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A Inteligência dos Elefantes

By seb | ciência | 2 comments | 31 julho, 2014 | 1

Os elefantes estão entre os animais não humanos mais inteligentes e complexos, tanto do ponto de vista emocional como social. Como regra, podemos ver que as espécies que possuem os maiores cérebros têm um melhor desenvolvimento do córtex cerebral e uma melhor capacidade de aprendizagem, além da habilidade de reter informações por mais tempo. […]

O significado dos chamados dos elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 16 julho, 2014 | 2

Uma das características de comportamento fundamentais dos elefantes é sua natureza de demonstrar seus sentimentos e desejos. Expressões de satisfação, raiva, tolice e de total indignação, por exemplo, são vistas frequentemente. Os elefantes são, essencialmente, bastante expressivos e dramáticos. Por exemplo, se um membro da família sente-se ofendido, familiares e amigos correm até ele, para comentar, concordar e dar apoio emocional e também assistência física, se necessário.

A Comunicação Acústica dos Elefantes

By seb | ciência | 4 comments | 31 março, 2014 | 9

Os sinais acústicos (ou sons) são omnidirecionais (viajam em todas as direções) e podem ser transmitidos a uma grande audiência, incluindo ouvintes intencionais e não intencionais, que podem estar à vista ou não. Como os sinais acústicos são propositais e de curto prazo, são utilizados para informar sobre situações imediatas, em vez de estados constantes. […]

A Comunicação Visual dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 19 março, 2014 | 1

Durante anos, naturalistas escreveram sobre o comportamento dos elefantes, sem perceber que estavam contribuindo para iniciar a fundamentação do conhecimento sobre suas demonstrações. Muitas dessas fazem parte da linguagem popular. Por exemplo, pessoas falam sobre um elefante bravo “atacando”, “sacudindo suas orelhas”, “chutando poeira” ou “sacudindo sua tromba”. […]

A Comunicação Sísmica dos Elefantes

By seb | ciência | 1 comment | 11 março, 2014 | 1

A energia sísmica se propaga de forma eficiente entre 10 e 40 Hz – o que corresponde também à frequência fundamental e à segunda harmônica do bramido do elefante. O que ocorre é que, quando um elefante brame, uma réplica desse som também se propaga pelo solo. Os sons emitidos por elefantes se propagam a uma velocidade de 309m/s pelo ar e de aproximadamente 248-264m/s através do solo. […]

A Comunicação Tátil dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 5 janeiro, 2014 | 1

Elefantes são animais extremamente táteis. Eles se tocam propositalmente usando suas trombas, orelhas, presas, patas, rabos, e até mesmo seu corpo inteiro. Interações táteis entre elefantes ocorrem durante uma ampla gama de contextos, incluindo agressividade, defesa, afiliação, sexo, diversão, cuidados com o outro e exploração. […]

A Comunicação Química dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 9 dezembro, 2013 | 2

Os sinais químicos e olfatórios são fundamentais na comunicação entre elefantes. Frequentemente eles levantam a tromba e farejam o ar, ou usam sua extremidade para explorar o solo (em busca de sinais ou rastros de urina e de material fecal), além de  utilizarem-na também para farejar genitais, glândulas temporais ou a boca de outros elefantes. A comunicação química produz sinais duradouros e energeticamente eficientes. […]

Mente e Movimento – Capítulo I

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

Mente e Movimento: Indo ao encontro dos interesses dos elefantes” é o capítulo de abertura do livro “Um Elefante na Sala: a Ciência e o Bem-Estar dos Elefantes em Cativeiro”. Sobre o livro: “(…) O livro apresenta as dimensões biológicas, ecológicas e sociais do comportamento dos elefantes na natureza, como a base para qualquer conhecimento sólido sobre o que os elefantes querem e do que precisam. Discute os efeitos do trauma e do estresse sobre os elefantes, com um olhar atento sobre os atuais sistemas e crenças sobre o manejo de elefantes em cativeiro. […]

Mente e Movimento – Capítulo II

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

Elefantes em liberdade se movimentam pelo menos 20 de cada 24 horas, de forma ativa, envolvidos com a busca por alimentos, explorações, sociabilizações e procura por indivíduos da mesma espécie. […]

Mente e Movimento – Capítulo III

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

As atividades experimentadas por um elefante selvagem dão motivação a uma mente ativa e mantêm o corpo vigoroso em boa condição física. Não importa qual seja o cenário – procura por alimentos, defesa, socialização ou reprodução –, a vida diária de um elefante se distingue por necessidade, propósito, desafio, escolha, vontade, autonomia e camaradagem. […]

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Comentários

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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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elefantesbrasil

Todos sabemos que o número de elefantes está dimin Todos sabemos que o número de elefantes está diminuindo ao redor do mundo, principalmente por causa da caça ilegal por marfim e da caça por troféus. Um estudo recente, focado nas duas espécies de elefantes africanos — os elefantes-da-savana e os elefantes-da-floresta — descobriu que, embora os números estejam baixos, a saúde dos elefantes africanos selvagens é, de modo geral, boa, com exceção de alguns sinais de endogamia e mutações genéticas. O EleFact desta semana vai se aprofundar um pouco mais nessa pesquisa e em como essas diferenças podem impactar a saúde futura dos elefantes selvagens.

Em um estudo recente com 232 elefantes africanos das duas espécies, vindos de 29 locais em 17 países, os cientistas descobriram que elefantes em uma ampla área do sul da África ainda conseguem percorrer grandes distâncias e trocar genes com elefantes sem parentesco. Eles começaram a observar problemas em populações isoladas, que vivem sozinhas ou nas margens de grupos maiores. Esses casos mostram os efeitos do aumento da endogamia, o que significa uma perda de variação genética, algo que pode potencialmente causar problemas de saúde, mesmo que os elefantes evitem acasalar com parentes. Ainda existem muitos grupos com alta competição entre machos, especialmente entre os elefantes-da-savana, o que pode limitar o número de machos reprodutivamente bem-sucedidos, reduzindo a diversidade genética.

Essa deterioração da diversidade genética torna mais difícil a adaptação a mudanças ambientais e deixa os elefantes mais vulneráveis a doenças. No entanto, a equipe de pesquisa não considera que esses problemas sejam graves neste momento, já que populações saudáveis estão se fortalecendo de muitas maneiras. Mais informações provavelmente surgirão com o tempo, mas temos esperança de que grupos diversos possam permanecer saudáveis e, com muita sorte, voltar a prosperar.
Há seis anos, Mara e sua dedicada equipe de tratad Há seis anos, Mara e sua dedicada equipe de tratadores viajaram da Argentina para o Brasil em meio à pandemia de COVID-19. Quando tantas pessoas buscavam um pouco de luz, a jornada de Mara trouxe esperança em meio à incerteza. Ela estava entusiasmada com seu novo lar e curiosa sobre os outros elefantes; desde que havia sido separada de Pupy e Kuky no ecoparque, anos antes, estava sozinha, e ninguém poderia culpá-la por certa desconfiança.

Para celebrar tudo o que os elefantes no Santuário conquistaram em seus aniversários de renascimento, queremos olhar o quanto avançaram desde os primeiros dias. Hoje, destacamos a relação de Mara com Rana e como, apesar dos desafios, as duas demonstraram um amor resiliente.

Rana se interessou por Mara desde seu segundo dia no Santuário. Ela vocalizou bastante e demonstrou empolgação com a nova amiga, mas, no início, Mara não chegou perto o suficiente para que se tocassem. Depois dessas primeiras interações, as duas pareceram relaxar; então, quando demos a elas a oportunidade de se encontrar através da cerca, ambas pareciam prontas para se conectar.

Mara se aproximou de Rana de forma um tanto submissa, apresentando primeiro a parte de trás. Rana estendeu a tromba, cheirou Mara e a tocou com delicadeza na cauda. Mara, com seus guinchinhos, ficou mais corajosa e estendeu a tromba em direção a Rana — o que resultou em roncos profundos. Com o tempo, Mara passou a tocar as pernas de Rana, vocalizando cada vez mais intensamente. Algumas cheiradas adicionais resultaram em muitos sons empolgados das duas. Pela primeira vez, vimos Mara levantar o pé em direção a Rana, aparentemente como gesto de afeto — algo que ela ainda faz de vez em quando. Foi uma interação incrivelmente positiva e natural, embora tenha exigido coragem de ambas.

Relacionamentos nem sempre surgiram naturalmente para Mara; por isso, quando ela demonstra o quanto seu vínculo com Rana se tornou forte, também mostra a si mesma que se abrir traz benefícios. À medida que essas “vovós” passam seus anos de maturidade juntas, o vínculo entre elas só se fortaleceu. Elas têm uma energia tranquila e relaxada, que esperamos que continue por muitos anos ainda.
Ontem desejamos a Guillermina um feliz 4º aniversá Ontem desejamos a Guillermina um feliz 4º aniversário de renascimento, também conhecido como aniversário de Santuário! A cada ano, vemos Guille crescer ainda mais e, a cada ano, pensamos no orgulho que sua mãe, Pocha, sentiria ao ver a filha amadurecer e se tornar sua verdadeira versão elefante. É claro que Guille não perdeu seu espírito jovem, e mantém todos atentos com sua personalidade cheia de energia. Ao olharmos para a jornada que mãe e filha começaram juntas, realmente acreditamos que Guille pensa em Pocha com frequência, e que o presente de amor profundo que Pocha lhe deu provavelmente influencia sua forma de se relacionar com o mundo ao seu redor.

Neste ano, ao celebrarmos os aniversários de renascimento de todos, queremos focar em alguns dos relacionamentos que foram construídos entre os elefantes no Santuário; neste caso, achamos que seria significativo compartilhar alguns dos primeiros momentos em que Guillermina e Pocha interagiram com Bambi, Mara e Rana. Esta foi, na verdade, a primeira vez que Bambi fez contato físico com as novas meninas, estendendo a tromba primeiro para Pocha, já que ela estava mais próxima; um momento depois, Bambi também tocou Guillermina com delicadeza.
Neste vídeo de lembrança, gravado logo depois daqueles momentos iniciais, é possível ver Guille estender a tromba primeiro para Rana e, então, quando Bambi se aproximou, ela e Guille entrelaçaram as trombas uma na outra, com curiosidade. Todas estavam relaxadas e, na verdade, Rana ficou junto à cerca por bastante tempo, comendo seu feno. Mara parecia um pouco intimidada pelas vocalizações de Guille e fez uma pequena pausa sob as árvores. As três elefantas caminharam ao longo da cerca, e Pocha encostou o corpo no ponto onde Bambi estava. Bambi cheirou a barriga de cada uma delas e permaneceu perto de onde elas estavam por vários minutos.

Foi uma interação positiva que ajudou Guille e Pocha, que não necessariamente eram fluentes em se comunicar com outros elefantes naqueles primeiros dias. Essa apresentação exigiu verdadeira coragem das novas meninas, mas marcou o início de algo forte e belo.
Por mais encharcadas que as coisas tenham estado u Por mais encharcadas que as coisas tenham estado ultimamente, ainda estamos aproveitando o clima mais fresco que vem com a estação chuvosa, que em breve começa a diminuir. Ver os elefantes beliscando seus lanches, ouvir a mastigação e o abanar das orelhas, e escutar o som da chuva leve caindo é tão relaxante que faz valer a pena ficar por perto e observar as meninas por alguns instantes, de longe — especialmente quando elas estão apenas sendo elefantes e nos ignorando completamente.

Às vezes, o amplo céu azul produz vários arco-íris, que ficam sobre as meninas enquanto elas beliscam, brincam e “conversam”. Os tratadores foram verificar Rana, na frente, e Mara, atrás, e encontraram Rana dando mordidas enormes no capim verde; Mara, por sua vez, beliscava de forma mais delicada. A equipe de tratadores conseguiu registrar este breve vislumbre de um arco-íris atravessando o céu nublado. Foi, e continua sendo, um lembrete de que a magia está por toda parte, se pararmos para olhar e apreciar.

P.S.: Estamos muito felizes em anunciar que o Pangea Trust em breve dará as boas-vindas a Julie, a última elefanta de circo em Portugal, em seu santuário. Julie se juntará a Kariba, que será a primeira elefanta a chamar Pangea de lar. Para o Global Sanctuary for Elephants, tem sido uma honra prestar consultoria à equipe deles e compartilhar nossa experiência e conhecimento, e estamos ansiosos para ver tudo o que a Pangea poderá realizar no futuro.
Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um t Para o Sorriso de Domingo desta semana, temos um trecho da Bambi bebendo água no celeiro. Conforme o vídeo avança, é possível ver Guillermina, à esquerda, e Maia, à direita, que estavam terminando o café da manhã e de olho em Bambi. Embora houvesse um bebedouro de metal a poucos passos dali, Bambi pareceu preferir beber de um jeito especial, direto da mangueira — e seus tratadores ficaram felizes em atender ao pedido.

P.S.: Para quem ficou curioso, a tromba de um elefante pode comportar cerca de 5 litros de água por vez, então Bambi consegue beber bastante antes que seu nariz fique cheio!
Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é Preparar a alimentação na cozinha dos elefantes é uma parte importante da rotina da nossa equipe! Cada elefanta no Santuário tem uma dieta especial, adaptada às suas necessidades e preferências. Todos os dias, frutas, legumes e verduras são cortados, petiscos são preparados, e medicamentos e suplementos são misturados em bolinhas de ração ou colocados dentro de maçãs.

Depois de décadas de alimentação inadequada e tratamento médico insuficiente, esse nível de cuidado especializado garante que os elefantes do Santuário recebam todo o apoio necessário em suas jornadas de cura.
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