos compartilhar o mundo com elefantes no futuro.

Perguntas Sobre o Brasil

Por que o Brasil?

Atualmente 12 estados no Brasil proibiram o uso de elefantes em apresentações para o público e há uma proibição nacional sendo processada no legislativo. Na América do Sul, 5 países aprovaram proibições semelhantes e mais dois países se juntarão a esses logo. Não só esses elefantes de circo desabrigados precisarão de um lugar para se refugiar, como também vários zoológicos estão procurando ajuda. Com cortes em orçamentos e elefantes doentes e a maioria dos zoos tendo espaço muito limitado disponível, alguns já estão procurando uma solução. Além disso, a agência regulatória ativa precisa de uma alternativa viável e saudável para onde pode enviar os elefantes confiscados de condições terríveis.

De onde virão os elefantes?

Todos os elefantes que são resgatados para o Santuário de Elefantes Brasil virão de cativeiros. São elefantes que passaram suas vidas em zoos e circos na América do Sul, América Latina e possivelmente em outros lugares. Virtualmente todos esses elefantes foram capturados de seus habitats quando filhotes, colocados em containers e despachados para zoos e circos, onde passaram uma vida inteira de negligência inerente. O Santuário permitirá que vivam uma vida o mais normal possível em cativeiro.

Perguntas Sobre Impactos ao Ambiente e à Vida Selvagem

Isso irá criar um problema com a alta densidade populacional de animais silvestres presos pela cerca?

A cerca é projetada com áreas estratégicas para permitir a migração natural de animais silvestres. Alguns mamíferos pequenos irão simplesmente cavar por baixo da cerca de segurança, pássaros irão voar livremente para dentro e para fora, e algumas espécies de primatas usarão as copas das árvores para atravessar a área.

Como os elefantes irão impactar os animais silvestres?

Elefantes são uma espécie pacífica: não são nem predadores nem presas para quaisquer animais que vivem no Brasil. Eles irão coabitar sem problemas. De fato, baseado em nosso santuários modelo, provavelmente haverá um aumento na fauna, pois alguns animais serão atraídos para os grãos e frutas residuais que os elefantes deixam para trás após suas refeições suplementares. Insetos atraídos por seu estrume, assim como sementes não digeridas, também atrairão vários mamíferos pequenos e pássaros. O Santuário também se torna uma zona segura para espécies que são caçadas por humanos.

Elefantes não são nativos do Brasil. Não é perigoso introduzi-los nas florestas? Não há um perigo para o equilíbrio natural da natureza?

É vital lembrar que não estamos introduzindo os elefantes nas florestas do Brasil. O Santuário é totalmente cercado e administrado para manter os elefantes dentro e evitar intrusão de pessoas. Não estaremos reproduzindo os elefantes, portanto a população continuará controlada no Santuário.

Os elefantes destruirão o habitat?

Não, eles não destroem o habitat. Baseado em nossos Santuários modelo, sabemos que os elefantes trarão um impacto positivo, promovendo um aumento da diversidade da flora e da fauna. É importante considerar vários fatores chaves que minimizam ou eliminam essa preocupação:

– Teremos uma densidade de população bem baixa. Quando calculamos a diferença entre gado e elefantes, vemos que gado nessa região é administrada com cerca de 1 animal por hectare. Essa equivalência direta é de cerca de 1 elefante por 6 hectares. Com nossa capacidade máxima teremos aproximadamente 1 elefante por 18-20 hectares.

– A maioria dos elefantes que receberemos serão asiáticos. Eles vivem na floresta por natureza e trazem um impacto bem positivo: espalhando sementes, promovendo novo crescimento e abrindo corredores através da floresta, que são usados pelos animais silvestres nativos. Os elefantes africanos são um pouco mais duros com o meio ambiente, mas também causam um impacto positivo, abrindo as copas das florestas para permitir que a luz do sol promova novo crescimento.

– A propriedade será dividida em várias seções, e várias seções estarão disponíveis para cada grupo: elefantes machos, fêmeas, africanos e asiáticos. Essas seções nos permitirão fechar áreas que precisem de tempo para se recuperar. Isso não é algo que foi exigido pelos nossos santuários modelo, mas a opção existe se for necessária.

Perguntas Sobre Doações

Quais são as formas de doação?

As doações podem ser feitas de forma direta, via transferência ou pix, via PayPal ou PicPay, através de nossa campanha institucional ou se tornando madrinha/padrinho de um de nossos elefantes, com pagamento por boleto ou cartão de crédito. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Como faço uma doação mensal?

Há algumas formas de se tornar um doador mensal. Você pode escolher essa modalidade em nossa campanha institucional, pode se tornar madrinha ou padrinho de um de nossos elefantes, através da campanha de adoção, ou diretamente pelo PayPal, escolhendo fazer contribuições recorrentes, que são debitadas automaticamente todo mês. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Existe um valor mínimo de doação?

Não. Você pode doar o valor que puder e todas as doações são de igual importância. Juntos, fazemos a diferença. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Preciso enviar meu comprovante?

Não é necessário, mas caso prefira, o comprovante pode ser enviado para o email [email protected] ou por whatsapp 11 97185.1112. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Perguntas Sobre os Produtos do SEB

Comprando produtos do SEB, eu também ajudo?

Sim. 100% do lucro das vendas é revertido para o SEB. Então, do total pago em um dos nossos produtos, uma parte vai diretamente para a manutenção do SEB e nossos elefantes. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Quais são as formas de pagamento?

Você pode adquirir nossos produtos e fazer o pagamento via pix, PagSeguro (boleto e cartão de crédito) ou PayPal (cartão de crédito). Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Posso parcelar minha compra?

Sim, com juros. O parcelamento é feito diretamente pelo PagSeguro ou pelo PayPal. Na finalização da compra, você poderá verificar a quantidade de parcelas e taxas aplicadas. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Existe alguma loja física do SEB?

Não. Por enquanto nossos produtos estão disponíveis exclusivamente no site. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

elefantesbrasil

Como mencionamos mais cedo, Baby está ganhando cad Como mencionamos mais cedo, Baby está ganhando cada vez mais confiança, e isso fica evidente à medida que ela se aventura mais profundamente pelo habitat. Nos primeiros dias, parecia buscar nos tratadores a coragem necessária para explorar. Agora, demonstra muito mais interesse e entusiasmo por seu novo lar e já não depende tanto da presença da equipe para se sentir segura. Continuamos sempre por perto, mas o ideal é que Baby passe a encontrar mais estímulos no ambiente natural ao seu redor do que na interação com as pessoas.

Quando as elefantas se aventuram pelas áreas mais distantes do habitat, às vezes fica mais difícil encontrá-las. E nós adoramos esses momentos, porque geralmente significam que elas estão se movimentando bastante, fortalecendo o corpo e explorando o ambiente. Além disso, ter espaço, tempo e liberdade de escolha ajuda Baby a se sentir cada vez mais confortável para descobrir novas áreas, experimentar diferentes capins, arrancar folhas das árvores para um lanche e conhecer melhor seu novo lar. Cada recinto oferece características um pouco diferentes. Se Baby estiver com vontade de comer folhas e galhos, por exemplo, pode seguir para o Recinto 3. Já os Recintos 1 e 2 são perfeitos quando ela prefere um verdadeiro banquete de capins.

Neste vídeo, é possível ver a cabeça de Baby surgindo entre os capins altos. Cercada por palmeiras, ela parece saborear algum petisco especial. Mantivemos distância e permanecemos em silêncio, pois não queríamos fazer nada que pudesse interromper esse momento ou desviar sua atenção daquilo que ela havia escolhido fazer por conta própria naquele dia.
Até hoje, Baby vinha passando a maior parte do tem Até hoje, Baby vinha passando a maior parte do tempo no Recinto 1. Foi a primeira área que ela conheceu e também a maior dos três recintos. (É também o recinto mais próximo do corredor que leva até as outras elefantas.) É ali que ficam o lamaçal e o lago, mas, até agora, ela ainda não demonstrou muito interesse por nenhum dos dois. O que mais tem chamado sua atenção são os capins altos, que sempre fizeram sucesso entre as elefantas que já passaram por esse habitat.

Temos incentivado Baby a explorar cada vez mais seu novo lar e, aos poucos, ela vem dando esses passos corajosos. No início, os tratadores caminham ao longo da cerca, oferecendo petiscos como incentivo sempre que ela decide se aventurar um pouco mais. Mas chega um momento em que precisamos nos afastar e deixar que Baby decida sozinha se está pronta para seguir mais adiante entre as árvores e descobrir tudo o que essa área tem a oferecer. No começo, isso significava apenas rápidas visitas ao Recinto 2, que logo terminavam quando ela voltava para um lugar onde se sentia mais segura.

Quanto mais Baby se adapta — e ela está progredindo rapidamente — mais longe ela se aventura. Hoje, ela nos mostrou que sua confiança está crescendo ao tomar a iniciativa de explorar o Recinto 3, uma área mais distante do galpão do que costuma frequentar. Ali há muitas árvores e diversas trilhas para percorrer, oferecendo espaço para explorar e até beliscar alguns galhos, se ela quiser. Esse é um excelente sinal de que suas inseguranças estão diminuindo e de que Baby está começando a perceber que o santuário é um lugar seguro.
Conforme Baby vai ficando mais confortável, começa Conforme Baby vai ficando mais confortável, começamos a convidá-la a entrar na área de tratamento, onde poderemos realizar exames, coletar sangue e iniciar os cuidados necessários com suas patas. Ela permitiu que fechássemos tanto o portão da frente quanto o de trás, demonstrando muita tranquilidade. Baby é a primeira elefanta a chegar ao santuário com um histórico médico tão completo para consultarmos, embora novos exames continuem sendo realizados nestes primeiros dias e semanas. Graças ao trabalho desenvolvido com ela no parque, Baby também já tem experiência com treinamento baseado em reforço positivo, o que representa uma grande vantagem e significa que provavelmente poderemos iniciar seus exames em breve.

Uma das práticas que trabalharemos com Baby é o toque na tromba. Durante alguns procedimentos, os tratadores seguram delicadamente a tromba da elefanta. Isso não apenas evita que ela se mova para uma posição que possa oferecer riscos, como também fornece informações importantes sobre seu estado emocional e seu conforto físico. Se a tromba demonstrar tensão, por exemplo, isso pode indicar que precisamos ajustar nossa abordagem durante o procedimento. Esse manejo também é necessário para a realização do exame de lavagem de tromba. Mesmo no parque, Baby não gostava que manipulassem sua tromba, por isso vamos ajudá-la, aos poucos, a se sentir confortável com esse novo processo.

Embora tome banho sozinha, Baby aproveita os banhos dados pelos tratadores para encharcar bem as áreas onde sente mais coceira, que costumam ficar um pouco mais sensíveis logo após a aplicação do repelente de insetos, natural e atóxico. Ela ainda tem bastante pele morta nas costas e na barriga. Os banhos ajudam, mas a natureza está desempenhando um papel importante na recuperação da saúde de sua pele. Baby tem tomado muitos banhos de terra e rolado no chão, comportamentos que funcionam como uma esfoliação natural. Ela também esfrega uma pata na outra, o que ajuda a remover o acúmulo de pele na parte interna das pernas e da barriga. Baby está se comunicando muito bem conosco e, quanto mais os tratadores trabalham ao lado dela, mais tranquilo e natural esse processo se torna.
Embora a estação chuvosa já tenha terminado e este Embora a estação chuvosa já tenha terminado e estejamos no início da estação seca, hoje fomos surpreendidos por uma tempestade incomumente fria para esta época do ano. Além de trazer a tão bem-vinda umidade, ela também derrubou a temperatura. Se os tratadores, encharcados, não ficaram exatamente animados, o mesmo não pode ser dito de Baby. Acostumada a passar parte do ano em um clima muito mais frio do que o de Mato Grosso, ela não demonstrou qualquer sinal de estar sentindo frio.

Na hora do almoço, enquanto a equipe seguia para a cozinha, todos acompanharam as elefantas pelas câmeras de monitoramento. Baby descansava tranquilamente no galpão. Na verdade, não há muito o que dizer sobre ela que seu próprio comportamento já não demonstre. Ela está relaxada, brincalhona e parece ter descoberto a alegria em um simples monte de terra. Primeiro, deita por alguns instantes. Depois começa a balançar o corpo para frente e para trás até, finalmente, fazer graça e esfregar o rosto na terra.

Tudo isso mostra que Baby está cada vez mais relaxada e encontrando conforto nas novidades ao seu redor. Embora o galpão permaneça aberto para que ela possa entrar e sair do habitat quando quiser, ele ainda representa um lugar seguro. É natural que ela tenha um ponto de referência ao qual possa voltar quando sentir alguma insegurança — mas, a cada dia, ela parece precisar cada vez menos disso.
Muitos têm perguntado se as meninas já interagira Muitos têm perguntado se as meninas  já interagiram com Baby. É difícil dizer se  estavam tentando se comunicar nesses últimos dias, mas eles vocalizaram todas as noites desde que Baby chegou. Acreditamos que sabem que ela está por perto desde o 1º dia, mas ainda não ouvimos Baby responder.

Há uma estrada e um corredor entre o habitat dos machos asiáticos, onde Baby está, e um dos recintos do habitat das fêmeas asiáticas. Se estiverem no lugar certo, quem estiver no lado do galpão, consegue avistar Baby à distância — e o mesmo vale para ela.

Enquanto os tratadores incentivavam Baby a explorar, ela caminhou até uma das áreas onde esteve ontem, na extremidade do Recinto 1, justamente um dos pontos onde elas poderiam se ver. Do outro lado fica uma área onde as meninas costumam receber suas refeições e, nesta tarde, elas estavam lá para que Bambi recebesse seu colírio. Quando os tratadores se aproximaram, Bambi estava com as orelhas abertas, atenta ao que acontecia do outro lado. Ficou claro que ela havia percebido Baby: olhava fixamente em sua direção, com os olhos bem abertos e as orelhas projetadas para a frente. Ela não parecia incomodada com essa nova presença, mas curiosa. Pouco depois, Bambi ergueu a tromba, como se investigasse melhor a situação. Em seguida, Maia também voltou sua atenção para Baby. Baby caminhou na direção das duas, entrou em uma área onde podia ser vista por elas e começou a tomar banho no bebedouro, espalhando água com bastante barulho.

Alguns instantes depois, Maia apoiou uma das patas na cerca e levantou a tromba da mesma forma que Bambi havia feito. Bambi abriu ainda mais as orelhas, estendeu a tromba na direção de Baby e começou a comer um pouco de feno, sem tirar os olhos dela. Neste momento, existe curiosidade entre elas, mas ainda não a ponto de os dois grupos procurarem ficar o mais próximos possível um do outro. Agora, Maia e Bambi sabem onde encontrar Baby, e caberá às quatro (incluindo Guille) decidir se desejam passar mais tempo próximas umas das outras, separadas apenas pela estrada. As dinâmicas mudam todos os dias, e os relacionamentos entre elefantes são complexos e cheios de nuances.
Baby já deu muitos passos corajosos em seu novo ha Baby já deu muitos passos corajosos em seu novo habitat. O galpão e o habitat permanecem abertos para ela o tempo todo (fechando apenas alguns compartimentos durante a limpeza). Ela tem explorado os recintos ao redor, mas pode voltar para um lugar familiar sempre que isso a fizer se sentir mais confortável. Baby também tem acesso ao lago e ao lamaçal, dois lugares que Lady adorava quando viveu neste habitat. Os recintos oferecem uma grande variedade de capins, palmeiras, árvores e arbustos, então, quanto mais ela explorar, mais sabores diferentes irá descobrir. E, embora haja bastante vegetação fresca para pastar, Baby continua recebendo sua alimentação complementar habitual.

Sua confiança parece crescer a cada dia. Ela é extremamente curiosa e está absorvendo todas as novas paisagens, sons — e até mesmo a ausência dos ruídos altos aos quais estava acostumada. Baby ainda demonstra algumas inseguranças, o que é perfeitamente natural. Ela saiu de um recinto pequeno para um espaço com mais de 6 hectares e agora pode decidir como quer viver cada momento.

O que pode parecer demonstrações de coragem provavelmente é apenas a maneira que Baby encontrou para disfarçar suas inseguranças enquanto se adapta à sua nova realidade. Scott está trabalhando com ela e, ao mesmo tempo, Baby está conhecendo sua nova tratadora principal. Toda a equipe está trabalhando para que ela saiba que estaremos aqui sempre que precisar, mas também queremos que desenvolva confiança em si mesma. É Baby quem está ditando o ritmo enquanto todos nós vamos nos conhecendo.

Muitos perguntaram se as meninas já deram algum sinal de sua presença para Baby. Sim, eles vocalizaram nas duas últimas noites. Baby não respondeu de forma audível, mas temos quase certeza de que sabe que estão por perto. Os elefantes também se comunicam por meio de vibrações, então é bem possível que tenham "conversado" durante toda a noite. Embora os habitats dos machos e das fêmeas não se encontrem, eles ficam próximos, separados apenas por uma estrada de terra e conectados por um corredor. Se resolverem ficar nos lugares certos, existe a possibilidade de conseguirem se ver. Mas deixaremos que essa decisão seja delas.
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
      • BABY
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil