[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

Origem do SEB

A saúde de elefantes em cativeiro, internacionalmente, se encontra em estado de emergência. Severamente restringidos por uma vida em correntes ou confinamento extremo, dieta insuficiente e isolamento de grupos sociais apropriados, os elefantes frequentemente apresentam complicações severas de saúde, são expostos e desenvolvem tuberculose ativa e doenças psicológicas que vão de agressão extrema até auto-mutilação e isolamento.

A consciência humana sobre o sofrimento de animais em cativeiro está aumentando, criando um desejo global por uma mudança positiva. Em algumas regiões, grupos privados de cidadãos preocupados estão trabalhando para criar alternativas para esses elefantes em necessidade, mas poucas pessoas têm a experiência e o conhecimento necessários para levar esses esforços adiante.

A Necessidade por Santuários de Elefantes na América do Sul

Na América do Sul, 5 países já aprovaram leis nacionais para proibir o uso de elefantes em apresentações para o público. Esses esforços progressivos são inéditos e devem ser louvados, mas eles tiveram uma consequência inesperada, pois elefantes que não estão trabalhando estão sendo deixados em fazendas rurais com poucos cuidados e cada vez mais negligenciados, ou em pequenos recintos em zoológicos, supervisionados por pessoas sem conhecimento especializado em elefantes. A América do Sul como um todo, e o Brasil em particular, não são as únicas regiões lutando para encontrar alternativas progressivas para o cuidado de elefantes. Temos observado vários esforços similares se estagnando na fase conceitual, enquanto os elefantes continuam a sofrer um destino de negligenciamento.

Em janeiro de 2010, a ElephantVoices iniciou seu trabalho no Brasil e identificou muitos elefantes cativos em situação bastante crítica – em circos, zoos e algumas propriedades rurais – e a falta de um local adequado para abrigá-los. Diversos estados (atualmente são 11) já proibiam o uso de animais em circos e havia um projeto de lei federal, o PL 7291/2006, visando à proibição do uso de animais em circos em todo o território nacional, aguardando aprovação (atualmente ainda aguarda votação). Os elefantes que vinham sendo confiscados dos circos pelas autoridades estavam sendo enviados aos únicos locais disponíveis: zoos (normalmente sem experiência com elefantes e com recintos inadequados para a espécie) ou propriedades rurais.

Entendendo que a melhor alternativa para esse problema e para o futuro dos elefantes em cativeiro no Brasil e na América Latina seria a criação de um santuário natural para abrigá-los, a ElephantVoices começou a planejar, com sua equipe brasileira e especialistas internacionais, o projeto que viria a se tornar o Santuário de Elefantes Brasil. Com conhecimento e experiência sem paralelo com elefantes selvagens, a ElephantVoices juntou-se em 2012 a Scott Blais, cofundador do The Elephant Sanctuary in Tennessee, especialista em elefantes em cativeiro e na construção e gerenciamento de santuários naturais para elefantes, para a criação do Global Sanctuary for Elephants, organização cujo objetivo é fomentar e auxiliar o desenvolvimento de projetos de santuários para elefantes no mundo todo. Em 2014, foi fundada a Associação Santuário de Elefantes Brasil, projeto piloto do GSE, primeiro desse tipo na América Latina.

Missão & Objetivos

Nossa missão é proteger, resgatar e proporcionar um santuário de ambiente natural para os elefantes em cativeiro. do Brasil e da América do Sul e nossos objetivos são: desenvolver e manter um santuário de ambiente natural, amplo e progressista, que estimule fisicamente os elefantes, lhes propicie um ambiente socialmente dinâmico, onde possam expressar seus comportamentos naturais e se recuperar dos anos de cativeiro e criar oportunidades para aumentar o conhecimento do público sobre sua inteligência, cognição, comunicação e comportamento social. Realizamos isso através de pesquisa, defesa e compartilhamento de conhecimento.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

elefantesbrasil

SOM LIGADO para ouvir os goles! Beber água da mang SOM LIGADO para ouvir os goles! Beber água da mangueira tem feito sucesso ultimamente, e tanto Bambi quanto Guillermina demonstraram bastante entusiasmo por um pouco de água fresca oferecida pelos tratadores. Para o Sorriso de Domingo desta semana, é a vez de Maia encher a tromba e borrifar a água dentro da boca. (Existe uma ideia equivocada comum de que elefantes bebem usando a tromba como um canudo; não é assim.) Para quem sente ASMR, é provável que o som satisfatório que Maia faz ao esguichar a água para a garganta seja especialmente agradável.
É comum ver as elefantas do santuário rolando, esp É comum ver as elefantas do santuário rolando, espirrando água e brincando de empurrar umas às outras nas lagoas. Elas adoram nadar e brincar!

Guillermina, a residente mais jovem do santuário, não perde a oportunidade de fazer graça com uma das residentes mais velhas. Maia estava relaxando, submersa na lagoa, quando Guille chegou e se espremeu ao lado dela. As duas começaram a brincar de luta com as trombas, o que pareceu despertar uma energia extra em Guille, que começou a espirrar água com força e a balançar a cabeça de um lado para o outro.

É incrível ver como as residentes do santuário usam o ambiente para aproveitar cada dia e se expressar livremente. Como indivíduos, todas elas têm preferências, necessidades e níveis de energia únicos ao longo do dia, e o espaço e a autonomia que têm no santuário permitem que aproveitem o ambiente juntas de uma forma que funciona para todas.
Às vezes, quando você está tendo um dia especialme Às vezes, quando você está tendo um dia especialmente alegre, simplesmente precisa vocalizar toda essa felicidade. Foi o que Rana pareceu fazer aqui, quando Scott e os tratadores encontraram as meninas com o café da manhã em mãos. Depois que as duas elefantas comeram, a equipe de cuidados fez alguns cumprimentos rápidos, já que as meninas, em toda a sua empolgação, pareciam querer interagir.

Rana estava mais interessada em trombetear do que Mara em guinchar; embora Mara não tenha feito nenhum som, ela foi até a cerca para um cumprimento rápido. Depois, as duas caminharam até o monte de terra ali perto para se jogar poeira antes de seguir para o lamaçal, garantindo que ficariam ainda mais sujas para a tarde.
A maioria das elefantas do santuário chegou depois A maioria das elefantas do santuário chegou depois de viver por décadas sem acesso a árvores vivas. No mundo todo, elefantes geralmente são mantidos em recintos pequenos e estéreis, que não conseguem sustentar muita vegetação. Você pode ver árvores e arbustos que parecem estar dentro do recinto deles, mas uma observação mais atenta geralmente revela que a área verde fica atrás de muros e cercas, fora do alcance dos elefantes.

Quando os elefantes têm acesso a uma grande variedade de vegetação viva, eles conseguem expressar comportamentos naturais que estimulam suas mentes, nutrem seus corpos e promovem uma cura profunda. Em muitos dos nossos vídeos, você verá as elefantas do santuário interagindo com o mundo ao redor: se coçando nas árvores, forrageando em busca de alimento ou simplesmente se divertindo, brincando e se expressando.

Pode parecer algo pequeno, mas elefantes vivem em harmonia e equilíbrio com o mundo natural ao redor. Sem espaço e natureza, elefantes não conseguem ser quem nasceram para ser e não conseguem cuidar de suas mentes e corpos da forma que precisam.
Maia, Guillermina e Bambi têm passado boa parte do Maia, Guillermina e Bambi têm passado boa parte do tempo recentemente no Recinto 5, mas, em uma tarde em que Rana e Mara estavam nos recintos perto do galpão, demos às três elefantas a chance de ir para o Recinto 4, já que fazia algum tempo que elas não circulavam por aquele espaço — e elas aproveitaram. Quando Mara e Rana estavam prontas para voltar aos recintos maiores, seguiram pelo portão aberto para o Recinto 5, para variar um pouco.

Guille estava descansando à sombra de uma árvore atrás do anexo, meio por conta própria. As outras duas senhoras estavam perto do cocho de água, jogando água fresca em si mesmas e, no geral, fazendo aquela bagunça enlameada. Guille encontrou um pouco de feno no habitat e ficou fazendo idas e vindas para pegar algumas mordidas, levando-as para debaixo da sombra das árvores. Com o tempo, Maia caminhou até lá e se juntou a ela fora do sol, e então Bambi também seguiu naquela direção. Guille é conhecida por se aventurar sozinha e caminhar por conta própria quando está com vontade. Na maioria das vezes, ela vai ao encontro de Bambi e Maia quando as duas estão juntas. Foi encantador e doce ver as senhoras mais velhas procurando a amiga mais jovem, para variar.
Em uma manhã recente, Bambi, Maia e Guillermina vi Em uma manhã recente, Bambi, Maia e Guillermina vieram todas ao galpão na hora do café da manhã, e nós abrimos o espaço para que elas tivessem a chance de comer lá dentro em grupo. As meninas estavam cobertas de terra e muito brincalhonas, então imaginamos que tivessem passado pelo lamaçal. Às vezes, elas vocalizam com a equipe de tratadores pela manhã, mas normalmente ficam bem tranquilas e prontas para comer. Por isso, foi divertido vê-las tão cheias de energia e envolvidas umas com as outras.

Guillermina decidiu levar seu feno para perto de Bambi, que estava recebendo sua refeição a poucos passos dali. Os tratadores alimentam Bambi com parte da comida na mão, já que às vezes ela tem um pouco de dificuldade para identificar onde estão todas as suas frutas e verduras quando são colocadas no chão. Queremos garantir que ela coma cada pedacinho, então nos certificamos de que tudo fique perto de sua tromba enquanto ela se alimenta.

Bambi deve ter acordado especialmente atrevida porque, cada vez que a tratadora parava para pegar outro pedaço de comida, ela se inclinava e roubava uma mordida do feno de Guille. Considerando que ela geralmente está do outro lado de situações como essa, a ousadia de Bambi fez todos nós darmos uma boa risada.
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil