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Se você adora Maia e se identifica com sua longa jornada de volta à amizade, tem uma queda por Rana e seu desejo de fazer o que for melhor para sua manada, está apaixonado(a) pelos olhos brilhantes e inocência de Mara, ama a nossa vovozinha Bambi, não resiste ao charme de Guillermina, se apaixonou pela nossa querida Kenya, você pode mostrar a elas um pouco de amor e apoio extra. Você pode se tornar sua madrinha ou padrinho.

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Com uma contribuição mensal de R$100, você pode se tornar madrinha/padrinho de um de nossos elefantes. Esse valor irá fornecer aos elefantes os cuidados diários que permitem que seus corpos se curem, a base necessária para apoiar sua cura emocional. Seu presente vai fornecer-lhes dietas diárias, guloseimas especiais, suplementação e exames para cuidados médicos.

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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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Santuário de Elefantes Brasil

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Em uma manhã ensolarada, depois do café da manhã, Rana e Mara estavam próximas ao galpão, já que era hora dos cuidados com as patas da Rana. Mara permaneceu no Recinto 1 enquanto Rana recebia o banho de imersão, o casqueamento e os tratamentos tópicos. Como o dia estava bem quente, achamos que Mara poderia gostar de um pouco de água fresca, então ligamos o chuveiro dos elefantes.

O que chamamos de “chuveiro dos elefantes” é, na verdade, um cano fixo próximo à mangueira, aberto e posicionado em um ângulo que cria um jato semelhante a um aspersor, permitindo que os elefantes aproveitem a água à vontade. Funciona como um banho de mangueira, mas com uma pressão muito maior — o que, nesse caso, permite que o elefante se refresque sozinho, sem que a presença humana interfira no momento. E pode ficar tranquilo: como dá para ver no vídeo, o cano fica bem fora do alcance da tromba, então não há risco de virar um brinquedo.

Mara permaneceu sob o jato de água por vários minutos e chegou a abrir a boca, deixando a água cair diretamente sobre a língua. Depois de um tempo, seguiu em direção à Rana — bem mais molhada e refrescada do que alguns minutos antes.
Como você pode ter notado nos vídeos da Rana e d Como você pode ter notado nos vídeos da Rana e da Mara, as elefantas têm buscado um lugar que todas apreciam: o lago. Há um em cada um dos recintos maiores, então, independentemente de como as meninas estejam distribuídas, todas têm a possibilidade de dar um mergulho.

Enquanto trabalhavam perto ao Recinto 4, os tratadores viram a cabeça de uma elefanta emergindo debaixo d’água e logo perceberam que era Guille, que estava relaxando no lago. Quase imediatamente, notaram que a Maia estava escondida logo atrás — e também curtia sua própria festa aquática. Alguns minutos depois, Bambi decidiu se juntar a elas, e as três aproveitaram para se refrescar juntas.

Rapidamente, o lado brincalhão da Bambi começou a aparecer, e ela iniciou uma pequena “luta de trombas” com a Guille. Isso durou alguns instantes, até que Guille pareceu perder o interesse. Mas a brincadeira da caçula logo voltou à tona quando virou o corpo e tentou se sentar sobre  Maia. Ela se empenhou bastante, mas Maia permaneceu totalmente indiferente, o que pareceu tirar um pouco da graça para Guille, que acabou desistindo. As duas continuaram se empurrando suavemente, se afastando enquanto flutuavam e depois se aproximando novamente.

Em seguida, Guille e Bambi saíram do lago, enquanto a Maia permaneceu. Bambi ainda parecia disposta a brincar, então colocou a tromba sobre as costas da Guille, o que fez com que ela se posicionasse mais perto, usando a tromba da amiga como um tipo de coçador. Guille começou a recuar em direção à Bambi com bastante entusiasmo e, embora na maioria das vezes Bambi se afastasse de uma situação assim, dessa vez ela parecia mais atrevida e entrou na brincadeira de um jeito que normalmente esperaríamos da Maia.

Guille nunca empurra Bambi com força demais; ela parece conhecer bem os limites da amiga e não os ultrapassa. Por sua vez, Bambi continuou jogando a tromba sobre as costas de Guille, parecendo mais brincalhona que o habitual. Por fim, Maia saiu do lago e Guille caminhou rapidamente em sua direção. Depois desse mergulho animado, a tarde seguiu de forma bem tranquila — pelo menos pelo que conseguimos ver. Nunca se sabe o que as meninas aprontam quando não estamos por perto!
Antes que você se preocupe com a Maia, saiba que Antes que você se preocupe com a Maia, saiba que ela não está doente e está completamente relaxada aqui! Ela é conhecida por ser bem dorminhoca e, na maior parte do dia, escolhe tirar seus cochilos em pé. De vez em quando, porém, decide se deitar completamente — algo que muitos elefantes costumam fazer mais no período da noite, embora a Maia fizesse isso com frequência alguns meses depois de sua chegada ao santuário.

Em uma tarde recente, começou a chover, e os tratadores viram a Maia simplesmente se jogar em um monte de terra que logo viraria lama, pronta para sua soneca da tarde. Bambi, em um gesto que quase sempre indica carinho e proteção, permaneceu em pé sobre ela por um tempo. Isso é algo que Maia e Guida costumavam fazer ocasionalmente, e a Maia também já tentou ficar em pé sobre a Guille no lago em outras ocasiões.

Maia não é o tipo de elefante que precisa de alguém fazendo o papel de guarda-costas, mas a Bambi tem uma alma sensível, e seus vínculos com os amigos são fundamentais para seu bem-estar. Em alguns momentos, parecia até que a Bambi quase queria se sentar sobre a Maia — formando uma cena absolutamente encantadora.
Dizem que barriga cheia dá sono — algo com que Dizem que barriga cheia dá sono — algo com que Maia e Guillermina parecem concordar plenamente, especialmente depois do café da manhã. As duas são conhecidas por tirar cochilos rápidos em pé no fim da manhã. A Bambi nem sempre segue as mesmas tradições sonolentas pós-refeição de suas companheiras, mas, como você pode ver no Sorriso de Domingo desta semana, às vezes ela também sente vontade de dar uma dormidinha.

Quanto mais tempo observamos seu rostinho, mais pesadas parecem ficar suas pálpebras — e isso é simplesmente encantador. Ela pôde aproveitar um momento de descanso à sombra com suas duas queridas amigas antes de passar a tarde no lago.
Pode ser incrivelmente tranquilo estar perto de um Pode ser incrivelmente tranquilo estar perto de um elefante enquanto ele pasta. Seja caminhando suavemente ou parado em um mesmo lugar, o clima quase sempre é de calma, e tudo parece em harmonia. Ouvem-se os sons da grama sendo arrancada do chão ou rasgada em tufos que, junto ao ritmo da mastigação e ao bater das orelhas, criam uma sensação quase hipnótica.

Neste vídeo, Maia dá uma mordida especialmente grande na grama, arrancando um tufo inteiro pela raiz. Não é tão comum ver um elefante aqui arrancar a grama dessa forma, já que eles nem sempre gostam de comer raízes sujas e cheias de terra. Em geral, preferem a parte verde e macia, e deixar a raiz no chão elimina uma etapa extra antes de saborear uma boa bocada. A Maia, no entanto, parece não se importar nem um pouco: ela sacode o tufo, batendo-o no chão e contra a própria pata para remover o excesso de terra e se livrar das partes indesejadas.

No fim das contas, Maia é uma verdadeira especialista em todas as formas de lanche — seja grama, feno ou alimentos frescos. Ela costuma comer tudo o que é colocado à sua frente, raramente deixando um único pedacinho para trás.
Cada elefante que chega ao Santuário de Elefantes Cada elefante que chega ao Santuário de Elefantes Brasil carrega uma história marcada por perdas, negligência e traumas profundos. A trajetória da Bambi é um exemplo claro disso. Antes de chegar ao santuário, ela passou por diferentes instituições, após ser resgatada de um circo por negligência e maus-tratos. Ao longo dos anos, enfrentou isolamento, estresse constante e a ausência quase total de registros médicos ou de cuidados adequados com as patas e a saúde em geral.

Quando reencontramos a Bambi anos depois, ela estava retraída, apresentava comportamentos de estresse repetitivos, parecia insegura em suas relações e chegou ao santuário extremamente abaixo do peso. Além disso, já apresentava catarata no olho esquerdo e sinais iniciais no olho direito — uma condição que, com o tempo, avançou e hoje compromete significativamente sua visão. As causas podem ser diversas: idade, exposição prolongada ao sol, deficiências nutricionais, infecções antigas ou traumas. Nunca saberemos ao certo. O que sabemos é que essa perda visual traz inseguranças reais para ela.

No santuário, Bambi encontrou algo que nunca havia tido de forma plena: escolha. Escolha sobre onde estar, com quem se relacionar e em que ritmo viver. Com uma alimentação adequada, cuidados contínuos, treinamento por reforço positivo e respeito aos seus limites, ela começou a se fortalecer física e emocionalmente. Suas patas melhoraram de forma significativa, sua pele se transformou e seu corpo voltou a responder com vitalidade.

Os vínculos também foram essenciais nesse processo. A amizade com a Mara teve um papel importante no início de sua adaptação, e hoje Maia e Guille são presenças constantes, oferecendo segurança, estabilidade e companhia. Mesmo com a visão limitada, Bambi conhece o território, se orienta com confiança e segue tomando decisões sobre sua própria vida.

A vida em santuário não apaga o passado. Mas oferece algo fundamental para a cura: dignidade, respeito e a liberdade de ser quem se é, no próprio tempo.

Leia a versão estendida do texto no Facebook ou em nosso blog. O link está nos stories e na bio.

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