[email protected]
Santuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes BrasilSantuário de Elefantes Brasil
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO

A JORNADA PARA CASA COMEÇA

Durante a maior parte de sua vida, Pupy viveu no centro de uma cidade movimentada, no que era conhecido como o Templo Hindu dos Elefantes no Ecoparque de Buenos Aires, longe dos vastos espaços selvagens que os elefantes precisam para prosperar. Mas agora, tudo está prestes a mudar. Pupy está dando os últimos passos para se preparar para sua relocação ao santuário—um novo lar definitivo, onde ela terá o espaço, os cuidados e a autonomia necessários para retomar uma vida mais natural e digna.

SUA VIAGEM DE BUENOS AIRES AO MATO GROSSO

A rota para o santuário será idêntica à jornada de Mara em 2020. Como sempre, os elefantes determinam como a viagem ocorre, com que frequência a equipe para e por quanto tempo. Faremos todo o possível para garantir que ela esteja confortável durante a jornada, oferecendo-lhe segurança ao longo do caminho.

Atualizaremos nosso mapa diariamente durante o transporte para que você possa acompanhar o progresso da jornada até o SEB.

Buenos Aires   • • • • • • • • • • • • • •  >   SEB  (+/- 2.690 km)

ATUALIZAÇÃO: PUPY ESTÁ EM CASA!

Durante a maior parte da sua vida, Pupy viveu no centro de uma cidade movimentada, no que antes era conhecido como o Templo Hindu dos Elefantes, no Ecoparque de Buenos Aires — bem distante dos vastos espaços naturais que os elefantes precisam para prosperar.

Bem-vinda ao seu novo lar, Pupy!
Pupy chegou ao santuário na manhã do dia 18 de abril e, depois de tirar todo o tempo que precisava para se acostumar com a ideia, deu seus primeiros passos para fora da caixa de transporte e pisou no solo do santuário!
Essa data marca o início de uma nova vida para Pupy — uma vida em que ela poderá descobrir o que realmente significa viver como uma elefanta, com dignidade e liberdade de escolha.
É uma honra tê-la aqui, e estamos animados para compartilhar com vocês sua jornada de cura e autodescoberta.

A HISTÓRIA DE PUPY

A jornada de Pupy tem sido longa. Ela foi transportada do Parque Nacional Kruger para o que era então um zoológico em Buenos Aires em 1993, onde viveu ao lado de sua companheira, Kuky, por mais de 30 anos. Infelizmente, Kuky faleceu inesperadamente em outubro passado, e agora Pupy fará essa viagem para seu lar definitivo sozinha. O zoológico, que se tornou um ecoparque, também foi o lar de Mara, que fez sua jornada para o Santuário de Elefantes Brasil em 2020. Agora, é a vez de Pupy.

Pupy será a primeira elefanta africana no santuário, mas não ficará sozinha no habitat das fêmeas africanas por muito tempo. Kenya, outra elefanta africana solitária, logo se juntará a ela, oferecendo a oportunidade de companheirismo que os elefantes tanto precisam. Este é um momento transformador para Pupy, e convidamos você a se juntar a nós nessa jornada.

VOCÊ PODE FAZER PARTE DO NOVO COMEÇO DE PUPY

FAZENDO UMA DOAÇÃO

Cada contribuição ajuda a cobrir os custos de transporte, cuidados médicos e necessidades diárias antes, durante e após a viagem.

DOE AGORA

COMPRANDO PRODUTOS

100% do lucro das vendas de todos os produtos de nossa lojinha, são destinadas aos cuidados das meninas e manutenção do SEB

ADQUIRA O SEU

ADOTANDO A PUPY

Torne-se madrinha/padrinho da Pupy e, com uma contribuição mensal, ajude a fornecer os cuidados especializados e a nutrição que ela precisa para prosperar.

ADOTE A PUPY

NÃO PERCA NENHUM MOMENTO

Scott e nossa equipe de transporte compartilharão fotos e vídeos dos bastidores ao longo do caminho, mantendo você conectado a cada etapa da jornada de Pupy. Siga-nos no Instagram, Facebook e X para atualizações ao vivo.

TRABALHANDO JUNTOS

Agradecemos imensamente o enorme apoio e cooperação da liderança e da equipe do Ecoparque de Buenos Aires, que foram fundamentais no planejamento e coordenação desse esforço de relocação. A decisão deles de realocar Pupy no Santuário de Elefantes Brasil certamente terá um impacto positivo duradouro em sua qualidade de vida.

PERGUNTAS FREQUENTES

1. Quanto tempo dura a viagem do ecoparque na Argentina ao Santuário de Elefantes Brasil?
Cerca de 2.690 km (1.671 milhas).

2. Ela pode deitar durante o transporte?
Elefantes não deitam durante a viagem. Eles podem se apoiar na porta traseira e nas paredes laterais do contêiner para sustentar seu peso. Há uma câmera instalada dentro do contêiner para monitorar seu conforto durante toda a viagem.

Muitos elefantes em cativeiro não deitam por anos, seja por vulnerabilidade, falta de confiança ou limitações físicas. Portanto, é comum que eles fiquem em pé por longos períodos.

3. Por que não estão transportando Pupy de avião?
Transportar um elefante de avião exigiria uma aeronave enorme, e o aeroporto mais próximo do santuário não pode acomodar um avião desse tamanho. Além disso, a decolagem e o pouso podem ser estressantes para o elefante. A viagem por terra, com escolta policial, é mais segura e tranquila.

4. Os cuidadores de Pupy vão acompanhá-la?
Sim. Dois cuidadores e dois veterinários de Buenos Aires acompanharão Pupy e a equipe do Santuário de Elefantes Brasil na viagem.

5. O que a equipe fará durante a viagem?
A equipe oferecerá água fresca, alimentos nutritivos (como frutas, vegetais e Gatorade) e monitorará o comportamento de Pupy. Eles também carregam um kit de primeiros socorros com medicamentos tradicionais, fluidos intravenosos e óleos essenciais para conforto.

6. Pupy será sedada para a viagem?
Não. Elefantes transportados sem sedação tendem a se sair melhor, pois estão alertas e conscientes. A equipe carrega medicamentos de emergência, caso necessário.

7. O que acontece quando ela chegar ao santuário?
Após a descarga, Pupy ficará no galpão ao ar livre sozinha na primeira noite. A maioria dos elefantes gosta de se esfregar na areia, beber água e tirar uma soneca. Tudo ocorre no ritmo do elefante, sem pressa ou expectativas.

8. Quando ela conhecerá os outros elefantes?
Como Pupy será a primeira elefanta africana no santuário, ela terá o habitat das fêmeas africanas só para si até a chegada de Kenya. No futuro, ela poderá ver e se comunicar com outras elefantas, se assim desejar.

VAMOS TRAZER PUPY PARA CASA!

–

O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

Newsletter

Santuário de Elefantes Brasil

elefantesbrasil

Ultimamente, temos tido conversas profundas e cont Ultimamente, temos tido conversas profundas e contínuas com os tratadores do santuário sobre as nuances do cuidado com os elefantes e a importância de seguir o ritmo deles na construção de relações. Ao longo do tempo, vamos compartilhar alguns desses pensamentos. Um dos nossos novos tratadores, João, está começando a aprender os processos e a nossa filosofia de cuidado, então pedimos que ele descrevesse como tem sido essa experiência até agora:

“Quando cheguei, senti que o santuário era um lugar que você poderia chamar de lar. Não apenas para as pessoas, mas também para os elefantes — um refúgio seguro que faz você se sentir protegido de todas as energias negativas desse mundo controlador, consumista e narcisista em que vivemos. Percebi que tudo é pensado para o bem-estar dos elefantes, e também me impressionou como existem tantos pequenos detalhes — extremamente importantes — criados especificamente para que eles se sintam em paz. Por exemplo, as essências florais que colocamos na água: o impacto final nem sempre pode ser medido, mas o fato de cada pequeno complemento ser oferecido mostra que nenhum detalhe é deixado de lado.

Hoje, posso dizer sem dúvida que este é o lugar perfeito para elefantes em cativeiro que passaram a vida inteira sendo vistos como entretenimento, e não como seres vivos, pensantes e sensíveis. Aqui, eles finalmente podem experimentar como a vida deveria ter sido. Aqui, podem descansar para sempre, sentindo o quanto o universo é amoroso com eles. Meus melhores momentos aqui são, sem dúvida, quando consigo me concentrar e me sincronizar com uma das elefantas. É um momento em que você sente fisicamente que você e o elefante estão na mesma frequência, ambos percebendo um ao outro.”

Estamos felizes em receber João na equipe de tratadores e vamos observar de perto como os elefantes reagem a ele e como ele aprende a ser flexível ao compreender as particularidades da personalidade de cada um e o que eles precisam dele.
Cada elefante tem orelhas com formas e caracterís Cada elefante tem orelhas com formas e características únicas — e esses detalhes ajudam a identificá-los. Por exemplo, as orelhas de Guille se dobram ao longo de toda a borda superior. As de Maia também se dobram na parte de cima, mas ela tem alguns furos e uma área de cicatriz na orelha direita, mais ou menos do tamanho de uma mão.

Na maioria das vezes, quando os elefantes abanam as orelhas, estão tentando se refrescar, afastar insetos ou simplesmente relaxar — mas o som é reconfortante, independentemente do motivo.

No vídeo do Sorriso de Domingo desta semana, é possível ouvir muitos desses movimentos suaves. Quando estão tranquilas, elas costumam brincar na chuva, mastigar calmamente e produzir sons leves — tudo contribuindo para uma atmosfera serena.

O leve bater das orelhas ao vento, o som macio ao encostarem na cabeça: é a trilha sonora natural de uma tarde comum no santuário.
Já falamos antes sobre os “bigodes” dos elefa Já falamos antes sobre os “bigodes” dos elefantes e como eles diferem dos de outros mamíferos, como gatos ou ratos. Essas fibras de queratina podem, em alguns casos, captar frequências e ajudar a mapear o ambiente à medida que entram em contato com objetos ao redor. Diferente dos animais com pelagem, os bigodes dos elefantes não se movem, não tremem nem reagem de forma perceptível ao ambiente.

Eles se estendem por toda a tromba, e um estudo recente utilizou imagens computadorizadas, microscopia eletrônica e outras análises para investigá-los mais a fundo. Na base da tromba, os bigodes são grossos, rígidos (quase como plástico), porosos e cheios de canais ocos, sendo cerca de 70% compostos por ar; ao longo da tromba, tornam-se mais finos e macios, chegando à ponta com uma textura elástica, semelhante à borracha. Sua forma também varia conforme a localização: na extremidade, são mais achatados, quase como lâminas, enquanto próximos ao rosto são mais arredondados, possivelmente ajudando a perceber a proximidade de objetos difíceis de ver de perto.

Para entender esse funcionamento, cientistas analisaram cerca de 1.000 bigodes coletados de elefantes asiáticos em cativeiro que morreram naturalmente, utilizando microscopia eletrônica, tomografias e outros testes. Diferente de outros mamíferos, esses bigodes são estacionários. Um modelo em tamanho real, impresso em 3D (“whisker wand”), mostrou que a transição entre rigidez e flexibilidade permite identificar, pelos sentidos, em que ponto ocorre o contato com um objeto. Ou seja, a sensação varia dependendo da região da tromba tocada.

Com mais estudos, pesquisadores podem aplicar esse conhecimento no desenvolvimento de ferramentas capazes de manipular tanto objetos delicados quanto itens maiores, inspiradas na versatilidade da tromba dos elefantes.
Você talvez se lembre que, após a chegada de Gui Você talvez se lembre que, após a chegada de Guillermina e Pocha, quando começaram a explorar o habitat, elas não estavam acostumadas a olhar para cima e para frente, já que passaram décadas cercadas por paredes de concreto (no caso de Guille, a vida inteira). O horizonte, a terra, as árvores — tudo despertava curiosidade, mas também certa cautela.

À medida que Pocha foi se sentindo mais confortável, ficou conhecida por atravessar arbustos e pequenas árvores sem hesitar — e Guille quase sempre a seguia. As duas desciam as colinas em disparada até o riacho, quebrando galhos e sendo, de um jeito encantador, um pouco desajeitadas.

A jovem Guille ainda carrega essa curiosidade e energia espontânea. Ela caminhou até uma área mais distante do recinto (enquanto Bambi e Maia se alimentavam por perto) em busca de vegetação, explorando por alguns minutos antes de decidir ir ainda mais fundo, atravessando a vegetação até a altura dos joelhos e entrando na mata.

Há momentos — como quando percorre a floresta dessa forma ou remove a casca das árvores com as pequenas presas — em que demonstra comportamentos típicos de elefantes africanos. Hoje, ela está completamente à vontade em meio ao verde e busca seus alimentos favoritos sempre que quer.
Nesta manhã, Mara estava no galpão para seus tra Nesta manhã, Mara estava no galpão para seus tratamentos, que são realizados duas vezes por semana; cuidamos da ferida de pressão recorrente em seu rosto, verificamos a presença de carrapatos, fazemos uma avaliação de perto e, então, ela segue seu caminho.

Ela saiu do corredor de tratamento no galpão e seguiu para o Recinto 4, onde permaneceu por um tempo, pastando.

Mara escolhia a grama com cuidado, talvez em busca de algum tipo específico de planta ou capim especialmente saboroso. Era possível vê-la girando a tromba, selecionando um tipo de grama e depois outro — avaliando se cada possível mordida atendia aos seus critérios.

Isso levou algum tempo, e ela explorou mais de um ponto antes de encontrar exatamente o que procurava. Claro, ela tinha todo o tempo do mundo e parecia aproveitar cada momento dessa busca.
Para o Sorriso de Domingo de hoje, temos um vislum Para o Sorriso de Domingo de hoje, temos um vislumbre de Guillermina, quase como se estivesse brincando de esconde-esconde com seus tratadores.

Às vezes, Guille parece querer mais interação com os humanos do que as outras meninas — e, claro, ficamos felizes em corresponder. Em algumas ocasiões, quando nos vê chegando com o quadriciclo, ela se aproxima para pedir um petisco ou um carinho.

Mas, neste dia em especial, ela estava muito mais interessada na grama e nos galhos ao seu redor no recinto do que em qualquer coisa que pudéssemos oferecer.

Guille adora seus petiscos, mas nada substitui aquilo que a natureza proporciona.
SIGA O SEB NO INSTAGRAM
Copyright 2020 Santuário de Elefantes Brasil | Todos os direitos reservados | design
  • SANTUÁRIO
    • ORIGENS
    • QUEM SOMOS
    • POR QUE O BRASIL?
    • O QUE É?
    • O SEB
    • F.A.Q.
  • ELEFANTES
    • RESIDENTES
      • MAIA
      • RANA
      • MARA
      • BAMBI
      • GUILLERMINA
    • EM MEMÓRIA
      • GUIDA
      • RAMBA
      • POCHA
      • LADY
      • PUPY
      • KENYA
    • OUTROS RESIDENTES
  • CIÊNCIA
    • FATOS BÁSICOS SOBRE OS ELEFANTES
    • INFORMAÇÕES DETALHADAS
    • DOCS PARA DOWNLOAD
    • DOCS SANDRO
  • AJUDE
    • DOE AGORA!
    • ADOTE UM ELEFANTE
    • DOE & GANHE
  • PRODUTOS SEB
  • PARCEIROS
  • CONTATO
Santuário de Elefantes Brasil