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Blog

Histórico de Guille

By seb | blog, elefantes, elefantes asiáticos | 0 comment | 19 março, 2026 | 3

Nas últimas semanas, temos compartilhado a história que descobrimos sobre todos as elefantas asiáticas antes ou no momento em que chegaram ao santuário, e você pode voltar e ler essas histórias sobre Maia, Bambi, Rana e Mara. Hoje, vamos focar na mais jovem do Santuário de Elefantes Brasil: Guillermina. Felizmente, por conta da idade, elaRead more

Histórico de Mara

By seb | blog, elefantes, elefantes asiáticos | 0 comment | 5 março, 2026 | 3

À medida que continuamos a honrar as jornadas das elefantas antes de chegarem ao santuário, queremos compartilhar um pouco do histórico de saúde de Mara, assim como já fizemos com algumas das outras meninas. Mara tem um passado complexo que a impactou tanto mental quanto fisicamente, e ela ainda precisa cuidar desses dois aspectos daRead more

Histórico de Maia

By seb | blog, elefantes, elefantes asiáticos | 0 comment | 19 fevereiro, 2026 | 3

Recentemente, temos falado sobre o histórico médico de cada elefante do santuário, detalhando o que enfrentaram antes e ao chegarem aqui. Nesta semana, vamos falar sobre os desafios que Maia enfrentou, que foram diferentes dos comprometimentos físicos de Rana e Bambi. Enquanto elas lidaram com sérios problemas físicos, Maia precisou enfrentar dificuldades de ordem mentalRead more

Histórico de Rana

By seb | blog, elefantes, elefantes asiáticos | 0 comment | 5 fevereiro, 2026 | 0

https://elefantesbrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/02/05_02_26_RanaHistoricoHoriz.mp4   Para honrar as trajetórias dos elefantes aqui no Santuário de Elefantes Brasil, temos compartilhado um pouco do histórico de cada um deles. Contamos o que sabemos sobre suas histórias de vida e também destacamos alguns dos problemas de saúde do passado, o que evidencia o quanto o tempo no santuário é realmente transformador.Read more

Histórico de Bambi

By seb | blog | 0 comment | 22 janeiro, 2026 | 0

https://elefantesbrasil.org.br/wp-content/uploads/2026/01/22_01_26_BambiColirioHoriz.mp4   Cada elefante do Santuário de Elefantes Brasil carrega sua própria história de como era a vida antes de chegar aqui. Nenhum desses passados é ideal, e todos eles enfrentaram traumas que, provavelmente, nem conseguimos compreender totalmente. Acolher um novo elefante no santuário traz muitos desafios — e um dos principais é a quaseRead more

Nota Sobre Suspensão da SEMA

By seb | blog | 0 comment | 7 janeiro, 2026 | 2

Queremos compartilhar com vocês alguns acontecimentos recentes, muitos dos quais expõem um lado preocupante da nossa sociedade, em que alegações falsas e negativas são mais facilmente aceitas do que verdades positivas. Parece que, no mundo de hoje, é mais simples acreditar em acusações de manipulação e corrupção do que aceitar que a honestidade e aRead more

Kenya, pelos olhos de sua tratadora Michele

By seb | blog | 0 comment | 19 dezembro, 2025 | 5

Achamos importante compartilhar alguns pensamentos de uma das principais tratadoras de Kenya, Michele. Ela esteve com Kenya quase até o momento de sua partida e guarda muitas lembranças lindas para compartilhar: Kenya era uma elefanta tão especial que é difícil saber por onde começar a falar sobre ela. Ela conquistou o coração de todos imediatamente:Read more

Resultados Preliminares Pupy & Kenya

By seb | Uncategorized | 0 comment | 19 dezembro, 2025 | 5

Queremos expressar, com toda a profundidade, nossa tristeza pelas mortes das elefantas africanas Pupy e Kenya. Parte do que buscamos é criar um sentimento de conexão entre vocês e as elefantas, mas isso às vezes significa compartilhar momentos difíceis — não apenas os felizes. Sabemos que muitos de vocês apoiam o santuário, compreendem o impactoRead more

A incrível biodiversidade dentro da pegada de um elefante

By seb | ciência | 0 comment | 30 agosto, 2016 | 0

Nosso entendimento sobre o papel do elefante como engenheiro do ecossistema continua evoluindo John R Platt, 15 de agosto de 2016 Foto: Mark Evans Quando você pesa mais de 6000 kg, tende a deixar um rastro de si mesmo por onde quer que passe. Esse é, definitivamente, o caso dos elefantes africanos (Loxodonta africana), cujo rastro,Read more

Fatos & Números

By seb | ciência | 0 comment | 14 julho, 2015 | 2

Com base no nosso conhecimento, listamos abaixo alguns fatos e números sobre as três espécies de elefantes existentes. Os dados relativos à população de elefantes são estimados, em parte, devido a lacunas existentes nos relatórios das contagens confiáveis. Se você tiver qualquer informação para nos ajudar a preencher essas lacunas, por favor, avise-nos!

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  • Longe da exploração, elefantes podem chegar aos 70 anos - Vegazeta em A Inteligência dos Elefantes
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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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Como fazemos para que as meninas venham até o galp Como fazemos para que as meninas venham até o galpão para seus tratamentos diários?

No santuário, as elefantas não são forçados a fazer nada, nem a seguir qualquer tipo de rotina rígida. Ainda assim, elas geralmente se aproximam quando ouvem os tratadores chegando ao galpão — afinal, já associam o som do quadriciclo à hora do tratamento… e também a petiscos saborosos!

Claro, há momentos em que eles simplesmente não estão com vontade, e podem escolher não ir até o galpão naquele instante. Nesses casos, os tratadores seguem com outras atividades e retornam mais tarde.

No vídeo, Rana e Mara já estavam esperando quando a equipe chegou. O portão foi aberto para Rana, que entrou no corredor de manejo, onde os tratadores prepararam um escalda-pés e iniciaram sua rotina de cuidados.
Ao longo dos últimos anos, cientistas têm observad Ao longo dos últimos anos, cientistas têm observado uma tendência ao mesmo tempo fascinante e preocupante entre elefantes africanos selvagens. Neste EleFact Friday, vamos explorar o que pesquisadores descobriram sobre as presas dos elefantes africanos em Moçambique — e o que isso pode significar para o futuro dos elefantes na África.

De acordo com as observações, mutações genéticas podem estar fazendo com que alguns elefantes que vivem em áreas com intensa caça por marfim nasçam sem presas. Os estudos indicam que a mutação responsável pela ausência de presas está se tornando mais comum justamente nas regiões onde os elefantes são mais frequentemente mortos.

A matança de elefantes atingiu níveis extremos no final da década de 1970 e ao longo dos anos 80, quando a demanda global por marfim alcançou seu pico histórico. Nesse período, a população de elefantes na África foi reduzida pela metade. Durante a guerra civil em Moçambique, forças armadas mataram um grande número de elefantes, utilizando os recursos obtidos com a venda do marfim para financiar o conflito. Apenas 10% dos elefantes da região sobreviveram.

Elefantes sem presas não têm utilidade para caçadores, e, como consequência aparente, uma mutação genética antes rara passou a se tornar mais frequente entre fêmeas de elefantes africanos em períodos de intensa caça, já que indivíduos sem presas têm maior probabilidade de transmitir essa característica.

Genes responsáveis pela formação dos dentes provavelmente estão envolvidos nesse fenômeno e, quando essa mutação ocorre em machos de ambas as espécies, ela é letal. De acordo com o estudo, cerca de metade dos filhotes machos de elefantes africanos cujas mães não têm presas apresentam essa anomalia, que faz com que se desenvolvam de forma inadequada ainda no útero.

Felizmente, esse problema pode ser reversível ao longo do tempo. Tanto elefantes africanos quanto asiáticos estão ameaçados de extinção, mas as reduções populacionais atuais ainda não são tão severas quanto as registradas há 40 ou 50 anos. Diante disso, pesquisadores acreditam que essa mutação tende a se tornar menos comum à medida que os esforços de conservação avançam.
Nossa rainha da lama, Mara, aprontou de novo! Depo Nossa rainha da lama, Mara, aprontou de novo! Depois de uma sessão de poeira com Rana no monte de terra ao lado do galpão, os pontos empoeirados do corpo dela se transformaram na lama mais espessa. Ela ficou completamente coberta e parecia animadíssima com a ideia de mais uma tarde chuvosa.

Nesse momento do dia, a chuva forte já tinha dado lugar a uma garoa mais leve que, como você já sabe, deixa todo mundo de bom humor. Mesmo depois de uma tarde cheia de brincadeiras, Mara e Rana ainda tinham bastante energia ao longo do dia. No fim das contas, as “vovós” ainda sabem muito bem como aproveitar.
Como não foi surpresa para ninguém, tivemos uma gr Como não foi surpresa para ninguém, tivemos uma grande tempestade há alguns dias, com fortes pancadas de chuva durante toda a manhã. Inclusive, atrasamos o café da manhã das elefantes por alguns minutos, porque Maia e Bambi correram direto para o monte de terra no Recinto 5 assim que as primeiras gotas começaram a cair. Elas começaram jogando poeira sobre o corpo até que a terra virou lama — e então passaram a pegar essa lama e arremessá-la por cima dos ombros.

Quando a chuva ainda era leve, Guillermina seguiu em direção à mata, talvez em busca de uma árvore para se coçar, já que sua pele estava ficando bem úmida. Ela também adora retirar a casca das árvores com as presas, e a chuva deixa essa casca mais macia e fácil de remover. Depois de um tempo, ela se juntou às amigas para aproveitar a lama — e acabou ficando bem mais enlameada do que as outras. O clima era de tanta animação que elas chegaram a vocalizar por alguns momentos, encostando umas nas outras e aproveitando boas coçadas.
Em manhãs ou tardes em que realizamos tratamentos Em manhãs ou tardes em que realizamos tratamentos com o trio de amigas — Bambi, Guillermina e Maia — elas podem ficar próximas às paredes de treinamento, nos recintos ao redor do galpão, mas também costumam compartilhar o espaço interno juntas.

Para o Sorriso de Domingo desta semana, registramos uma imagem de (da esquerda para a direita) Maia, Bambi e Guillermina, todas no galpão para suas sessões de cuidados após a alimentação. Maia e Guille estavam lado a lado, mas Bambi, com todo o seu charme, fez questão de se aproximar e se encaixar bem no meio das duas.
Hoje, sábado, 25 de abril, marca o primeiro "Dia M Hoje, sábado, 25 de abril, marca o primeiro "Dia Mundial da Cura", um dia dedicado a catalisar a cura pessoal, cultural, entre espécies e ecológica. Pessoas de todo o mundo são convidadas a pausar e estar presentes, reconectando-se com a natureza, consigo mesmas e com a comunidade global.

A proposta é criar espaço para a quietude e a consciência, seja por meio de meditação, momentos de silêncio, escrita, trocas entre gerações ou até uma simples caminhada na natureza. Pequenas ações nos conectam, mesmo à distância.

No espírito dessa cura intergeracional e entre espécies, nossa equipe de tratadores vai compartilhar hoje um pequeno lanche de frutas com os elefantes — melancia, pera, banana e mamão. Assim como, no mundo humano, dividir uma refeição cria uma experiência coletiva que envolve todos os sentidos, buscamos proporcionar um momento simples, mas significativo ao lado deles.

Reconhecemos que, embora sejamos indivíduos e até espécies diferentes, compartilhamos a mesma Terra. Nesse espaço, os elefantes são nossos mais velhos — e, ao valorizarmos esses momentos de quietude com eles, talvez possamos receber um pouco da sabedoria que têm a oferecer.
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