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Nota Sobre Suspensão da SEMA

By seb | blog | 0 comment | 7 janeiro, 2026 | 2

Queremos compartilhar com vocês alguns acontecimentos recentes, muitos dos quais expõem um lado preocupante da nossa sociedade, em que alegações falsas e negativas são mais facilmente aceitas do que verdades positivas. Parece que, no mundo de hoje, é mais simples acreditar em acusações de manipulação e corrupção do que aceitar que a honestidade e a integridade existem.

Após a morte da elefanta africana Kenya, a máquina anti-santuários reagiu com entusiasmo — algo por si só repulsivo — e essa perda trágica passou a ser usada para alimentar uma campanha antiga de descredibilização dos santuários. Há relatos de que pressões políticas significativas estão sendo exercidas sobre órgãos reguladores por pessoas com interesses diretos em determinados elefantes que atualmente estão sob ações judiciais, com o objetivo de impedir que esses animais sejam transferidos para o santuário.

Essas alegações não têm fundamento e vêm sendo repetidas há anos para gerar medo e dúvida. Infelizmente, as entidades oficiais responsáveis acabaram cedendo a essa retórica. Amplificada pela pressão pública e pelas limitações do período de festas, uma decisão apressada da SEMA, órgão estadual regulador do Brasil, resultou na suspensão temporária de nossa licença, afetando nossa capacidade de receber novos elefantes. Essa decisão não impacta em nada os elefantes que já vivem no santuário.

Enquanto aguardávamos esclarecimentos e informações adicionais da SEMA, a notícia da suspensão foi deliberadamente vazada para promover uma narrativa anti-santuários orientada por interesses específicos, e a mídia publicou essas informações.

Para resolver a denúncia, está sendo exigido que o Santuário de Elefantes Brasil (SEB)  apresente documentação detalhada sobre os exames e cuidados oferecidos — um nível de exigência que supera o adotado por qualquer outra instituição de cuidado animal na América do Sul. É importante ressaltar que representantes da SEMA já realizam inspeções anuais no santuário, algo que sempre apoiamos plenamente. No entanto, é fundamental que investigações como a que está sendo exigida de forma inédita para nossa instituição, sejam conduzidas de maneira consistente em todas as instalações que mantêm animais, e não imponham um padrão desproporcional apenas ao nosso santuário.

Acolhemos com seriedade investigações e fiscalização rigorosas e acreditamos que uma análise regulatória bem informada é essencial. Esse processo oferece uma oportunidade para que os órgãos governamentais compreendam melhor a profundidade, a complexidade e o rigor do cuidado que oferecemos a elefantes que sobreviveram a décadas de condições comprometidas. Ao mesmo tempo, essas análises ajudarão a evidenciar a negligência prolongada que muitos desses elefantes sofreram antes de chegar ao santuário — condições amplamente documentadas, que já justificaram remoções no passado, mas que continuam sendo amplamente ignoradas quando o cativeiro é avaliado. Mais transparência beneficia não apenas os órgãos reguladores, mas principalmente os elefantes e todos que trabalham globalmente para elevar os padrões de cuidado.

Segundo informações, um dos grupos envolvidos na denúncia é a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), organização com a qual nos reunimos pouco antes deste episódio para discutir transparência e a possibilidade de abrir o santuário para visitas de seus membros. Nessa reunião, deixamos claro que nosso foco é o bem-estar dos elefantes, e não “retirar” animais de zoológicos, e que, sempre que a vida de um elefante puder ser melhorada por meio de melhorias no cuidado dentro dos zoológicos, queremos fazer parte da solução. Embora os representantes da AZAB tenham demonstrado abertura e receptividade durante a conversa, ainda assim optaram por essa ação — uma ação que não atinge apenas o nosso santuário, mas mina deliberadamente o trabalho e a missão de santuários em todo o mundo.

A verdade é que nenhuma das elefantas que chegaram ao SEB vindas de zoológicos no Brasil havia recebido cuidados médicos adequados antes da transferência: não houve cuidado com as patas, diagnósticos, testes de tuberculose, e outros elefantes que morreram sob cuidados de zoológicos receberam necropsias inadequadas. Kenya não possuía registros prévios de avaliações de lesões, exames de sangue ou cuidados extensos com as patas. Ainda assim, a AZAB considerou apropriado questionar nossos cuidados, alegando que, mesmo após quatro ou cinco décadas sem assistência adequada, os elefantes que chegam ao santuário deveriam ser considerados “saudáveis”.

Sugerir que o santuário seja responsável pela morte de elefantes que chegaram em estado de saúde comprometido após décadas em zoológicos é tão absurdo quanto culpar uma instituição de cuidados para idosos pela morte de alguém aos 80 anos, depois de ter sido encaminhado para cuidados de fim de vida. Um dos zoológicos que enviou uma elefanta ao SEB afirmou, em particular, que desejava que ela fosse transferida antes de morrer em suas instalações. Os zoológicos sabem que essas elefantas são idosas, adoecidas e estão no fim da vida, mas agora celebram essas mortes como uma oportunidade de tentar enfraquecer o movimento progressista que busca oferecer aos animais uma vida melhor e mais adequada à sua espécie.

Há também um pequeno grupo — alguns dos mesmos indivíduos que afirmaram repetidamente, há dois anos, que Mara havia morrido — que pressionou a SEMA a vir ao SEB e contar nossos elefantes mais de uma vez. Por causa dessas mentiras e da manipulação de imagens, recebemos no santuário uma comitiva argentina composta por políticos, agências e representantes do setor zoológico. Inicialmente, eles redigiram um relatório falso sobre a visita e, posteriormente, tiveram de retratar suas declarações inverídicas. Esse grupo continua a fazer afirmações absurdas, sugerindo, por exemplo, que todas as nossas elefantas estão mortas e que fingimos que estão vivas para obter lucro financeiro — apesar de não recebermos qualquer financiamento governamental e de nossos documentos públicos estarem disponíveis para verificação.

Um influencer “biólogo” brasileiro (que aparentemente se diverte publicando um desenho animado de um elefante pisando na cabeça de alguém) zombou de forma grotesca da tratadora que foi morta por um elefante no The Elephant Sanctuary, no Tennessee, durante o período em que Scott atuava lá. Ainda assim, são essas vozes que acabam sendo amplificadas, enquanto deficiências graves de conhecimento e de cuidado com elefantes no Brasil permanecem amplamente incontestadas. Como exemplo, durante uma sessão de perguntas e respostas em um webinar sobre cuidados com elefantes, um “especialista” brasileiro apresentou várias informações incorretas e enganosas, incluindo a afirmação de que não existe protocolo de vacinação contra raiva para elefantes (existem dois, utilizados há décadas) e que elefantes selvagens não comem grama — quando questionado sobre suplementação alimentar. E, ainda assim, é o cuidado do nosso santuário que passa a ser questionado.

De repente, pessoas que nunca questionaram os cuidados oferecidos por zoológicos e que nunca defenderam esses elefantes antes de sua chegada ao santuário agora expressam convenientes preocupações com mortes ocorridas aqui. Quando elefantes de zoológicos, com apenas 20 e poucos anos, morreram no Brasil e na Argentina, esses mesmos grupos não exigiram nenhuma investigação. Não houve protestos naquela época.

O GSE/SEB nunca atacou zoológicos na América do Sul e sempre evitou falar publicamente sobre as atrocidades que testemunhamos em algumas instituições, justamente para não comprometer possíveis transferências futuras de elefantes. Nosso objetivo sempre foi oferecer uma vida melhor a esses animais. No entanto, não podemos mais permanecer em silêncio enquanto mentiras continuam sendo espalhadas e indivíduos sem conhecimento sobre elefantes ou seus cuidados seguem amplificando opiniões desinformadas a partir de uma posição de falsa autoridade, usando narrativas distorcidas para promover interesses próprios.

Já acionamos nossos advogados, que estão preparando medidas legais contra aqueles que disseminam informações que sabem ser falsas. Além disso, lançamos uma petição referente a elefantes que morreram prematuramente ou em circunstâncias trágicas, bem como a outros que seguem sem o cuidado adequado, solicitando que os órgãos reguladores estaduais, Ibama e SEMA, investiguem esses casos com o mesmo rigor e as mesmas exigências de documentação impostas ao SEB. Se essa ação for realmente imparcial, o mesmo nível de responsabilização será aplicado de forma igualitária a todas as instituições que mantêm elefantes sob seus cuidados.

Defenda os elefantes em cativeiro e exija fiscalização justa! Assine a petição AQUI.

 

No tags.

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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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elefantesbrasil

Alguns de vocês perceberam que Baby apareceu com a Alguns de vocês perceberam que Baby apareceu com as patas cruzadas em um vídeo recente e ficaram preocupados com o que isso poderia significar. Mas a verdade é que os elefantes costumam adotar essa postura com bastante frequência. Enquanto pastam ou interagem uns com os outros, é comum que transfiram o peso do corpo para um dos lados e, às vezes, cruzem uma pata sobre a outra.

Assim como nós, os elefantes também têm pequenos comportamentos que simplesmente fazem porque querem — e, às vezes, essa é toda a explicação. São indivíduos únicos que, quando têm autonomia e espaço para fazer suas próprias escolhas, expressam sua personalidade nos pequenos detalhes do dia a dia. E, como nós, também gostam de encontrar posições confortáveis. 😁
Durante a tarde, os tratadores encontraram Baby pe Durante a tarde, os tratadores encontraram Baby perto do galpão. Como de costume, a equipe espalhou alguns alimentos pelo habitat para incentivar sua exploração pelos recintos e estimular sua mente. Baby decidiu caminhar até o Recinto 3, afastando-se do galpão, seguindo entre as palmeiras e parando aqui e ali para beliscar algumas folhas. Quando terminou seu passeio, voltou para o galpão, aparentando estar muito bem-humorada.

Como Baby parecia bastante envolvida e receptiva, sua tratadora aproveitou a oportunidade para praticar alguns comportamentos de treinamento que ela ainda está aperfeiçoando. Ela participou de boa vontade, mas, em determinado momento, quando perguntamos se poderíamos tocá-la, sua resposta não foi um "sim" claro. Ela não parecia incomodada, mas leva tempo até que uma elefanta se sinta completamente à vontade com uma nova pessoa tocando seu corpo quando esse toque não tem um objetivo específico. Existe um certo grau de confiança e vulnerabilidade em permitir esse contato simplesmente para fortalecer a relação entre ela e sua tratadora. Esse tipo de interação costuma se desenvolver naturalmente com o tempo e com o fortalecimento do vínculo. A tratadora ofereceu um contato físico breve e delicado, ao qual Baby respondeu muito bem. Em breve, tentaremos novamente para ver se ela estará receptiva.

Observar atentamente e respeitar o comportamento das elefantas é fundamental para construir uma relação de confiança entre elas e seus tratadores. Baby tem a liberdade de escolher se quer ou não participar das sessões de treinamento, e essa autonomia faz parte de sua nova vida no santuário. Fora de uma situação de emergência, não há motivo para pressionar uma elefanta que simplesmente não deseja participar naquele momento.
O lago pode ser um lugar para relaxar, um espaço p O lago pode ser um lugar para relaxar, um espaço para brincar — ou, às vezes, as duas coisas ao mesmo tempo. Neste vídeo, Maia foi a primeira a mergulhar e, como vocês podem ver, entrou completamente no "modo bolinha de lago". Pouco depois, Guille se juntou a ela na água. As duas faziam sons divertidos enquanto Guille balançava e espirrava água com a tromba. Já Bambi não parecia muito animada para entrar no lago e preferiu ficar observando as amigas enquanto elas aproveitavam um bom banho.

Depois de um tempo, Guille resolveu deixar Maia aproveitar seu momento de tranquilidade, saiu da água e fez um som que lembrava quase um rosnado enquanto se levantava. (Nossa suspeita é de que ela estivesse apenas expulsando a água da tromba.) Maia, por sua vez, ficou no lago por mais uns 15 minutos e temos quase certeza de que aproveitou esse tempo para tirar um cochilo.
Já comentamos anteriormente que Baby vem trabalhan Já comentamos anteriormente que Baby vem trabalhando com seus tratadores para se sentir cada vez mais confortável com o toque na tromba. Neste momento, isso significa mostrar a ela que pode confiar na equipe quando sua tromba é segurada, além de ensiná-la a mantê-la relaxada e posicionada em um local seguro durante os procedimentos. Ela vem fazendo progressos, enquanto também mostra à equipe quais são as melhores formas de abordá-la. Ao mesmo tempo, os tratadores observam atentamente suas respostas para entender como podem ajudá-la a evoluir. Em algumas dessas sessões, Baby também pratica a apresentação das patas dianteiras e traseiras.

Nesta tarde, encontramos Baby já no galpão e perguntamos se ela gostaria de entrar no centro de tratamento para praticar a apresentação da tromba e das patas. Ela aceitou prontamente e está tão disposta a participar que não se incomoda quando os portões da frente e de trás são fechados. Para isso, utilizamos um alvo de treinamento, uma haste com uma ponta macia em formato circular, com a qual ela já está familiarizada. Esse alvo serve como um guia para indicar onde queremos que ela posicione determinadas partes do corpo. Quando pedimos que levantasse a pata, Baby mostrou que é uma verdadeira princesa, apoiando-a perfeitamente sobre as barras do centro de tratamento. Ela permaneceu calma durante toda a sessão e respondeu muito bem a cada solicitação. Baby já praticava a apresentação das patas no parque, mas agora, além de se acostumar a trabalhar com uma nova equipe, estamos ajustando a forma como ela faz essa apresentação. Em vez de posicionar as patas lateralmente, como estava habituada, estamos ensinando Baby a apresentá-las pelas aberturas dianteiras e traseiras do centro de tratamento. Isso permite um acesso muito melhor a toda a superfície das patas, incluindo os coxins.

Ao final da sessão, Baby caminhou para perto do galpão, onde a equipe havia espalhado alguns alimentos pelo habitat para que ela os encontrasse. Continuaremos trabalhando com ela à medida que ganha mais confiança e tranquilidade, mas, por enquanto, estamos muito orgulhosos de tudo o que ela já conquistou.
Mara e Rana costumam ser conhecidas por serem elef Mara e Rana costumam ser conhecidas por serem elefantas calmas e maduras, mas nem sempre é assim. Independentemente da idade, elas continuam aproveitando qualquer oportunidade para brincar na chuva, se cobrir de terra e lama e simplesmente fazer graça quando estão no clima.

Neste vídeo, Mara estava especialmente animada, enquanto Rana parecia mais interessada em relaxar. Mesmo com objetivos diferentes para a tarde, as duas faziam questão de permanecer próximas uma da outra. No início, Mara parecia amassar a lama com a tromba, como se estivesse sovando o barro para deixá-lo mais macio e perfeito para brincar. Ela dobrava a tromba e a pressionava contra a lama, cobrindo os dois lados de maneira uniforme. Depois, ia se deslocando de um ponto a outro, talvez em busca do lugar com a lama ideal para continuar a brincadeira. Durante um bom tempo, Mara esfregou lama no rosto, da testa até a ponta da tromba.

Enquanto isso, Rana permaneceu bem na margem do lago. Ela não demonstrava interesse em se molhar, mas claramente queria ficar ao lado de Mara. Em um momento particularmente divertido, mesmo virando o corpo na direção oposta, Rana deixou a cauda repousada sobre a parte de trás da cabeça de Mara — um gesto tão curioso quanto carinhoso. Depois de alguns minutos, Mara decidiu que já havia aproveitado lama suficiente e saiu do lago. Pouco depois, as duas seguiram em direção às árvores, provavelmente em busca de sombra e de um bom lanche da tarde. Ainda conseguimos ouvi-las vocalizando uma para a outra, o que nos faz acreditar que o passeio foi um sucesso para ambas.
Embora Baby ainda não demonstre muitos sinais visí Embora Baby ainda não demonstre muitos sinais visíveis — pelo menos aos nossos olhos — de que percebe que as outras elefantas estão do outro lado do corredor, ela tem passado algum tempo justamente no recinto mais próximo do Habitat das Fêmeas Asiáticas. As outras elefantas têm vocalizado bastante e, embora não saibamos se seus toques de trombeta e guinchos sejam direcionados a Baby, elas são naturalmente muito comunicativas, sabem que ela está por perto e demonstram curiosidade. Na verdade, as três meninas — Maia, Bambi e Guille — têm mostrado interesse em visitar a área de onde conseguem avistar o recinto de Baby. Em algumas ocasiões, elas foram vistas pastando a uma distância de onde podiam vê-la.

Neste vídeo, Baby pegou um pouco de feno e está comendo na parte de trás do lago, justamente perto do corredor que liga seu habitat ao das outras elefantas. Ela passou boa parte do dia explorando o habitat e, embora ainda volte ao galpão de vez em quando, isso tem acontecido cada vez menos. Sua coragem e curiosidade são impressionantes, e ela está se adaptando muito bem ao seu novo lar.
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