[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

CACHORROS DO SEB

Nós sempre brincamos: O que é um santuário de elefantes sem cachorros? Para nós os dois andam juntos. Nós resgatamos os que precisam ser resgatados, e isso às vezes inclui um cão ou dois. É parte dessa terra ser um santuário para todos e tudo.

Minnie & Molly

Aproximadamente 7 anos de idade
Quando chegamos à propriedade, encontramos duas cadelas que haviam sido deixadas para trás pelos antigos donos. Sendo o que somos, decidimos tentar ganhar sua confiança, apesar de que no início elas fugiam se olhássemos para elas.

Molly foi a primeira a decidir nos aceitar. Minnie, sua companheira de ninhada, levou mais tempo. No entanto, percebendo o conforto da Molly, ela começou a nos aceitar também. Quando seus donos sugeriram voltar para pegá-las, todos concordamos que o santuário era o seu lar. Enquanto a Molly não consegue entender o conceito de espaço pessoal e prefere ir de quadriciclo para o galpão, a Minnie é uma doçura com a quantidade suficiente de juventude e energia para o Bugsy. Elas são cadelas fenomenais, mas ainda ficam um pouco relutantes perto de estranhos, principalmente homens. Como com os elefantes, a recuperação é resultado de trabalho constante, e elas continuam a evoluir.

Minnie
Molly
Molly, Minnie e Bugsy

Bugsy

Aproximadamente 5 anos de idade
Bugsy tinha mais ou menos 6 meses quando o encontramos à beira da estrada no início de 2017. Quando passamos por ele, não sabíamos o que era, mas paramos e vimos um filhote coberto de sarna e spray prateado usado para insetos no gado. Porque ele estava com uma doença contagiosa, foi mantido separado dos outros cães e mostrou que era um dos filhotes mais bem comportados que jamais vimos, saindo da sua casca rapidamente.

Ele agora tem a maior parte de seu pêlo de volta (ele estava completamente pelado e desenvolveu um segundo tipo de sarna depois que a primeira foi curada) e está bem saudável. Bugsy é um cão incrivelmente leal e exuberante. Ele nos acompanha quando vamos dar a refeição noturna para os elefantes, nos protegendo das antas, mas senta-se e espera fora do curral ou na estrada para não interferir com a vida selvagem. Quando voltamos para perto dele, ele corre da mesma maneira que o fazia quando filhote, com seu corpo indo em todas as direções. Minnie é sua companheira de brincadeira que o ajuda a controlar sua energia e Goomba compartilhava seus brinquedos, o que deixa o Bugsy muito feliz. Ele é o nosso cão de guarda, aquele de quem nossos vizinhos têm medo, mas é seu melhor amigo quando conhece você.

GATOS DO SEB: Bodhy & Saffy

Aproximadamente 8 anos de idade
Bodhi e Saffy foram deixados numa caixa para nós quando moramos mais no norte do Brasil, em Guarantã, enquanto ainda estávamos procurando por uma propriedade para o santuário. Nós comentamos que sentíamos falta de nossos cães, portanto alguém nos trouxe dois gatinhos. Eles estavam cobertos de pulgas e fungos, e chegaram num domingo quando não havia nenhuma loja aberta e nosso estoque de comida vegana não tinha nada para eles.

Eles são gatos surpreendentes. Bodhi é um típico filhote: grande personalidade, mas super amigável. Definitivamente não tão esperto quanto sua irmã (são da mesma ninhada), mas ama todos e tudo. Saffy é sossegada (gosta de pegar carona no carro), mas mais amorosa. Enquanto Bodhi só é amoroso quando estiver frio lá fora (10 a 15 graus), Saffy é sempre carinhosa. Ela geralmente fica deitada em poses que não são muito adequadas para uma senhora, mas é uma boneca. Todas as noites eles dormem na cama dos cães depois de um pouco de carinho mútuo.

AS CABRAS: Jorgina & Sally

Aproximadamente 2 anos de idade
Essas duas são um equilíbrio perfeito de problemas e alegrias. Supostamente irmãs, elas vieram de alguém que vendia leite de cabra e estava pronto para se livrar delas para que parassem de beber o leite de sua mãe. Nunca tivemos cabras antes, mas sempre as amamos de longe. A Sally e a Jorgie nos tem ensinado muito. A Sally e a Jorgina chegaram amedrontadas, e não conseguíamos tocá-las. Com toda a forragem natural para elas comerem, comida não era um bom motivador. Elas ficaram no recinto vazio de antas até que se acostumaram um pouco. Então nós as deixamos livres para curtir a área cercada. O estranho foi que, assim que ganharam aquele espaço, elas se abriram. Em poucos dias elas pararam de fugir de nós e começaram a correr em nossa direção super rápido.

Dizem que cabras comem de tudo, mas isso não é verdade. Elas não comem suas vitaminas nem os remédios formulados em cubos de açúcar. No entanto, o óleo de motor e detergente em pó da lavanderia são duas coisas que elas adorariam experimentar. De todas as coisas que lemos e ouvimos sobre cabras, ninguém nos contou que jamais poderíamos andar normalmente no pátio novamente. Se elas puderem, elas acham uma maneira de se encostar em nós a cada passo que damos. Duas vezes por dia, elas ficam meio malucas. Durante 15 minutos, elas pulam em todas as superfícies possíveis, derrubam coisas, correm por tudo, espantam as galinhas. Depois disso, é hora de dormir na cama dos cachorros. Uma das melhores coisas sobre elas é que fazem as pessoas amá-las. Todos os nossos funcionários da manutenção agora as agradam e falam com elas, principalmente porque a Sally e a Jorgie querem que o façam. Enquanto a Jorgie adora que a acariciem entre os chifres, a Sally prefere ser acariciada no pescoço. Ambas amam deitar com qualquer humano que o permitir. Não há um dia em que elas não nos façam rir. Elas são um presente maravilhoso.

OVELHA: Milo

Aproximadamente 1 anos de idade
Um carneiro órfão que foi trazido para nós com 7 dias de idade. Ele chegou doentinho, mas está muito melhor e gosta de dormir nas camas dos cães na sala e conhecer as outras criaturas do nosso santuário.

AMIGOS DE PENAS

Uma variedade de idades, tamanhos, cores e personalidades. Quando nos mudamos para a propriedade, todas as galinhas e todos os cachorros deveriam ter saído. Nós chegamos, e eles ainda estavam aqui. Havia um plano para removê-los. Bem…depois que você começa a alimentá-los, dá nomes a eles tentando torná-los seus amigos, tudo muda. Definitivamente são muitas galinhas, mas elas são tão individuais e maravilhosas que é impossível dar uma, sabendo que elas se transformarão em alimento – isso é o que elas são nesta parte do país.

Alimentá-las parece ser uma cena do Mundo dos Dinossauros, mas elas trazem muita alegria. Nem o Scott nem eu gostávamos muito de galinhas inicialmente, mas aprendemos muito e elas são professoras muito pacientes. Galinhas são espertas, afetuosas e engraçadas, mas o que realmente impressiona é que são mães muito devotadas e abnegadas. Elas literalmente dão toda sua comida a seus pintinhos e passam o tempo todo cuidando deles. Elas são muito especiais e somos gratos aos primeiros residentes do Santuário de Elefantes do Brasil – nossas galinhas.

EM MEMÓRIA DOS NOSSOS AMIGOS DO SANTUÁRIO

Maggie

Goomba

Maggie morreu em janeiro de 2019 depois de ser uma guardiã e amiga por 17 anos. Maggie era um cão abandonado que apareceu no meio da rua em Tennessee e foi o cão do Scott. Sempre considerou o quadriciclo do Scott como seu, e algumas vezes não deixava ninguém chegar perto. Quem conheceu a Maggie no Tennessee lembra que ela costumava provocar as pessoas para acariciar sua barriga só para poder beliscá-los. Ela nunca mordia, mas adorava assustar as pessoas. Os que a conheceram no Brasil viram uma Maggie carinhosa, meio surda e com visão limitada, mas sempre pronta para brincar. Ela estava determinada a viver até os 18 anos quando dissemos para ela que não teria que seguir regras.

Depois de 11 anos acreditando que era dono da Kat, Goomba morreu em agosto de 2019 depois de perder sua luta contra o câncer. Ele está enterrado embaixo de um jasmim perto da varanda da Kat e do Scott. Goomba apareceu no santuário em Tennessee quando tinha somente dois anos. Ele estava literalmente no meio dos nossos outros 10 cães e quando a Kat subiu no quadriciclo para ir alimentar os elefantes, o Goomba pulou em cima dela e a Kat foi sua humana até o fim. Ele foi um excelente exemplo para as jovens Minnie e Molly em termos de comportamento em torno dos elefantes e respeito ao seu espaço. No final, Goomba teve problemas cardíacos e de coluna, e teve que desistir de correr pela propriedade, tornando-se um cão de sofá, passando o dia em companhia de sua humana. (Assista → Caminhadas com a Goomba)

Clyde Kitty

Após anos aprendendo a ficar mais confortável com as pessoas, Clyde ficou doente e foi levado ao veterinário. Durante sua estadia no hospital, ele finalmente aprendeu a aceitar carinho. Infelizmente, quando estava para voltar para casa, ele faleceu. O Clyde Kitty era um gatinho abandonado que encontramos perto do habitat dos elefantes. Lentamente ele foi chegando em casa e ficava no depósito vazio no meio do caminho. Inicialmente ele ficava entre três propriedades, e depois, só entre duas propriedades – a nossa e a da antiga veterinária do SEB (nossa veterinária que morava com o marido na propriedade, a 20 minutos de distância). O Clyde estava sempre mais próximo de nossos gatos do que dos humanos. Ele adorava o Bodhi e eles brincavam juntos, se limpavam, e dormiam no sol durante o dia. O Clyde foi ferido em 2019, aparentemente prendeu seu rabo em alguma coisa e perdeu metade dele. Nós colocamos sedativos na comida, conseguimos pegá-lo e levá-lo para o veterinário para amputar a maior parte de seu rabo e para esterilizá-lo. Ele ficou na nossa casa durante a recuperação, mas não gostou de ficar conosco. Com o tempo sua aceitação cresceu, mas ele ainda não deixava que o tocássemos. Ele nos seguia nos jardins (os outros gatos ensinaram isso a ele) e já estava entrando na nossa casa para refeições, contanto que não fechássemos a porta. Ele nunca deixou que o tocássemos, mas tudo bem. Ele era um gato engraçadinho com lindos olhos, uma barriga grandinha que era muito exigente nas horas das refeições. Nós o amávamos do jeito que ele era.

Frederick

Em março de 2020, Frederick deitou-se pela última vez num pasto sereno perto do habitat africano. Vamos sentir falta de seu focinho cinza e suas saudações matinais. Muitos de vocês sabem tudo sobre ele, pois adoramos compartilhar as histórias de todos os nossos residentes. Essa não é uma boa notícia, mas pedimos que vocês tentem não ficar tristes – pelo menos não por ele. Quando chegamos na propriedade, o Frederick estava ansioso e desconfiado. Seus antigos donos o usaram uma última vez para reunir o gado, e tiveram que laçá-lo. Ele literalmente tentava correr através e por cima das pessoas. Ele tinha feridas causadas por uma sela não ajustada apropriadamente e cicatrizes em vários lugares. Ele não queria ser tocado. Queria que o deixassem em paz. Portanto, no início nós lhe demos espaço. Lentamente ele começou a se aproximar, a mostrar interesse nos dois novos humanos na propriedade. Tentamos vários petiscos diferentes de cavalo para ajudar a construir um relacionamento, mas ele não gostou de nenhum deles. Uma tarde, de brincadeira, eu ofereci uma batata Pringles, e foi o primeiro petisco que ele aceitou. Foi então que percebi que ele era meu menino (tenho problemas com sal), e daí em diante tudo mudou. O Frederick ficava por perto da varanda, esperando por um petisco (que mudamos para ração apropriados para cavalos sênior/idosos), e relinchava quando nos via, antecipando algo gostoso. Esse som sempre será um dos nossos ruídos favoritos.

Ele começou a deixar que o tocássemos e percebeu que não queríamos machucá-lo. Deixamos que sua crina crescesse, e ele parecia muito orgulhoso de seu cabelo comprido – ele andava com uma nova confiança. Ele foi de um cavalo inseguro, fechado, ao grande chefe do local, que queria que todos vissem como ele era fantástico. Sua confiança em nós cresceu, e ele começou a permitir que o escovássemos, cuidássemos de suas feridas, tirássemos espinhos presos na sua crina – algo que ele aprendeu a gostar.  Isso nós frequentemente fazíamos no final do dia, e o Frederick adormecia. Esse era um momento precioso para todos nós. Sua técnica para comer manga era terrível: ele não comia os caroços, mas mastigava a manga até que o suco e pequenos pedaços caíssem de sua boca enquanto fazia ruídos com os lábios. Isso realmente o fazia feliz, e nos fez rir em muitos finais de dia quando saíamos para caminhar com os cães. 

Frederick era dono da propriedade. Ele a conhecia melhor do que nós dois, agia como se fosse o prefeito, mas vinha todas as manhãs para ver o sol nascer e tomar o café da manhã com o Scott. Nós o víamos frequentemente durante o dia, principalmente quando o galpão do habitat africano começou a ser construído. Novamente, ele achou que era dono do lugar. Mas o  Frederick era um cavalo velho. De acordo com seu dono, ele tinha pelo menos 25 anos quando nos mudamos para a propriedade. Ele estava grisalho e era muito engraçadinho, mas nunca perdeu sua personalidade independente, o que aceitamos. Era parte dele, e não queríamos mudar isso. Nunca tentamos cavalga-lo; ele mostrou claramente que não curtia essa parte da sua vida. Ele simplesmente passeava pela propriedade, pastava constantemente, vinha quando precisava de carinho e comida, vivendo uma aposentadoria excelente para um cavalo. 

Cinco anos atrás, timidamente perguntamos se poderíamos manter o cavalo que estava na propriedade, e os antigos donos disseram que sim. Ficamos muito felizes. O Frederick era encantador, e tentar recuperá-lo nos trouxe serenidade e nos ajudou a perceber que estávamos lutando para conseguir que tudo funcionasse, mesmo que às vezes nos sentíssemos emocionalmente derrotados. Ele nos ajudou muito, fazendo-nos sorrir quando começou a desabrochar. Esperamos que, como com todos os elefantes, pudemos lhe dar pelo menos um pouco do que ele nos deu. Vamos sentir muita falta dele, mas não estamos tristes por ele. Sabemos que tivemos muita sorte de termos uns aos outros.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

elefantesbrasil

Há seis anos, Mara e sua dedicada equipe de tratad Há seis anos, Mara e sua dedicada equipe de tratadores viajaram da Argentina para o Brasil em meio à pandemia de COVID-19. Quando tantas pessoas buscavam um pouco de luz, a jornada de Mara trouxe esperança em meio à incerteza. Ela estava entusiasmada com seu novo lar e curiosa sobre os outros elefantes; desde que havia sido separada de Pupy e Kuky no ecoparque, anos antes, estava sozinha, e ninguém poderia culpá-la por certa desconfiança.

Para celebrar tudo o que os elefantes no Santuário conquistaram em seus aniversários de renascimento, queremos olhar o quanto avançaram desde os primeiros dias. Hoje, destacamos a relação de Mara com Rana e como, apesar dos desafios, as duas demonstraram um amor resiliente.

Rana se interessou por Mara desde seu segundo dia no Santuário. Ela vocalizou bastante e demonstrou empolgação com a nova amiga, mas, no início, Mara não chegou perto o suficiente para que se tocassem. Depois dessas primeiras interações, as duas pareceram relaxar; então, quando demos a elas a oportunidade de se encontrar através da cerca, ambas pareciam prontas para se conectar.

Mara se aproximou de Rana de forma um tanto submissa, apresentando primeiro a parte de trás. Rana estendeu a tromba, cheirou Mara e a tocou com delicadeza na cauda. Mara, com seus guinchinhos, ficou mais corajosa e estendeu a tromba em direção a Rana — o que resultou em roncos profundos. Com o tempo, Mara passou a tocar as pernas de Rana, vocalizando cada vez mais intensamente. Algumas cheiradas adicionais resultaram em muitos sons empolgados das duas. Pela primeira vez, vimos Mara levantar o pé em direção a Rana, aparentemente como gesto de afeto — algo que ela ainda faz de vez em quando. Foi uma interação incrivelmente positiva e natural, embora tenha exigido coragem de ambas.

Relacionamentos nem sempre surgiram naturalmente para Mara; por isso, quando ela demonstra o quanto seu vínculo com Rana se tornou forte, também mostra a si mesma que se abrir traz benefícios. À medida que essas “vovós” passam seus anos de maturidade juntas, o vínculo entre elas só se fortaleceu. Elas têm uma energia tranquila e relaxada, que esperamos que continue por muitos anos ainda.
Ontem desejamos a Guillermina um feliz 4º aniversá Ontem desejamos a Guillermina um feliz 4º aniversário de renascimento, também conhecido como aniversário de Santuário! A cada ano, vemos Guille crescer ainda mais e, a cada ano, pensamos no orgulho que sua mãe, Pocha, sentiria ao ver a filha amadurecer e se tornar sua verdadeira versão elefante. É claro que Guille não perdeu seu espírito jovem, e mantém todos atentos com sua personalidade cheia de energia. Ao olharmos para a jornada que mãe e filha começaram juntas, realmente acreditamos que Guille pensa em Pocha com frequência, e que o presente de amor profundo que Pocha lhe deu provavelmente influencia sua forma de se relacionar com o mundo ao seu redor.

Neste ano, ao celebrarmos os aniversários de renascimento de todos, queremos focar em alguns dos relacionamentos que foram construídos entre os elefantes no Santuário; neste caso, achamos que seria significativo compartilhar alguns dos primeiros momentos em que Guillermina e Pocha interagiram com Bambi, Mara e Rana. Esta foi, na verdade, a primeira vez que Bambi fez contato físico com as novas meninas, estendendo a tromba primeiro para Pocha, já que ela estava mais próxima; um momento depois, Bambi também tocou Guillermina com delicadeza.
Neste vídeo de lembrança, gravado logo depois daqueles momentos iniciais, é possível ver Guille estender a tromba primeiro para Rana e, então, quando Bambi se aproximou, ela e Guille entrelaçaram as trombas uma na outra, com curiosidade. Todas estavam relaxadas e, na verdade, Rana ficou junto à cerca por bastante tempo, comendo seu feno. Mara parecia um pouco intimidada pelas vocalizações de Guille e fez uma pequena pausa sob as árvores. As três elefantas caminharam ao longo da cerca, e Pocha encostou o corpo no ponto onde Bambi estava. Bambi cheirou a barriga de cada uma delas e permaneceu perto de onde elas estavam por vários minutos.

Foi uma interação positiva que ajudou Guille e Pocha, que não necessariamente eram fluentes em se comunicar com outros elefantes naqueles primeiros dias. Essa apresentação exigiu verdadeira coragem das novas meninas, mas marcou o início de algo forte e belo.
Por mais encharcadas que as coisas tenham estado u Por mais encharcadas que as coisas tenham estado ultimamente, ainda estamos aproveitando o clima mais fresco que vem com a estação chuvosa, que em breve começa a diminuir. Ver os elefantes beliscando seus lanches, ouvir a mastigação e o abanar das orelhas, e escutar o som da chuva leve caindo é tão relaxante que faz valer a pena ficar por perto e observar as meninas por alguns instantes, de longe — especialmente quando elas estão apenas sendo elefantes e nos ignorando completamente.

Às vezes, o amplo céu azul produz vários arco-íris, que ficam sobre as meninas enquanto elas beliscam, brincam e “conversam”. Os tratadores foram verificar Rana, na frente, e Mara, atrás, e encontraram Rana dando mordidas enormes no capim verde; Mara, por sua vez, beliscava de forma mais delicada. A equipe de tratadores conseguiu registrar este breve vislumbre de um arco-íris atravessando o céu nublado. Foi, e continua sendo, um lembrete de que a magia está por toda parte, se pararmos para olhar e apreciar.

P.S.: Estamos muito felizes em anunciar que o Pangea Trust em breve dará as boas-vindas a Julie, a última elefanta de circo em Portugal, em seu santuário. Julie se juntará a Kariba, que será a primeira elefanta a chamar Pangea de lar. Para o Global Sanctuary for Elephants, tem sido uma honra prestar consultoria à equipe deles e compartilhar nossa experiência e conhecimento, e estamos ansiosos para ver tudo o que a Pangea poderá realizar no futuro.
Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um t Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um trecho da Bambi bebendo água no celeiro. Conforme o vídeo avança, é possível ver Guillermina, à esquerda, e Maia, à direita, que estavam terminando o café da manhã e de olho em Bambi. Embora houvesse um bebedouro de metal a poucos passos dali, Bambi pareceu preferir beber de um jeito especial, direto da mangueira — e seus tratadores ficaram felizes em atender ao pedido.

P.S.: Para quem ficou curioso, a tromba de um elefante pode comportar cerca de 5 litros de água por vez, então Bambi consegue beber bastante antes que seu nariz fique cheio!
Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é uma parte importante da rotina da nossa equipe! Cada elefanta no Santuário tem uma dieta especial, adaptada às suas necessidades e preferências. Todos os dias, frutas, legumes e verduras são cortados, petiscos são preparados, e medicamentos e suplementos são misturados em bolinhas de ração ou colocados dentro de maçãs.

Depois de décadas de alimentação inadequada e tratamento médico insuficiente, esse nível de cuidado especializado garante que os elefantes do Santuário recebam todo o apoio necessário em suas jornadas de cura.
A Dra. Luciana visitou o Santuário novamente há al A Dra. Luciana visitou o Santuário novamente há alguns dias — ela vem examinar os residentes do Santuário a cada duas semanas — e ela e o Dr. Mateus avaliaram todas as elefantas juntos. Todas passaram por uma avaliação completa, incluindo Mara. Depois do check-up e do tratamento, Mara foi para fora, até a poça de lama ali perto.

Começou a chover forte, e Mara logo percebeu que a terra estava virando lama rapidamente. No início, a lama estava macia e com alguns torrões, em vez de mais líquida, o que seria melhor para borrifar. Então, em vez disso, ela pegava pequenas porções com a tromba e as jogava em si mesma, com toda a naturalidade. Conforme a chuva continuou, a lama começou a espirrar mais, e ela conseguiu se cobrir por completo — ficando ainda mais suja do que aparece neste vídeo!
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil