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F.A.Q. - Perguntas Frequentes

O conceito de santuário para elefantes está longe de ser algo trivial, provoca muitos questionamentos e, algumas vezes, dúvidas. Algumas perguntas são relativamente simples, enquanto outras, como, por exemplo, “Como é o processo de recuperação dos elefantes?”, são muito mais complexas. Todas são importantes, por isso dedicamos esta página para responder a essas perguntas e tornar o projeto o mais transparente possível. Para facilitar, dividimos as perguntas em 6 categorias:

SOBRE O SANTUÁRIO

SOBRE ELEFANTES

PORQUE O BRASIL

SOBRE IMPACTOS

SOBRE AS DOAÇÕES

PRODUTOS DO SEB

Perguntas Sobre o Santuário

O santuário é aberto para o público?

Uma resposta simples: Não. A visitação foi bastante discutida entre nós. Há muita recuperação emocional que precisa acontecer no santuário. Nós teremos elefantes com grandes inseguranças e problemas de confiança. O fato de ter pessoas que os elefantes não conhecem perto deles pode ser um problema para alguns deles. Alguns elefantes não seriam afetados, mas com elefantes em santuários, frequentemente nos planejamos para o pior, e esperamos o melhor. Em outras palavras, temos que nos planejar para um elefante que precisará de muita ajuda e terá a recuperação mais difícil. Esse é o seu lar, e eles realmente precisam sentir que, pela primeira vez nas suas vidas, eles são o centro de tudo. Eles não estão mais em exposição, nem precisam se apresentar para um público.

Espécies diferentes ocuparão o mesmo espaço?

Nossa instalação foi projetada para manter dois grupos primários de elefantes asiáticos e africanos separados. Apesar de que eles ocasionalmente vivem pacificamente quando em cativeiro, há enormes diferenças sociais, comportamentais e de comunicação entre essas espécies. Para sua recuperação e conforto, e para permitir que vivam o mais próximo possível da dinâmica natural de uma manada, os dois grupos serão administrados separadamente.

Há espaços separados, casos os elefantes não se relacionem bem durante o reajuste?

O santuário foi projetado e construído levando em consideração o pior cenário. Elementos que são projetados podem raramente ou possivelmente nunca ser usados, mas sua disponibilidade é necessária. Cada habitat, para as espécies e sexos diferentes, tem recintos subdivididos, permitindo uma flexibilidade por instalação e administração de habitat e separação de grupos de elefantes se seu comportamento o exigir.

Como os elefantes são contidos na propriedade?

Toda a área é cercada com um sistema de cercas duplas. Áreas cercadas por canos de aço foram projetadas para manter os elefantes contidos em segurança e uma cerca de segurança em volta de todo o perímetro impedirá que pessoas invadam o espaço dos elefantes. Para permitir a migração natural de animais silvestres, áreas estratégicas foram escolhidas para instalar um sistema modificado de cercas, permitindo a passagem sem comprometer a segurança dos elefantes.

Existe um hospital veterinário para os elefantes?

Cada habitat tem centros médicos abertos. Esses permitem tratamento médico crítico e paredes de treinamento com contato protegido. Lá os elefantes podem ser condicionados através de reforço positivo de uma maneira que protege os cuidadores ao mesmo tempo em que permite o melhor cuidado possível.

É possível fazer estágio ou trabalho voluntário no santuário?

Nosso programa de voluntariado e estágio, que não possibilitará contato próximo com os elefantes, deve ter início somente daqui alguns anos. Ainda não temos a estrutura necessária para isso. Quem já ajuda hoje, trabalha à distância, principalmente na área jurídica ou na área de comunicação em projetos específicos. Divulgaremos tudo pelas nossas redes sociais quando chegar a hora de iniciarmos o programa in loco no SEB.

Vocês podem falar mais sobre o hospital veterinário?

Nós construímos um centro médico em honra de Pelusa, o elefante, que conta com:
– suprimentos médicos gerais e suplementação
– ferramentas para os tratamentos especializados para problemas de patas
– equipamento de imagem térmica
– equipamento de laser a frio
– itens necessários para cuidados críticos, como soro e um aquecedor de fluídos
– duas máquinas de exames laboratoriais de sangue (CBC & Química) que permitirão um monitoramento anual, monitoramento maior para elefantes com problemas renais ou com comprometimento renal, infecções ativas, elefantes geriátricos e exames para situações de cuidados críticos

Que tipos de preparação, planejamento e estudos foram feitos para a construção do SEB?

Apesar desse projeto ser novo para muitas pessoas, ele já passou por muitos anos de planejamento e preparação. Como mencionado acima, um dos membros chave da nossa equipe ajudou no projeto pioneiro desse modelo bem sucedido de cuidado de elefantes em 1995. Com 3 modelos de santuários, cada um com mais de 20 anos de sucesso estrondoso, temos uma base forte para o projeto, desenvolvimento e operação em longo prazo para nossa instalação. Scott Blais, o CEO do Global Sanctuary for Elephants, tem mais de 25 anos de experiência e trabalhou com mais de 50 elefantes em cativeiro. Essa experiência direta de trabalhar com elefantes em cativeiro, combinada com seu conhecimento em desenvolvimento de Santuários, cria uma gama de conhecimento e experiência que está sendo aplicada no Santuário de Elefantes Brasil. Também somos gratos e afortunados em contar também com a Dra. Joyce Poole, co-fundadora da ElephantVoices. Joyce morou com elefantes na África e os estudou por mais de 40 anos. Seu amplo conhecimento do comportamento do elefante selvagem é inestimável para nossas operações. Ele vai garantir que a vida inata e natural dos elefantes seja respeitada e honrada, ao mesmo tempo em que leva em consideração os comprometimentos causados pelo cativeiro.

Quantos animais o Santuário de Elefantes Brasil planeja receber?

Há pouco mais de 44 elefantes na América do Sul. Apesar de sabermos que nem todos eles virão morar no Santuário de Elefantes Brasil, o espaço e o projeto das instalações poderiam acomodar todos esses elefantes. Em relação ao número exato, estamos aqui para ajudar quantos nós pudermos e cuidar de qualquer elefante que precise de refúgio. Os circos logo serão banidos na maior parte do continente, alguns zoológicos estão enfrentando crises financeiras e estão abrigando elefantes que estão envelhecendo rapidamente com complicações de saúde aumentadas. O Santuário de Elefantes Brasil tem o espaço, o conhecimento e a experiência direta para fornecer cuidado crítico de longo prazo para qualquer elefante.

Como o Santuário é financiado?

As organizações envolvidas são todas financiadas através de doações privadas do público, de fundações e corporações. Não recebemos financiamento do Estado ou Federal. Ajude, faça parte dessa manada!

Perguntas Sobre os Elefantes

Quem cuida dos elefantes maltratados e abusados?

Os elefantes são cuidados por funcionários treinados e experientes que moram na propriedade. Para o nosso projeto piloto, os diretores do Global Sanctuary for Elephants, Scott e Kat Blais, se mudaram para o Brasil para supervisionar o desenvolvimento, a operação, o treinamento de funcionários e o cuidado dos elefantes. Esses dois especialistas em cuidados de elefantes trazem anos de conhecimento e experiência com projeto e operação de santuários, cuidado e recuperação de elefantes em cativeiro e cuidado veterinário.

Como vocês ajudam a reabilitação dos elefantes?

Essa é uma pergunta complexa e multifacetada. Primeiro precisamos dizer que os elefantes, como as pessoas, são individuais. Eles reagem a crises, traumas e desafios da vida diferentemente. Alguns manifestam estresse e ansiedade fisicamente, desenvolvendo úlceras ou comprometimento do sistema imunológico, enquanto outros desenvolvem problemas comportamentais, exibindo padrões neuróticos e repetitivos estereotipados de balanço ou até automutilação ou agressão.

Outros se isolam, essencialmente ignorando o estresse de seu confinamento. A recuperação para cada um desses elefantes é diferente. O primeiro passo para todos eles é criar um ambiente que supra suas necessidades inatas e lhes proporcione autonomia e a oportunidade de sentir que eles têm algum controle sobre suas vidas. Quando conseguimos estabelecer essa confiança, precisamos deixa-los saber que os respeitamos e apreciamos pelo que eles são como um indivíduo. Com confiança, eles aprendem que podem se expressar livremente, através de comportamento positivo ou negativo, sem punição.

Durante décadas de cativeiro, todos esses três fatores primários foram suprimidos. Alguns elefantes esquecem como demonstrar alegria ou raiva, principalmente porque aprenderam que sua expressão emocional não importa, nada muda. Ao viver a vida de um elefante de circo, qualquer expressão de comportamento negativo é imediatamente e dolorosamente punida. Nos zoos, os ambientes não oferecem nenhum estímulo, causando uma falta de resposta emocional, porque tudo é sempre o mesmo, durante décadas. Com autonomia, confiança e comunicação, os elefantes começam a expressar o que eles são, permitindo-nos ver o que gostam e o que não gostam, aumentando o nosso relacionamento e nossa habilidade de lhes fornecer cuidado médico para toda a vida. Para cada elefante o processo é diferente. Não há uma fórmula ou abordagem absoluta que funcione para todos. Há, no entanto, um fator crucial para uma recuperação rápida: a presença de outros elefantes – eles oferecem uns aos outros um grau de acolhimento e empatia que nenhum humano jamais poderá substituir.

Se os elefantes não puderem ser recuperados, qual é o procedimento?

Baseado em dezenas de elefantes com quem nosso especialista já trabalhou, alguns que eram considerados como os casos mais agressivos e trágicos nos Estados Unidos, todos os elefantes podem ser recuperados. Para alguns, esse processo ocorre aparentemente de um dia para o outro, enquanto para outros leva anos para que possam confiar nos humanos totalmente, e até confiar em si mesmos. Através desse processo, eles recebem a oferta de um espaço imenso, autonomia e acesso a outros elefantes, já que isso é crítico para a recuperação de cada elefante.

Como os elefantes se adaptam ao santuário, com espaços abertos, outros elefantes e aprender a pastar para prover a maior parte da sua dieta?

Muitos elefantes se adaptam facilmente. Alguns ficam nervosos por alguns dias, mas, sem exceção, todos se moldam a seu novo mundo. Isso não é surpreendente, pois estamos simplesmente oferecendo um espaço para eles poderem viver e agir como um elefante normal. O Santuário devolve-os a uma vida mais natural. Já foi observado que elefantes agressivos se tornam passivos e elefantes solitários se tornam sociais. Numa ocasião, uma elefanta que havia sido identificada pelo zoo onde vivia como antissocial, matadora e autista, não era nada disso. Dentro de 2 anos no Santuário, ela mostrou que era gentil, cooperativa e até se desenvolveu como uma líder, uma mentora para outros membros da manada. Em relação à procura de alimentos, não há nada mais natural do que um elefante comendo capim. Para alguns elefantes, essa é a primeira vez que eles andam sobre a grama, o que às vezes faz com que parem por alguns segundos, mas imediatamente todos começam a pastar. Isso é algo que todos os elefantes sabem como fazer; não é um comportamento aprendido.

Como elefantes novos interagem uns com os outros considerando que a maioria não teve muita experiência social com outros animais?

É da natureza dos elefantes que sejam seres altamente sociais. A maioria, mesmo os que viveram sozinhos por décadas, se adaptam sem problemas a um ambiente social. O Santuário, apesar de complexo devido às complexidades da espécie e ao trauma do cativeiro, é fundamentalmente simples. Ele oferece proteção, espaço e autonomia que permitem aos elefantes serem elefantes. Alguns elefantes podem precisar de um pouco de espaço e tempo antes de se integrar totalmente com os outros; o projeto do Santuário permite isso ao mesmo tempo em que os cuidadores empregam técnicas para ajudar os elefantes a se ajustar totalmente à sua nova vida.

Qual é a dieta para os elefantes? É só o que eles acham sozinhos, ou terão suplementos ou alimento fornecido pelos cuidadores?

A principal fonte de alimento é o capim nativo e cultivado. Alguns elefantes comem galhos de árvores (principalmente os africanos). Todos receberão suplementos diários de frutas, vegetais, grãos, coadjuvantes nutricionais e digestivos, assim como remédios prescritos por nossa equipe de veterinários. O volume exato de suplementação irá variar de acordo com a saúde do indivíduo e com a disponibilidade de capim para pastagem. É vital para a recuperação do elefante e seu retorno para um estado mais natural de vida que ele receba um espaço amplo para pastar, já que estará ao ar livre por até 20 horas todos os dias. Essa pastagem metódica e lenta e a procura de gramas mais palatáveis proporcionam estimulação psicológica, permitindo que seus corpos voltem a funcionar naturalmente, melhorando a saúde gastrointestinal e o desgaste natural de seus molares. O comprometimento da saúde gastrointestinal e a maloclusão de seus molares são dois dos principais fatores que impactam negativamente a saúde de um elefante em cativeiro. Como provado por nossos santuários modelo, proporcionar aos elefantes uma dieta e método natural de ingestão tem um impacto positivo na sua saúde.

Por que manter os elefantes num Santuário? Por que não mandá-los para seu habitat natural para serem reabilitados no seu mundo natural?

Há muitas razões pelas quais devolver os elefantes a seu habitat natural não é viável:
– Devido a décadas de espaço, socialização, estimulação e cuidado insuficientes, a maioria dos elefantes em cativeiro desenvolveram problemas físicos, psicológicos e emocionais crônicos, alguns dos quais necessitam de cuidados médicos constantes.
– A sobrevivência de elefantes no seu habitat natural depende da proteção de conexões familiares fortes, relacionamentos que são formados durante muitos anos e conhecimento antigo que é passado de geração para geração.
– Nós não salvaremos a espécie ao reintroduzir elefantes em cativeiro; precisamos preservar espaços selvagens e proteger populações selvagens se quisermos compartilhar o mundo com elefantes no futuro.

Perguntas Sobre o Brasil

Por que o Brasil?

Atualmente 12 estados no Brasil proibiram o uso de elefantes em apresentações para o público e há uma proibição nacional sendo processada no legislativo. Na América do Sul, 5 países aprovaram proibições semelhantes e mais dois países se juntarão a esses logo. Não só esses elefantes de circo desabrigados precisarão de um lugar para se refugiar, como também vários zoológicos estão procurando ajuda. Com cortes em orçamentos e elefantes doentes e a maioria dos zoos tendo espaço muito limitado disponível, alguns já estão procurando uma solução. Além disso, a agência regulatória ativa precisa de uma alternativa viável e saudável para onde pode enviar os elefantes confiscados de condições terríveis.

De onde virão os elefantes?

Todos os elefantes que são resgatados para o Santuário de Elefantes Brasil virão de cativeiros. São elefantes que passaram suas vidas em zoos e circos na América do Sul, América Latina e possivelmente em outros lugares. Virtualmente todos esses elefantes foram capturados de seus habitats quando filhotes, colocados em containers e despachados para zoos e circos, onde passaram uma vida inteira de negligência inerente. O Santuário permitirá que vivam uma vida o mais normal possível em cativeiro.

Perguntas Sobre Impactos ao Ambiente e à Vida Selvagem

Isso irá criar um problema com a alta densidade populacional de animais silvestres presos pela cerca?

A cerca é projetada com áreas estratégicas para permitir a migração natural de animais silvestres. Alguns mamíferos pequenos irão simplesmente cavar por baixo da cerca de segurança, pássaros irão voar livremente para dentro e para fora, e algumas espécies de primatas usarão as copas das árvores para atravessar a área.

Como os elefantes irão impactar os animais silvestres?

Elefantes são uma espécie pacífica: não são nem predadores nem presas para quaisquer animais que vivem no Brasil. Eles irão coabitar sem problemas. De fato, baseado em nosso santuários modelo, provavelmente haverá um aumento na fauna, pois alguns animais serão atraídos para os grãos e frutas residuais que os elefantes deixam para trás após suas refeições suplementares. Insetos atraídos por seu estrume, assim como sementes não digeridas, também atrairão vários mamíferos pequenos e pássaros. O Santuário também se torna uma zona segura para espécies que são caçadas por humanos.

Elefantes não são nativos do Brasil. Não é perigoso introduzi-los nas florestas? Não há um perigo para o equilíbrio natural da natureza?

É vital lembrar que não estamos introduzindo os elefantes nas florestas do Brasil. O Santuário é totalmente cercado e administrado para manter os elefantes dentro e evitar intrusão de pessoas. Não estaremos reproduzindo os elefantes, portanto a população continuará controlada no Santuário.

Os elefantes destruirão o habitat?

Não, eles não destroem o habitat. Baseado em nossos Santuários modelo, sabemos que os elefantes trarão um impacto positivo, promovendo um aumento da diversidade da flora e da fauna. É importante considerar vários fatores chaves que minimizam ou eliminam essa preocupação:

– Teremos uma densidade de população bem baixa. Quando calculamos a diferença entre gado e elefantes, vemos que gado nessa região é administrada com cerca de 1 animal por hectare. Essa equivalência direta é de cerca de 1 elefante por 6 hectares. Com nossa capacidade máxima teremos aproximadamente 1 elefante por 18-20 hectares.

– A maioria dos elefantes que receberemos serão asiáticos. Eles vivem na floresta por natureza e trazem um impacto bem positivo: espalhando sementes, promovendo novo crescimento e abrindo corredores através da floresta, que são usados pelos animais silvestres nativos. Os elefantes africanos são um pouco mais duros com o meio ambiente, mas também causam um impacto positivo, abrindo as copas das florestas para permitir que a luz do sol promova novo crescimento.

– A propriedade será dividida em várias seções, e várias seções estarão disponíveis para cada grupo: elefantes machos, fêmeas, africanos e asiáticos. Essas seções nos permitirão fechar áreas que precisem de tempo para se recuperar. Isso não é algo que foi exigido pelos nossos santuários modelo, mas a opção existe se for necessária.

Perguntas Sobre Doações

Quais são as formas de doação?

As doações podem ser feitas de forma direta, via transferência ou pix, via PayPal ou PicPay, através de nossa campanha institucional ou se tornando madrinha/padrinho de um de nossos elefantes, com pagamento por boleto ou cartão de crédito. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Como faço uma doação mensal?

Há algumas formas de se tornar um doador mensal. Você pode escolher essa modalidade em nossa campanha institucional, pode se tornar madrinha ou padrinho de um de nossos elefantes, através da campanha de adoção, ou diretamente pelo PayPal, escolhendo fazer contribuições recorrentes, que são debitadas automaticamente todo mês. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Existe um valor mínimo de doação?

Não. Você pode doar o valor que puder e todas as doações são de igual importância. Juntos, fazemos a diferença. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Preciso enviar meu comprovante?

Não é necessário, mas caso prefira, o comprovante pode ser enviado para o email [email protected] ou por whatsapp 11 97185.1112. Para saber mais, acesse a página DOE AGORA!

Perguntas Sobre os Produtos do SEB

Comprando produtos do SEB, eu também ajudo?

Sim. 100% do lucro das vendas é revertido para o SEB. Então, do total pago em um dos nossos produtos, uma parte vai diretamente para a manutenção do SEB e nossos elefantes. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Quais são as formas de pagamento?

Você pode adquirir nossos produtos e fazer o pagamento via pix, PagSeguro (boleto e cartão de crédito) ou PayPal (cartão de crédito). Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Posso parcelar minha compra?

Sim, com juros. O parcelamento é feito diretamente pelo PagSeguro ou pelo PayPal. Na finalização da compra, você poderá verificar a quantidade de parcelas e taxas aplicadas. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

Existe alguma loja física do SEB?

Não. Por enquanto nossos produtos estão disponíveis exclusivamente no site. Para saber mais, acesse nossa Página de Recompensas

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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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Algumas elefantas adoram palmeiras, enquanto outra Algumas elefantas adoram palmeiras, enquanto outras não são tão fãs assim. Bambi, por exemplo, gosta delas em qualquer fase de crescimento. Só não fica muito feliz quando Guille resolve dividir alguns bocados, já que também adora esse petisco. Maia prefere esperar até que as folhas estejam um pouco mais secas e crocantes. Cada uma tem seu gosto particular. Baby parece estar bem no meio desse espectro: come palmeiras de vez em quando, mas o que realmente tem gostado de fazer é atravessá-las e quebrá-las pelo caminho. Para os tratadores, isso acaba sendo uma ótima pista para saber exatamente por onde ela andou nas áreas mais arborizadas do habitat.

Além disso, temos encontrado cada vez mais árvores com pequenos galhos quebrados nas partes mais distantes dos recintos. Baby é tão curiosa que parece simplesmente passar por dentro ou por cima deles, assim como Guillermina e Pocha fizeram em seus primeiros dias no Santuário.

P.S.: Baby já encontrou algumas árvores que parecem perfeitas para coçar o corpo. Ela ainda não escolheu uma favorita, mas está experimentando várias delas enquanto ajuda a remover a pele morta. Este vídeo mostra muito bem Baby aproveitando uma boa coçada.
O dia 12 de agosto marca o Dia Mundial do Elefante O dia 12 de agosto marca o Dia Mundial do Elefante — uma data que celebra esses animais incríveis e reforça a urgência de protegê-los. Aqui no Santuário de Elefantes Brasil, essa missão é real todos os dias.

Além disso, o mês de agosto foi dedicado à conscientização sobre o elefante asiático por meio da iniciativa do programa SAFE (Saving Animals From Extinction), lançado em 2020. A campanha tem como
objetivo ampliar a visibilidade das ameaças enfrentadas por essa espécie e incentivar ações concretas de conservação.

Restam entre 20 e 35 mil elefantes asiáticos na natureza, espalhados por 13 países da Ásia. Classificados como espécie em perigo pela IUCN, sua população declinou mais de 50% nas últimas três gerações. A perda de habitat — impulsionada por desmatamento e expansão agrícola — é a maior ameaça, seguida pela caça furtiva e pelo comércio ilegal de vida selvagem.

Então, nesse Mês da Conscientização sobre o Elefante Asiático, convidamos você a fazer parte dessa história. Desenvolvemos uma estampa exclusiva e lançamos nosso moletom edição limitada. Criamos também uma campanha de arrecadação específica, onde fazendo uma doação simbólica, você garante recursos para o cuidado, a alimentação e o manejo especializado dos nossos elefantes. Cada presente é um gesto de carinho que se transforma em vida. Link nos stories e na bio!
Se você já se perguntou o que Bambi e Guille fazem Se você já se perguntou o que Bambi e Guille fazem quando Maia está em um daqueles cochilos mais demorados, talvez imagine que elas aproveitem para pastar e passear pelo habitat. E, na maior parte do tempo, é exatamente isso que acontece. Mas, nesta manhã, depois do café, enquanto Maia descansava tranquilamente na lagoa, Bambi decidiu convidar Guille para uma brincadeira.

No início do vídeo, Bambi está à direita, com a parte traseira voltada para a câmera. (Você pode identificar Guille pela cauda longa e bem peluda.) Em um gesto brincalhão, Bambi apoia a tromba sobre as costas de Guille. Guille parece não estar muito animada para uma disputa naquele momento, mas também demonstra querer permanecer por perto. Pouco depois, Bambi estica a tromba para tocar delicadamente o rosto de Guille, chegando até a colocá-la dentro de sua boca.

Depois de alguns minutos, Guille parece entrar na brincadeira e começa a recuar em direção ao rosto de Bambi — quase como uma criança provocando um irmão mais velho. Bambi volta a apoiar a tromba sobre as costas de Guille e a mantém ali enquanto Guille continua dando pequenos passos para trás.

Foi uma interação divertida e muito carinhosa. Guille parece perceber exatamente até onde pode ir na brincadeira, participando na medida certa para que Bambi pudesse gastar um pouco de energia. A dinâmica entre essas três elefantas é muito especial. As amizades que construíram têm muitas camadas e deixam claro o quanto elas se importam umas com as outras.
No Sorriso de Domingo desta semana, Baby nos mostr No Sorriso de Domingo desta semana, Baby nos mostra mais uma vez o quanto adora terra. Desde o seu primeiro dia no Santuário, ela deixou claro que esse é um dos seus elementos favoritos. Seja jogando terra sobre o próprio corpo, deitando sobre ela ou rolando de um lado para o outro, Baby parece aproveitar cada segundo da sensação da terra macia.

De tempos em tempos, renovamos os montes de terra dentro do galpão para que ela possa se deitar, se esfregar e conseguir a esfoliação natural de que sua pele tanto precisa. E, como vocês podem ver, ela já está adquirindo aquele característico tom avermelhado da terra do Santuário.

Como Baby parece realmente gostar de se cobrir de terra, criamos também alguns novos montes do lado de fora do galpão. Assim, ela pode escolher onde quer tomar seu banho de terra, descansar, tirar um cochilo ou simplesmente se apoiar. Sempre que necessário, renovamos esses montes com o auxílio da retroescavadeira, mantendo Baby em outro recinto durante o trabalho, para garantir sua segurança.

Até agora, ela tem aproveitado os montes externos tanto quanto os que ficam dentro do galpão. E é muito bonito vê-la deitada ali, completamente à vontade, mostrando que está cada vez mais confortável para relaxar e se sentir segura em seu novo lar.
Com a chegada de Baby, a 2ª moradora mais jovem do Com a chegada de Baby, a 2ª moradora mais jovem do SEB, recebemos perguntas sobre a possibilidade de ela ter um filhote no futuro e se as elefantas do Santuário ainda seriam capazes de se reproduzir. Entendemos essa curiosidade e sabemos que a ideia de ver as elefantas se tornando mães pode parecer encantadora. Mas acreditamos que é importante explicar por que elas nunca serão colocadas para reprodução.

A gestação de um filhote de elefante dura cerca de 22 meses — a mais longa entre todos os mamíferos. A exigência física é enorme, mesmo para uma elefanta jovem e saudável.

Na natureza, a primeira gestação costuma ocorrer entre os 14 e 15 anos nas elefantas africanas e um pouco mais tarde nas asiáticas. A capacidade reprodutiva diminui gradualmente com a idade e, no Santuário, a maioria das elefantas é geriátrica, com mais de 49 anos. Assim, com exceção de Baby e Guille, nenhuma delas está em faixa etária adequada para levar uma gestação até o fim.

Além da idade, existe um fator ainda mais importante. As marcas físicas e emocionais deixadas por décadas de cativeiro vão muito além do que podemos compreender. O maior presente que podemos oferecer é a oportunidade de se recuperar física e emocionalmente. Submetê-las à reprodução ou a uma gestação de 22 meses não seria apropriado para sua idade, condição física e nem faz parte da filosofia do Santuário. Além disso, a Global Federation of Animal Sanctuaries (GFAS), organização responsável por nossa acreditação, estabelece que verdadeiros santuários não realizam reprodução intencional de animais.

Embora tenhamos o privilégio de acompanhar diariamente a recuperação dessas elefantas, o Santuário ainda é uma forma de cativeiro. É, sem dúvida, o melhor que o cativeiro pode oferecer, mas a conservação da espécie precisa acontecer em seu habitat natural. Trazer novos filhotes para viver em um santuário não lhes proporcionaria a vida que merecem.

Nosso compromisso é oferecer a esses elefantes a oportunidade de viver o restante de suas vidas voltados para si mesmos, para sua recuperação e para os laços que constroem uns com os outros. É a isso que continuaremos dedicando todos os nossos dias.
A equipe de tratadores de Baby percebeu algo inter A equipe de tratadores de Baby percebeu algo interessante hoje: ela apareceu no galpão com lama argilosa do lago espalhada pelas patas e pelo rosto. É fácil saber que essa lama veio do lago, porque, neste momento, a margem ainda está acinzentada, e não com o tom avermelhado típico dos outros lagos do Santuário. Conforme Baby for entrando na água e misturando a terra ao fundo do lago, a argila vai se depositar e a camada superficial passará a adquirir a coloração avermelhada característica.

Tudo indica que Baby pode ter entrado um pouquinho no lago — mesmo que só até uma pequena profundidade — e se borrifado com água. Ainda não conseguimos vê-la fazendo isso, nem pessoalmente nem pelas câmeras de monitoramento, mas os sinais mostram que ela continua, com coragem, ampliando seus horizontes e explorando novas experiências.

P.S.: Para quem está curioso, Baby tinha uma 'piscina' em seu recinto no parque de diversões, mas quase nunca a utilizava. Agora, à medida que dá pequenos passos nessa nova vida no Santuário, talvez ela esteja redescobrindo atividades que antes não despertavam seu interesse.
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