[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

CACHORROS DO SEB

Nós sempre brincamos: O que é um santuário de elefantes sem cachorros? Para nós os dois andam juntos. Nós resgatamos os que precisam ser resgatados, e isso às vezes inclui um cão ou dois. É parte dessa terra ser um santuário para todos e tudo.

Minnie & Molly

Aproximadamente 7 anos de idade
Quando chegamos à propriedade, encontramos duas cadelas que haviam sido deixadas para trás pelos antigos donos. Sendo o que somos, decidimos tentar ganhar sua confiança, apesar de que no início elas fugiam se olhássemos para elas.

Molly foi a primeira a decidir nos aceitar. Minnie, sua companheira de ninhada, levou mais tempo. No entanto, percebendo o conforto da Molly, ela começou a nos aceitar também. Quando seus donos sugeriram voltar para pegá-las, todos concordamos que o santuário era o seu lar. Enquanto a Molly não consegue entender o conceito de espaço pessoal e prefere ir de quadriciclo para o galpão, a Minnie é uma doçura com a quantidade suficiente de juventude e energia para o Bugsy. Elas são cadelas fenomenais, mas ainda ficam um pouco relutantes perto de estranhos, principalmente homens. Como com os elefantes, a recuperação é resultado de trabalho constante, e elas continuam a evoluir.

Minnie
Molly
Molly, Minnie e Bugsy

Bugsy

Aproximadamente 5 anos de idade
Bugsy tinha mais ou menos 6 meses quando o encontramos à beira da estrada no início de 2017. Quando passamos por ele, não sabíamos o que era, mas paramos e vimos um filhote coberto de sarna e spray prateado usado para insetos no gado. Porque ele estava com uma doença contagiosa, foi mantido separado dos outros cães e mostrou que era um dos filhotes mais bem comportados que jamais vimos, saindo da sua casca rapidamente.

Ele agora tem a maior parte de seu pêlo de volta (ele estava completamente pelado e desenvolveu um segundo tipo de sarna depois que a primeira foi curada) e está bem saudável. Bugsy é um cão incrivelmente leal e exuberante. Ele nos acompanha quando vamos dar a refeição noturna para os elefantes, nos protegendo das antas, mas senta-se e espera fora do curral ou na estrada para não interferir com a vida selvagem. Quando voltamos para perto dele, ele corre da mesma maneira que o fazia quando filhote, com seu corpo indo em todas as direções. Minnie é sua companheira de brincadeira que o ajuda a controlar sua energia e Goomba compartilhava seus brinquedos, o que deixa o Bugsy muito feliz. Ele é o nosso cão de guarda, aquele de quem nossos vizinhos têm medo, mas é seu melhor amigo quando conhece você.

GATOS DO SEB: Bodhy & Saffy

Aproximadamente 8 anos de idade
Bodhi e Saffy foram deixados numa caixa para nós quando moramos mais no norte do Brasil, em Guarantã, enquanto ainda estávamos procurando por uma propriedade para o santuário. Nós comentamos que sentíamos falta de nossos cães, portanto alguém nos trouxe dois gatinhos. Eles estavam cobertos de pulgas e fungos, e chegaram num domingo quando não havia nenhuma loja aberta e nosso estoque de comida vegana não tinha nada para eles.

Eles são gatos surpreendentes. Bodhi é um típico filhote: grande personalidade, mas super amigável. Definitivamente não tão esperto quanto sua irmã (são da mesma ninhada), mas ama todos e tudo. Saffy é sossegada (gosta de pegar carona no carro), mas mais amorosa. Enquanto Bodhi só é amoroso quando estiver frio lá fora (10 a 15 graus), Saffy é sempre carinhosa. Ela geralmente fica deitada em poses que não são muito adequadas para uma senhora, mas é uma boneca. Todas as noites eles dormem na cama dos cães depois de um pouco de carinho mútuo.

AS CABRAS: Jorgina & Sally

Aproximadamente 2 anos de idade
Essas duas são um equilíbrio perfeito de problemas e alegrias. Supostamente irmãs, elas vieram de alguém que vendia leite de cabra e estava pronto para se livrar delas para que parassem de beber o leite de sua mãe. Nunca tivemos cabras antes, mas sempre as amamos de longe. A Sally e a Jorgie nos tem ensinado muito. A Sally e a Jorgina chegaram amedrontadas, e não conseguíamos tocá-las. Com toda a forragem natural para elas comerem, comida não era um bom motivador. Elas ficaram no recinto vazio de antas até que se acostumaram um pouco. Então nós as deixamos livres para curtir a área cercada. O estranho foi que, assim que ganharam aquele espaço, elas se abriram. Em poucos dias elas pararam de fugir de nós e começaram a correr em nossa direção super rápido.

Dizem que cabras comem de tudo, mas isso não é verdade. Elas não comem suas vitaminas nem os remédios formulados em cubos de açúcar. No entanto, o óleo de motor e detergente em pó da lavanderia são duas coisas que elas adorariam experimentar. De todas as coisas que lemos e ouvimos sobre cabras, ninguém nos contou que jamais poderíamos andar normalmente no pátio novamente. Se elas puderem, elas acham uma maneira de se encostar em nós a cada passo que damos. Duas vezes por dia, elas ficam meio malucas. Durante 15 minutos, elas pulam em todas as superfícies possíveis, derrubam coisas, correm por tudo, espantam as galinhas. Depois disso, é hora de dormir na cama dos cachorros. Uma das melhores coisas sobre elas é que fazem as pessoas amá-las. Todos os nossos funcionários da manutenção agora as agradam e falam com elas, principalmente porque a Sally e a Jorgie querem que o façam. Enquanto a Jorgie adora que a acariciem entre os chifres, a Sally prefere ser acariciada no pescoço. Ambas amam deitar com qualquer humano que o permitir. Não há um dia em que elas não nos façam rir. Elas são um presente maravilhoso.

OVELHA: Milo

Aproximadamente 1 anos de idade
Um carneiro órfão que foi trazido para nós com 7 dias de idade. Ele chegou doentinho, mas está muito melhor e gosta de dormir nas camas dos cães na sala e conhecer as outras criaturas do nosso santuário.

AMIGOS DE PENAS

Uma variedade de idades, tamanhos, cores e personalidades. Quando nos mudamos para a propriedade, todas as galinhas e todos os cachorros deveriam ter saído. Nós chegamos, e eles ainda estavam aqui. Havia um plano para removê-los. Bem…depois que você começa a alimentá-los, dá nomes a eles tentando torná-los seus amigos, tudo muda. Definitivamente são muitas galinhas, mas elas são tão individuais e maravilhosas que é impossível dar uma, sabendo que elas se transformarão em alimento – isso é o que elas são nesta parte do país.

Alimentá-las parece ser uma cena do Mundo dos Dinossauros, mas elas trazem muita alegria. Nem o Scott nem eu gostávamos muito de galinhas inicialmente, mas aprendemos muito e elas são professoras muito pacientes. Galinhas são espertas, afetuosas e engraçadas, mas o que realmente impressiona é que são mães muito devotadas e abnegadas. Elas literalmente dão toda sua comida a seus pintinhos e passam o tempo todo cuidando deles. Elas são muito especiais e somos gratos aos primeiros residentes do Santuário de Elefantes do Brasil – nossas galinhas.

EM MEMÓRIA DOS NOSSOS AMIGOS DO SANTUÁRIO

Maggie

Goomba

Maggie morreu em janeiro de 2019 depois de ser uma guardiã e amiga por 17 anos. Maggie era um cão abandonado que apareceu no meio da rua em Tennessee e foi o cão do Scott. Sempre considerou o quadriciclo do Scott como seu, e algumas vezes não deixava ninguém chegar perto. Quem conheceu a Maggie no Tennessee lembra que ela costumava provocar as pessoas para acariciar sua barriga só para poder beliscá-los. Ela nunca mordia, mas adorava assustar as pessoas. Os que a conheceram no Brasil viram uma Maggie carinhosa, meio surda e com visão limitada, mas sempre pronta para brincar. Ela estava determinada a viver até os 18 anos quando dissemos para ela que não teria que seguir regras.

Depois de 11 anos acreditando que era dono da Kat, Goomba morreu em agosto de 2019 depois de perder sua luta contra o câncer. Ele está enterrado embaixo de um jasmim perto da varanda da Kat e do Scott. Goomba apareceu no santuário em Tennessee quando tinha somente dois anos. Ele estava literalmente no meio dos nossos outros 10 cães e quando a Kat subiu no quadriciclo para ir alimentar os elefantes, o Goomba pulou em cima dela e a Kat foi sua humana até o fim. Ele foi um excelente exemplo para as jovens Minnie e Molly em termos de comportamento em torno dos elefantes e respeito ao seu espaço. No final, Goomba teve problemas cardíacos e de coluna, e teve que desistir de correr pela propriedade, tornando-se um cão de sofá, passando o dia em companhia de sua humana. (Assista → Caminhadas com a Goomba)

Clyde Kitty

Após anos aprendendo a ficar mais confortável com as pessoas, Clyde ficou doente e foi levado ao veterinário. Durante sua estadia no hospital, ele finalmente aprendeu a aceitar carinho. Infelizmente, quando estava para voltar para casa, ele faleceu. O Clyde Kitty era um gatinho abandonado que encontramos perto do habitat dos elefantes. Lentamente ele foi chegando em casa e ficava no depósito vazio no meio do caminho. Inicialmente ele ficava entre três propriedades, e depois, só entre duas propriedades – a nossa e a da antiga veterinária do SEB (nossa veterinária que morava com o marido na propriedade, a 20 minutos de distância). O Clyde estava sempre mais próximo de nossos gatos do que dos humanos. Ele adorava o Bodhi e eles brincavam juntos, se limpavam, e dormiam no sol durante o dia. O Clyde foi ferido em 2019, aparentemente prendeu seu rabo em alguma coisa e perdeu metade dele. Nós colocamos sedativos na comida, conseguimos pegá-lo e levá-lo para o veterinário para amputar a maior parte de seu rabo e para esterilizá-lo. Ele ficou na nossa casa durante a recuperação, mas não gostou de ficar conosco. Com o tempo sua aceitação cresceu, mas ele ainda não deixava que o tocássemos. Ele nos seguia nos jardins (os outros gatos ensinaram isso a ele) e já estava entrando na nossa casa para refeições, contanto que não fechássemos a porta. Ele nunca deixou que o tocássemos, mas tudo bem. Ele era um gato engraçadinho com lindos olhos, uma barriga grandinha que era muito exigente nas horas das refeições. Nós o amávamos do jeito que ele era.

Frederick

Em março de 2020, Frederick deitou-se pela última vez num pasto sereno perto do habitat africano. Vamos sentir falta de seu focinho cinza e suas saudações matinais. Muitos de vocês sabem tudo sobre ele, pois adoramos compartilhar as histórias de todos os nossos residentes. Essa não é uma boa notícia, mas pedimos que vocês tentem não ficar tristes – pelo menos não por ele. Quando chegamos na propriedade, o Frederick estava ansioso e desconfiado. Seus antigos donos o usaram uma última vez para reunir o gado, e tiveram que laçá-lo. Ele literalmente tentava correr através e por cima das pessoas. Ele tinha feridas causadas por uma sela não ajustada apropriadamente e cicatrizes em vários lugares. Ele não queria ser tocado. Queria que o deixassem em paz. Portanto, no início nós lhe demos espaço. Lentamente ele começou a se aproximar, a mostrar interesse nos dois novos humanos na propriedade. Tentamos vários petiscos diferentes de cavalo para ajudar a construir um relacionamento, mas ele não gostou de nenhum deles. Uma tarde, de brincadeira, eu ofereci uma batata Pringles, e foi o primeiro petisco que ele aceitou. Foi então que percebi que ele era meu menino (tenho problemas com sal), e daí em diante tudo mudou. O Frederick ficava por perto da varanda, esperando por um petisco (que mudamos para ração apropriados para cavalos sênior/idosos), e relinchava quando nos via, antecipando algo gostoso. Esse som sempre será um dos nossos ruídos favoritos.

Ele começou a deixar que o tocássemos e percebeu que não queríamos machucá-lo. Deixamos que sua crina crescesse, e ele parecia muito orgulhoso de seu cabelo comprido – ele andava com uma nova confiança. Ele foi de um cavalo inseguro, fechado, ao grande chefe do local, que queria que todos vissem como ele era fantástico. Sua confiança em nós cresceu, e ele começou a permitir que o escovássemos, cuidássemos de suas feridas, tirássemos espinhos presos na sua crina – algo que ele aprendeu a gostar.  Isso nós frequentemente fazíamos no final do dia, e o Frederick adormecia. Esse era um momento precioso para todos nós. Sua técnica para comer manga era terrível: ele não comia os caroços, mas mastigava a manga até que o suco e pequenos pedaços caíssem de sua boca enquanto fazia ruídos com os lábios. Isso realmente o fazia feliz, e nos fez rir em muitos finais de dia quando saíamos para caminhar com os cães. 

Frederick era dono da propriedade. Ele a conhecia melhor do que nós dois, agia como se fosse o prefeito, mas vinha todas as manhãs para ver o sol nascer e tomar o café da manhã com o Scott. Nós o víamos frequentemente durante o dia, principalmente quando o galpão do habitat africano começou a ser construído. Novamente, ele achou que era dono do lugar. Mas o  Frederick era um cavalo velho. De acordo com seu dono, ele tinha pelo menos 25 anos quando nos mudamos para a propriedade. Ele estava grisalho e era muito engraçadinho, mas nunca perdeu sua personalidade independente, o que aceitamos. Era parte dele, e não queríamos mudar isso. Nunca tentamos cavalga-lo; ele mostrou claramente que não curtia essa parte da sua vida. Ele simplesmente passeava pela propriedade, pastava constantemente, vinha quando precisava de carinho e comida, vivendo uma aposentadoria excelente para um cavalo. 

Cinco anos atrás, timidamente perguntamos se poderíamos manter o cavalo que estava na propriedade, e os antigos donos disseram que sim. Ficamos muito felizes. O Frederick era encantador, e tentar recuperá-lo nos trouxe serenidade e nos ajudou a perceber que estávamos lutando para conseguir que tudo funcionasse, mesmo que às vezes nos sentíssemos emocionalmente derrotados. Ele nos ajudou muito, fazendo-nos sorrir quando começou a desabrochar. Esperamos que, como com todos os elefantes, pudemos lhe dar pelo menos um pouco do que ele nos deu. Vamos sentir muita falta dele, mas não estamos tristes por ele. Sabemos que tivemos muita sorte de termos uns aos outros.

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

Santuário de Elefantes Brasil

elefantesbrasil

Era o início da tarde, e todas as elefantas estav Era o início da tarde, e todas as elefantas estavam no processo de digestão do café da manhã e tirando cochilos em pé — ou fazendo as duas coisas ao mesmo tempo. Alguns tratadores estavam próximos ao galpão limpando os recintos quando começou a chover com bastante intensidade. Do galpão, é possível ver o lago no Recinto 5 e, logo ao lado, um enorme monte de terra que a equipe havia recentemente afofado para as meninas.

Aqui, vemos que uma Mara completamente encharcada decidiu se deitar e se acomodar naquele monte de terra que, em poucos instantes, viraria lama. Rana permanece ao lado dela em uma postura levemente protetora, mas com um comportamento tranquilo, parecendo mais interessada em amassar a lama com a tromba. Mara se movimenta para ficar ainda mais “molezinha” e joga pequenas porções de terra para o alto com a tromba. Em determinado momento, ela se apoia nos cotovelos, fazendo com que a barriga deslize pela lama, antes de se sentar quase completamente sobre o próprio corpo.

Rana, por sua vez, passa a maior parte do tempo em pé, brincando no monte de terra, mas, assim que Mara fica totalmente de pé, Rana decide arrastar o traseiro e esfregá-lo no rosto e no corpo da amiga. Foi um momento muito bobo e divertido — daqueles que os dias de chuva costumam despertar aqui no santuário.
Rana e Mara estavam fazendo aquilo que costumam fa Rana e Mara estavam fazendo aquilo que costumam fazer: caminhar e pastar, caminhar e pastar. Enquanto fazíamos uma limpeza perto do galpão, as duas elefantas beliscavam algumas das gramíneas mais altas no Recinto 5 e os “enfeites” de feno que havíamos deixado espalhados pelos recintos. Em determinado momento, ambas decidiram dar um mergulho no lago.

Mara — que você pode notar estar usando um “chapéu” bem especial (bem, tecnicamente ele está sobre os ombros, e não na cabeça) — parecia especialmente brincalhona naquele dia e começou a soprar bolhas na superfície da água. Ela já estava coberta de terra e lama de uma animada sessão de banho de poeira mais cedo, então, ao escorregar para uma posição sentada e depois se deitar com a água chegando até os olhos, sem dúvida ficou ainda mais enlameada a cada minuto.

Rana, por sua vez, permaneceu com a água até a barriga, mas não se submergiu da mesma forma que Mara. Quando as duas começaram a sair do lago, Mara decidiu apertar a tromba e o rosto contra a margem lamacenta — um sinal bastante confiável de que ela estava se sentindo especialmente brincalhona naquele momento!
Muitas vezes, as araras, os papagaios e os periqui Muitas vezes, as araras, os papagaios e os periquitos do santuário fazem uma grande algazarra. O Sorriso de Domingo desta semana nos dá um rápido vislumbre de algumas araras-canindé nas árvores ao fundo do habitat das elefantas africanas. Se elas não estivessem tão concentradas em comer os frutos de pequi das árvores, provavelmente estariam bem mais tagarelas. Ainda assim, são lindas de se ver e fazem parte colorida do nosso dia a dia aqui no Santuário de Elefantes Brasil.
A Maia tem um jeito calmo, mas também brincalhão A Maia tem um jeito calmo, mas também brincalhão. Ela parece saber quando é hora de fazer graça e, alternadamente, quando é hora de trazer uma energia tranquila para a manada. Ela não tem problema algum em assumir a liderança quando a situação pede, mas, no geral, parece igualmente feliz em permanecer ao lado da Bambi, agindo como uma guia gentil. Os olhos da Maia variam de muito suaves a bem abertos e cheios de vivacidade (ela é conhecida pelo seu olharzinho de canto brincalhão), mas quando está perto da Bambi, tende a ficar mais suave. Aqui, enquanto caminha em direção à amiga, dá para perceber seu olhar relaxado — e também admirar bem seus cílios longos e lindíssimos.

As duas elefantas estavam beliscando um monte de feno que os tratadores haviam deixado no habitat — apenas uma pequena surpresa extra para elas encontrarem enquanto exploram. A Guille estava um pouco afastada, talvez em sua própria busca por petiscos ou por algumas mordidas de casca de árvore. (Ela é a única elefanta asiática aqui que costuma arrancar e comer a casca das árvores.) As três certamente se reencontraram pouco depois, já que costumam se procurar ao longo da tarde. Não há nada como observar os elefantes simplesmente sendo elefantes todos os dias.
Elefantes não são atrações. São animais selva Elefantes não são atrações.
São animais selvagens que merecem dignidade.

Após a morte da elefanta Kenya, uma campanha antiga contra santuários foi reativada, usando alegações falsas e pressões políticas para impedir que elefantes sejam transferidos para o Santuário de Elefantes Brasil.

Como resultado, nossa licença para receber novos elefantes foi suspensa — uma decisão que não afeta em nada as elefantas que já vivem no santuário.

Agora, o SEB está sendo submetido a um nível de exigência e fiscalização que não é aplicado a nenhuma outra instituição.

Por isso, estamos pedindo não apenas uma fiscalização mais rigorosa dos zoológicos que mantêm elefantes, com atuação do Ibama e da SEMA, mas que essas instituições sejam submetidas aos mesmos padrões exigidos do santuário.

O vídeo mostra elefantes em zoológicos (em cima) e os mesmos elefantes, agora no Santuário (embaixo).

Essa causa precisa da sua voz.
Assine agora a petição no Change.org (link na bio e nos stories)
Juntos, podemos mudar isso.
Na semana passada, compartilhamos um vídeo da Mar Na semana passada, compartilhamos um vídeo da Mara aproveitando algumas mordidas de uma árvore que havia caído parcialmente no habitat. Ela gostou tanto que arrastou um galho grande até a cerca para beliscar. A árvore, localizada no Recinto 4, perto do anexo, acabou perdendo ainda mais galhos durante uma grande tempestade, o que nos deu novas oportunidades de oferecer forrageio às elefantas.

Os tratadores decidiram cortar os galhos em partes mais fáceis de manejar, para que as elefantas pudessem aproveitá-los sem precisar fazer tanto esforço. A Rana e a Mara já estavam no Recinto 4, então espalhamos vários pedaços para cada uma delas. Claro que as duas foram, no início, para o mesmo galho e, em certo momento, houve até um pequeno “cabo de guerra”. A Mara acabou vencendo quando a Rana saiu para procurar outro pedaço que não precisasse dividir. Como você pode ver aqui, ela pareceu mais do que satisfeita com o lanche que finalmente conseguiu.
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil