[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

CONHEÇA A MARA

IDADE
cerca de 58 anos de idade

ESPÉCIE
asiática, fêmea

APELIDOS
Marita, Marucha

HISTÓRICO
Mara nasceu na Índia e foi levada a um zoo na Alemanha. Em 1970 foi trazida para a América do Sul para se apresentar em circos. Em
1995 foi enviada para um zoo em Buenos Aires.

PERSONALIDADE
Mara é uma elefantinha muito fofa que adora vocalizar!

CURIOSIDADE
Apesar de ter tido um comportamento agressivo no passado, possui a inocência e a doçura de uma criança.

CHEGADA NO SEB
13.maio.2020

HISTÓRICO

Os registros indicam que a Mara nasceu na Índia e foi vendida ao Tiepark Hagenbeck Zoo de Hamburgo, Alemanha. Em 1970, ela foi comprada e levada para o Uruguai para se apresentar no Circo África. Um depois, ela foi levada para a Argentina, onde ela foi incorporada ao South American Circus. Em 1995, um decreto foi aprovado proibindo a exploração de animais em circos. No dia 16 de novembro daquele ano, a Mara chegou ao Zoo de Buenos Aires Zoo como um depósito judicial. A Mara não ficou sozinha quando chegou. Kuky e Pupy, duas elefantas africanas já estavam vivendo no zoo. Em 1993, com três anos, elas foram levadas para Buenos Aires. Por 15 anos, Mara, Kuky e Pupy compartilharam um espaço, até um incidente em 2010, que resultou em Pupy ser empurrada para dentro do fosso que cercava o recinto. Desde aquele episódio, sempre que a Mara estava fora, Kuky e Pupy estavam dentro, e vice versa.

O Ecoparque Buenos Aires está passando pelo processo de realocação de uma quantidade significativa de seus animais, muitos para santuários. Isso permitirá que eles foquem em espécies nativas e educação, ao mesmo tempo em que aumentam os habitats dos animais que permanecerão no parque.

Kuky e Pupy também serão realocadas, mas a decisão de para onde elas irão ainda não foi tomada.

APÓS UMA VIDA DE CIRCO E ZOO, A MARA TEM ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE.

Seu tornozelo direito dianteiro tem um ferimento que faz com que ela o torça para fora e se desequilibre. Ela tem alguns problemas nas patas, mas é razoavelmente saudável para sua idade. Emocionalmente ela é insegura, mas parece querer confiar nos outros. Após seu passado negro e de receber a fama de ‘agressiva’, isso não é nenhuma surpresa. Durante seu último ano no Ecoparque de Buenos Aires, ela teve uma equipe que mostrou para ela como é bom ser aceita e adorada. No entanto, depois de décadas de maus tratos, é difícil para os elefantes acreditar nisso. Ela está tentando ser comunicativa e cooperar com seus novos humanos, até ao ponto de oferecer coisas sem ser requisitada. Logo ela irá entrar no ritmo do santuário e perceber que a vida agora é nos termos dela.

A Mara é muito fofa. Você olha para ela e só vê olhos...

… brilhantes, dourados, largos e expressivos, olhos diferentes da maioria dos elefantes. Tem orelhas pequenas e engraçadinhas que ela gosta de esticar, ficando parada em pé.. Ela é alta, mais ou menos da mesma altura que a Rana, mas precisa aumentar a massa muscular. Desde o dia em que ela conheceu a Rana, ela a adorou e não sai de perto dela. Onde você encontra uma, a outra geralmente está a alguns passos e vem correndo quando percebe que alguém chegou. A Mara está sempre controlando a Rana, chamando-a com ronronados profundos e reverberantes. Aí, então, tem que tocá-la, cheirá-la e geralmente levantar sua pata dianteira e tocar a Rana com ela. Apesar de  Mara já conhecer Maia e Lady, ela só quer saber da Rana. Com o tempo, isso provavelmente vai mudar, mas, por agora, a Rana é o sol.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

Santuário de Elefantes Brasil

elefantesbrasil

Se você tem acompanhado os elefantes do Santuári Se você tem acompanhado os elefantes do Santuário de Elefantes Brasil ultimamente, já viu como eles podem ficar animados quando estão no lago. Até mesmo as “vovós” do grupo já mostraram que têm bastante energia quando chega a hora de nadar.

O Sorriso de Domingo desta semana mostra Rana, que passou a manhã submersa no lago do Recinto 4. Ela estava o mais enlameada possível e parecia bastante satisfeita.
Os elefantes não brincam na lama e nas plantas ap Os elefantes não brincam na lama e nas plantas apenas por diversão ou estilo — isso, na verdade, é uma parte importante de como cuidam do próprio corpo. Ao se cobrirem com terra, lama, grama e folhas, os elefantes criam uma camada natural de proteção que ajuda a afastar insetos que picam, protege sua pele sensível dos raios UV fortes e ainda proporciona um efeito refrescante nos dias mais quentes.

A terra, a lama e o material vegetal funcionam como um revestimento protetor, ajudando a regular a temperatura corporal e oferecendo um pouco de sombra portátil por onde eles passam. É mais um exemplo de como os elefantes usam comportamentos naturais para se manter confortáveis, saudáveis e bem adaptados ao ambiente quando têm acesso à natureza.
Já falamos antes sobre como conduzimos nossa rela Já falamos antes sobre como conduzimos nossa relação com os elefantes utilizando uma abordagem chamada contato protegido, o que significa que sempre há uma barreira ou uma grande distância — pense em termos de campos de futebol — entre elefantes e humanos. Isso faz parte da forma como oferecemos autonomia a eles: não invadimos seu espaço a menos que sejamos bem-vindos, e eles têm a segurança de poder se afastar quando quiserem. Além disso, precisamos lembrar que elefantes são animais selvagens e devem ser tratados como tal.

O EleFact desta semana mostra como realizamos a alimentação dos elefantes mantendo, ao mesmo tempo, respeito e uma distância adequada.

No vídeo, Rana está parada junto à cerca porque sabe que é hora da refeição. Às vezes os elefantes já estão esperando na cerca quando os tratadores chegam com a comida; em outras ocasiões, eles se aproximam quando escutam os quadriciclos chegando. De vez em quando, preferem passar mais um tempo no habitat antes do café da manhã ou do jantar — e tudo bem. Eles sabem que nunca ficarão sem comida e confiam que estaremos lá quando estiverem prontos.

Você pode notar que Michele, tratadora de Rana, oferece primeiro um punhado de cenouras antes de caminhar alguns postes de cerca adiante para colocar o restante da refeição no chão. As cenouras funcionam basicamente para manter Rana parada em um lugar enquanto sua comida é colocada com segurança a uma curta distância. Em outras palavras, ela recebe um pouco de comida como incentivo para permanecer no mesmo ponto enquanto o restante da refeição é distribuído ao longo da cerca.

Uma elefanta como Guillermina receberia ainda mais espaço e alguns pedaços extras de algo menor, por causa da rapidez com que pode se mover — especialmente quando há comida envolvida. Mesmo na hora do jantar, cada elefante recebe um cuidado totalmente individualizado.
Mara chegou ao santuário carregando um passado co Mara chegou ao santuário carregando um passado complexo, que impactou profundamente sua saúde física e emocional. Assim como já compartilhamos a história de outras meninas, queremos contar um pouco mais sobre a jornada de Mara.

No ecoparque onde vivia, em Buenos Aires, Mara ficava atrás de uma parede de treinamento com barras tão próximas que ela não conseguia sequer passar a tromba. Embora barreiras entre humanos e elefantes sejam importantes, naquele caso isso tornava quase impossível qualquer conexão real com seus tratadores. Ela também apresentava estereotipias frequentes e havia dificuldade até mesmo para dar banho nela.

Quando chegou ao santuário, descobrimos camadas de pele morta sob seu ventre e entre as patas traseiras. Foi a própria Mara que nos mostrou o problema ao recuar até a cerca para que pudéssemos limpar e tratar a região. Ela também tinha um problema crônico na almofada da pata traseira esquerda — algo comum em elefantes que viveram por anos sobre superfícies duras. Com o ambiente natural e tratamentos constantes, esse problema finalmente foi resolvido.

Mara também tem um “punho” inclinado para o lado, provavelmente resultado de uma fratura antiga. Ela aprendeu a adaptar sua forma de caminhar, embora isso tenha contribuído para o surgimento precoce de artrite. Além disso, enfrentou sérios problemas gastrointestinais, que exigiram avaliações de veterinários de várias partes do mundo. Hoje, ela segue uma dieta específica e monitoramos de perto sua alimentação.

Grande parte da jornada de Mara tem sido emocional. Depois de anos vivendo em circos e em ambientes onde precisava se defender, ela chegou ao santuário vigilante e desconfiada. Com o tempo, começou a relaxar, entender que pode conduzir seu próprio ritmo e que estamos aqui apenas para apoiá-la.

Hoje, Mara ainda pode ser observadora em alguns momentos, mas não demonstra mais agressividade. E, embora às vezes tenha dificuldade em se integrar ao grupo, construiu uma relação linda com Rana — algo que não experimentava desde que era jovem.

Leia a versão estendida em nosso Facebook ou blog (link na bio)
Quando se trata de Maia, Bambi e Guillermina, a so Quando se trata de Maia, Bambi e Guillermina, a soneca depois do café da manhã é quase uma tradição. De fato, quase sempre podemos contar que Maia vai cochilar após a primeira refeição do dia.

As três elefantas tiveram uma manhã animada. Dá para ver que estavam aproveitando o feno — mas a grama fresca parecia ainda mais irresistível, como mostra a quantidade de feno que jogaram sobre as próprias costas. Bambi e Maia parecem muito sonolentas, simplesmente paradas — sem pastar, sem caminhar.

Enquanto isso, Guille não demonstrou tanto interesse em um cochilo matinal. Ela se afastou por alguns instantes das amigas sonolentas, procurando outro cantinho para beliscar algo. Mesmo não estando tão cheia de energia quanto em outros momentos, ela percebeu claramente que as companheiras queriam um tempo de tranquilidade — então decidiu seguir seu próprio caminho.

É impressionante pensar em quanto ela aprendeu sobre relacionamentos nos últimos anos. Guille está, verdadeiramente, florescendo e se tornando uma adulta equilibrada.
As elefantas tinham uma árvore favorita para se c As elefantas tinham uma árvore favorita para se coçar — nós a chamávamos de “Árvore da Coceirinha”. Ela fica perto do galpão e serviu muito bem às meninas, mas hoje é apenas uma sombra do que já foi. Depois que seu maior galho caiu, ela deixou de oferecer sombra e parou de produzir folhas.

Elas então migraram para outra árvore, que também acabou sendo “aposentada”. Ainda não escolheram, como manada, uma nova favorita oficial — mas há algumas candidatas na disputa.

Esta foto foi feita em uma manhã no Recinto 5, depois do café da manhã e dos tratamentos, quando Maia, Guillermina e Bambi estavam juntas. Bambi se apoiava com força em uma das árvores, claramente aproveitando um arranhão daqueles bem satisfatórios. Maia seguiu em uma direção e Guille em outra, mas Bambi parecia perfeitamente contente em continuar ali, fazendo o que estava fazendo. As três permaneceram sob a sombra da copa por boa parte da tarde.

P.S.: Temos ótimas notícias sobre Sassy, a anta. Depois da cirurgia, sua ferida cicatrizou exatamente como esperávamos. Ela saiu do recinto e voltou ao habitat para reencontrar seu filho, que a visitava com frequência durante sua recuperação. Esperamos que ela saiba que pode retornar se precisar de cuidados — mas, sempre que possível, o melhor é que os animais possam voltar para seus lares na natureza.
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil