[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

Em Memória da Guida

Guida foi resgatada no dia 11 de outubro de 2016 e morreu no dia 25 de junho de 2019 no Santuário de Elefantes do Brasil, com aproximadamente 44 anos de idade.

A realidade de perder a Guida é dura, e, honestamente, estamos tentando não pensar nisso ainda. É mais fácil estar presente para a Maia e a Rana se não nos permitirmos afundar na perda, e a perda é ainda muito mais significativa para elas. Enquanto estávamos sentados falando sobre a Guida, perguntei ao Scott se ele havia percebido que cada elefante é diferente, na aparência e na personalidade, mas que quando eles estão caídos, seu corpo falhando, todos eles parecem ser iguais. No rosto da Guida, podíamos ver muitos outros elefantes que haviam passado pelo mesmo. Ele disse que é seu espírito que você está observando no santuário. O brilho, a vida, seu eu interior que transparece e se transforma no que eles são no exterior assim como no interior, é quem eles aparentam. Quando aquela alma enfraquece, eles começam a parecer mais como um elefante.

HISTÓRICO

A Guida era rebelde e muito alegre, e sua recuperação no santuário nos impressionou. Quando a conhecemos, ficamos preocupados com o seu futuro no santuário. Ela havia se tornado tão desconectada, tão perdida num mundo de movimentos estereotipados que não sabíamos como fazê-la sair dele. No entanto, dentro das primeiras 24 horas ela decidiu dar à Maia uma segunda chance e curtir tudo que o santuário tinha a oferecer. Apesar de que nos preocupávamos com a fragilidade dela, ela imediatamente nos mostrou que era mais forte do que poderíamos imaginar. Ela nos abençoou permitindo-nos fazer parte do ser extraordinário que ela era. Era difícil imaginar uma falha na sua armadura, pois ela estava sempre cheia de vida. Mas um dia nós as encontramos presa num lugar onde ela não deveria estar. Era uma trilha estreita, e ela simplesmente não estava a fim de passar uma pata sobre a outra. Guida era a nossa menina que escolhia os caminhos difíceis. Essa situação era completamente fora do normal. O obstáculo estava muito mais na sua cabeça do que na realidade. Não sabíamos por que ela se sentia presa, mas a ajudamos a sair alargando a trilha um pouco com galhos e encorajamento verbal, e ela conseguiu seguir adiante.

 

Um certo dia, achou que estava presa num córrego que tinha poucos centímetros de profundidade e largura. Seu corpo estava visivelmente exausto; suas pernas dobravam ligeiramente de vez em quando. Tivemos que usar uma retroescavadeira para ajudá-la a sair quando vimos que não iria sair sozinha. Durante o processo, ela dava um passo ou dois, se encostava num monte de terra para descansar, dava mais um passo. Quando conseguiu sair, ela se deitou. Nós lhe aplicamos um soro, injetamos vários remédios, e coletamos amostras de sangue, enquanto permitíamos que seu corpo descansasse e se recuperasse. No entanto, depois de algum tempo, sua respiração tornou-se esporádica, os silêncios se estenderam até que tudo simplesmente parou. Sem mais nem menos, a Guida deixou esse mundo, que imediatamente pareceu mais vazio. Havia algo sobre a Guida que tornava impossível não se apaixonar por ela. Ela tinha um lado brincalhão, tolo, afetuoso, carismático e teimoso e olhos que atraíam você e faziam com que você pudesse ver dentro de sua alma. Nunca haverá outra como ela.

 

guida_seb6guida_seb5guida_seb4guida_seb3guida_seb1guida_seb2

Maia e Guida…

A conexão entre amigos não pode ser quebrada por acaso; nenhum intervalo de tempo ou espaço pode destruí-la. Nem mesmo a morte pode separar amigos verdadeiros. — John Cassian

Quando a Maia veio para o santuário, ela era uma menina raivosa, uma identidade que ficou bem para trás. A maior razão para que isso mudasse foi a Guida. Ela se permitiu ser vulnerável para um elefante que a havia machucado repetidamente no passado, a ser sua amiga e a guiar para lidar com suas emoções e permitir que sua beleza interior aflorasse. A Maia é quem ela é hoje, porque a Guida decidiu fazer da recuperação da Maia uma prioridade tão grande quanto a sua própria. Maia perdeu um pedaço de seu coração, e estamos muito tristes por ela.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

Santuário de Elefantes Brasil

elefantesbrasil

Muitas vezes, as araras, os papagaios e os periqui Muitas vezes, as araras, os papagaios e os periquitos do santuário fazem uma grande algazarra. O Sorriso de Domingo desta semana nos dá um rápido vislumbre de algumas araras-canindé nas árvores ao fundo do habitat das elefantas africanas. Se elas não estivessem tão concentradas em comer os frutos de pequi das árvores, provavelmente estariam bem mais tagarelas. Ainda assim, são lindas de se ver e fazem parte colorida do nosso dia a dia aqui no Santuário de Elefantes Brasil.
A Maia tem um jeito calmo, mas também brincalhão A Maia tem um jeito calmo, mas também brincalhão. Ela parece saber quando é hora de fazer graça e, alternadamente, quando é hora de trazer uma energia tranquila para a manada. Ela não tem problema algum em assumir a liderança quando a situação pede, mas, no geral, parece igualmente feliz em permanecer ao lado da Bambi, agindo como uma guia gentil. Os olhos da Maia variam de muito suaves a bem abertos e cheios de vivacidade (ela é conhecida pelo seu olharzinho de canto brincalhão), mas quando está perto da Bambi, tende a ficar mais suave. Aqui, enquanto caminha em direção à amiga, dá para perceber seu olhar relaxado — e também admirar bem seus cílios longos e lindíssimos.

As duas elefantas estavam beliscando um monte de feno que os tratadores haviam deixado no habitat — apenas uma pequena surpresa extra para elas encontrarem enquanto exploram. A Guille estava um pouco afastada, talvez em sua própria busca por petiscos ou por algumas mordidas de casca de árvore. (Ela é a única elefanta asiática aqui que costuma arrancar e comer a casca das árvores.) As três certamente se reencontraram pouco depois, já que costumam se procurar ao longo da tarde. Não há nada como observar os elefantes simplesmente sendo elefantes todos os dias.
Elefantes não são atrações. São animais selva Elefantes não são atrações.
São animais selvagens que merecem dignidade.

Após a morte da elefanta Kenya, uma campanha antiga contra santuários foi reativada, usando alegações falsas e pressões políticas para impedir que elefantes sejam transferidos para o Santuário de Elefantes Brasil.

Como resultado, nossa licença para receber novos elefantes foi suspensa — uma decisão que não afeta em nada as elefantas que já vivem no santuário.

Agora, o SEB está sendo submetido a um nível de exigência e fiscalização que não é aplicado a nenhuma outra instituição.

Por isso, estamos pedindo não apenas uma fiscalização mais rigorosa dos zoológicos que mantêm elefantes, com atuação do Ibama e da SEMA, mas que essas instituições sejam submetidas aos mesmos padrões exigidos do santuário.

O vídeo mostra elefantes em zoológicos (em cima) e os mesmos elefantes, agora no Santuário (embaixo).

Essa causa precisa da sua voz.
Assine agora a petição no Change.org (link na bio e nos stories)
Juntos, podemos mudar isso.
Na semana passada, compartilhamos um vídeo da Mar Na semana passada, compartilhamos um vídeo da Mara aproveitando algumas mordidas de uma árvore que havia caído parcialmente no habitat. Ela gostou tanto que arrastou um galho grande até a cerca para beliscar. A árvore, localizada no Recinto 4, perto do anexo, acabou perdendo ainda mais galhos durante uma grande tempestade, o que nos deu novas oportunidades de oferecer forrageio às elefantas.

Os tratadores decidiram cortar os galhos em partes mais fáceis de manejar, para que as elefantas pudessem aproveitá-los sem precisar fazer tanto esforço. A Rana e a Mara já estavam no Recinto 4, então espalhamos vários pedaços para cada uma delas. Claro que as duas foram, no início, para o mesmo galho e, em certo momento, houve até um pequeno “cabo de guerra”. A Mara acabou vencendo quando a Rana saiu para procurar outro pedaço que não precisasse dividir. Como você pode ver aqui, ela pareceu mais do que satisfeita com o lanche que finalmente conseguiu.
Em alguns dias, nada é tão relaxante quanto uma Em alguns dias, nada é tão relaxante quanto uma chuva suave no santuário. Some a isso o som das orelhas dos elefantes batendo e, claro, os roncos graves da Bambi, e você quase fica pronto para tirar um cochilo. Aqui, registramos Bambi, Maia e Guillermina em um desses momentos de soninho. Depois do café da manhã, elas costumam aproveitar alguns minutos de descanso em pé. (Durante o dia, os elefantes geralmente cochilam em pé. À noite, costumam deitar por algumas horas.) A Maia é a que mais tende a pegar no sono pela manhã, mas a Guille está ficando cada vez mais propensa a tirar também uma sonequinha rápida.

A Bambi está em pé no recinto, vocalizando — e, como sempre, Maia e Guille estão ali, bem ao lado dela. A Maia está sendo incrivelmente gentil, permanecendo ombro a ombro com a Bambi e tocando seu rosto com doçura em vários momentos. Já a Guille caminha ao redor das duas, posicionando-se do lado oposto da Bambi. Ela faz apenas uma breve pausa antes de sair para um lanche rápido de capim, antes que o verdadeiro sono tome conta.
No Santuário de Elefantes Brasil, já trabalhamos No Santuário de Elefantes Brasil, já trabalhamos com vários jabutis como parte do nosso programa de reabilitação e soltura. Neste domingo, estamos sorrindo com a visita de um deles: o encantador Michelangelo. Normalmente vemos nossos jabutis “formados” algumas vezes por ano — ou, às vezes, nem isso. (Talvez você se lembre do Mauricio, outro pequeno e simpático amigo que vimos com certa frequência alguns anos atrás.) O pequeno Michelangelo era um dos mais amigáveis, mas não aparece em busca de carinho, apenas de lanchinhos. Nós, claro, atendemos ao pedido, e ele segue o seu caminho.

P.S.: Se você gosta de sons crocantes, convidamos você a assistir até o final do vídeo para aproveitar algumas mordidinhas deliciosamente satisfatórias. 🐢
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil