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Fatos & Números

By seb | ciência | 0 comment | 14 julho, 2015 | 2

Com base no nosso conhecimento, listamos abaixo alguns fatos e números sobre as três espécies de elefantes existentes. Os dados relativos à população de elefantes são estimados, em parte, devido a lacunas existentes nos relatórios das contagens confiáveis. Se você tiver qualquer informação para nos ajudar a preencher essas lacunas, por favor, avise-nos!

A Comunicação Acústica dos Elefantes

By seb | ciência | 4 comments | 31 março, 2014 | 9

Os sinais acústicos (ou sons) são omnidirecionais (viajam em todas as direções) e podem ser transmitidos a uma grande audiência, incluindo ouvintes intencionais e não intencionais, que podem estar à vista ou não. Como os sinais acústicos são propositais e de curto prazo, são utilizados para informar sobre situações imediatas, em vez de estados constantes. […]

A Comunicação Visual dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 19 março, 2014 | 1

Durante anos, naturalistas escreveram sobre o comportamento dos elefantes, sem perceber que estavam contribuindo para iniciar a fundamentação do conhecimento sobre suas demonstrações. Muitas dessas fazem parte da linguagem popular. Por exemplo, pessoas falam sobre um elefante bravo “atacando”, “sacudindo suas orelhas”, “chutando poeira” ou “sacudindo sua tromba”. […]

A Comunicação Sísmica dos Elefantes

By seb | ciência | 1 comment | 11 março, 2014 | 1

A energia sísmica se propaga de forma eficiente entre 10 e 40 Hz – o que corresponde também à frequência fundamental e à segunda harmônica do bramido do elefante. O que ocorre é que, quando um elefante brame, uma réplica desse som também se propaga pelo solo. Os sons emitidos por elefantes se propagam a uma velocidade de 309m/s pelo ar e de aproximadamente 248-264m/s através do solo. […]

A Comunicação Tátil dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 5 janeiro, 2014 | 1

Elefantes são animais extremamente táteis. Eles se tocam propositalmente usando suas trombas, orelhas, presas, patas, rabos, e até mesmo seu corpo inteiro. Interações táteis entre elefantes ocorrem durante uma ampla gama de contextos, incluindo agressividade, defesa, afiliação, sexo, diversão, cuidados com o outro e exploração. […]

A Comunicação Química dos Elefantes

By seb | ciência | 0 comment | 9 dezembro, 2013 | 2

Os sinais químicos e olfatórios são fundamentais na comunicação entre elefantes. Frequentemente eles levantam a tromba e farejam o ar, ou usam sua extremidade para explorar o solo (em busca de sinais ou rastros de urina e de material fecal), além de  utilizarem-na também para farejar genitais, glândulas temporais ou a boca de outros elefantes. A comunicação química produz sinais duradouros e energeticamente eficientes. […]

Mente e Movimento – Capítulo I

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

Mente e Movimento: Indo ao encontro dos interesses dos elefantes” é o capítulo de abertura do livro “Um Elefante na Sala: a Ciência e o Bem-Estar dos Elefantes em Cativeiro”. Sobre o livro: “(…) O livro apresenta as dimensões biológicas, ecológicas e sociais do comportamento dos elefantes na natureza, como a base para qualquer conhecimento sólido sobre o que os elefantes querem e do que precisam. Discute os efeitos do trauma e do estresse sobre os elefantes, com um olhar atento sobre os atuais sistemas e crenças sobre o manejo de elefantes em cativeiro. […]

Mente e Movimento – Capítulo II

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

Elefantes em liberdade se movimentam pelo menos 20 de cada 24 horas, de forma ativa, envolvidos com a busca por alimentos, explorações, sociabilizações e procura por indivíduos da mesma espécie. […]

Mente e Movimento – Capítulo III

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

As atividades experimentadas por um elefante selvagem dão motivação a uma mente ativa e mantêm o corpo vigoroso em boa condição física. Não importa qual seja o cenário – procura por alimentos, defesa, socialização ou reprodução –, a vida diária de um elefante se distingue por necessidade, propósito, desafio, escolha, vontade, autonomia e camaradagem. […]

Mente e Movimento – Capítulo IV

By seb | ciência | 1 comment | 8 dezembro, 2013 | 0

Elefantes são criaturas vigorosas e inteligentes que se desenvolveram em ambientes físicos e sociais expansivos e complexos. Adaptados a grandes espaços, a contínua procura por comida, água, companheiros e cônjuges envolve movimentos em grande e pequena escala, que, acreditamos, são essenciais a seu bem-estar. […]

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O SEB

O Santuário de Elefantes Brasil (SEB) é uma organização sem fins lucrativos que ajuda a transformar as vidas e o futuro dos elefantes cativos da América do Sul, devolvendo a eles a liberdade de poder ser quem querem e merecem ser – elefantes.

 

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Santuário de Elefantes Brasil

elefantesbrasil

Rana e Mara estão juntas quase o tempo todo. Quan Rana e Mara estão juntas quase o tempo todo. Quando Mara chegou ao santuário, em 2020, Rana já estava aqui. Desde o primeiro encontro, ficou claro que havia algo especial entre as duas. Rana pareceu saber imediatamente que Mara seria sua nova melhor amiga e, quando se aproximou dela pela primeira vez, soltou um grande bramido de alegria.

Quando os tratadores abriram os portões entre elas, Mara recebeu a nova amiga com entusiasmo e uma devoção imediata. Desde então, as duas mantêm uma amizade incrível.

Sempre que um novo elefante chega ao santuário, nunca sabemos quais relações irão se formar. Todas as relações que já observamos são diferentes e cheias de nuances, e não há como prever quem se tornará amigo de quem.

Em muitos lugares pequenos, elefantes em cativeiro são forçados a dividir espaços com outros indivíduos, queiram ou não. Recintos inadequados e o estresse do cativeiro podem causar conflitos e ansiedade. Essas manadas improvisadas e forçadas acabam criando ainda mais sofrimento para elefantes que já enfrentam grandes dificuldades no cativeiro.

A beleza de um santuário está justamente no fato de que o amplo espaço e a autonomia oferecidos permitem que os elefantes explorem suas relações no próprio ritmo — ou até escolham não fazê-lo. Quando os grandes habitats foram planejados, sabíamos que oferecer espaço suficiente seria essencial para que todos se sentissem confortáveis. Os elefantes podem escolher ficar juntos ou manter mais distância entre si.

Há espaço para crescimento, mudanças, escolhas e decisões. E o que os elefantes decidem fazer com suas vidas sociais é completamente escolha deles.

O que frequentemente vemos é que elefantes que tiveram relações difíceis antes de chegar ao santuário — em instalações pequenas e apertadas — podem florescer e se tornar amigos muito sociáveis quando recebem tempo, espaço e autonomia.
Mais uma vez, Maia, a “bolha do lago”, está d Mais uma vez, Maia, a “bolha do lago”, está de volta! Todos sabemos o quanto Maia gosta de relaxar na água, e aqui ela está aproveitando ao máximo o lago do Recinto 5, totalmente submersa e flutuando de lado. Ela rola de um lado para o outro, até encontrar o ponto perfeito para se refrescar e descansar.

Logo depois, Bambi se junta a Maia no lago. Bambi nem sempre se interessa em ficar completamente encharcada, mas quase sempre gosta de molhar a barriga. Aqui ela até se senta, acomodando o traseiro na margem lamacenta.

Sem querer ficar de fora da diversão, Guille entra rapidamente na água, onde Bambi está esperando. Guille não se deixa distrair pelas tentativas de Bambi e começa a espirrar água com a tromba, empolgada, quase como uma criança. Em certo momento, Guille decide se abaixar na água até o pescoço e vai recuando até encostar em Maia, que claramente está no modo relaxamento e não reage.

As três elefantas acabam se acomodando com os traseiros encostados umas nas outras, até que Bambi, cheia de energia, começa a brincar um pouco mais com Guille, colocando a tromba sobre as costas dela. Bambi tem uma energia contagiante e sabe que Guille é uma ótima parceira de brincadeiras; Guille, por sua vez, parece muito mais interessada em continuar espirrando água do que em qualquer outra coisa.

Depois de alguns momentos, Guille começa a pressionar a cabeça contra o lado de Maia. Maia praticamente não reage, mas acaba recuando um pouco em direção às duas amigas brincalhonas. Maia e Guille continuam se apoiando uma na outra, enquanto Bambi parece apenas parada e relaxando, finalmente se acalmando depois da animação.

Foi realmente uma das melhores festas no lago que vimos em muito tempo. Foi lindo testemunhar o quanto as três meninas estão confortáveis juntas e como os vínculos entre elas se fortaleceram ao longo do tempo.
Os tratadores observam atentamente se os elefantes Os tratadores observam atentamente se os elefantes parecem querer uma mudança de cenário e então os auxiliam a se deslocar para outro recinto. Quando estão satisfeitos, muitas vezes permanecem nos recintos maiores por dias — às vezes até semanas. Em alguns momentos, eles mesmos nos mostram que estão prontos para uma mudança ao aparecerem perto do galpão. Isso nos dá uma ótima oportunidade de variar um pouco o ambiente para eles, o que mantém suas mentes e corpos estimulados.

A equipe de cuidados gosta de trazer Rana para o galpão para sessões regulares de imersão das patas, mesmo que ela já receba tratamento diário no anexo quando está mais distante. No galpão há um “jacuzzi” para patas, então é o único lugar onde podemos oferecer esse tipo de cuidado.

Mas Rana e Mara estavam passando um tempo no lado mais distante do Recinto 4 e, por alguns dias, não se aproximaram do galpão. Na verdade, quanto mais queríamos programar as sessões de imersão das patas, mais parecia que as duas elefantas se afastavam. Pedimos várias vezes que nos seguissem até o galpão, mas elas demonstraram pouco interesse.

Em uma noite recente, durante o jantar, queríamos incentivar Rana a se aproximar, já que quando está perto do galpão ela costuma entrar no “modo de tratamento” e seguir facilmente a rotina da sessão de cuidados com as patas. Os tratadores pediram que Rana e Mara os acompanhassem em direção aos recintos próximos ao galpão. As duas começaram a caminhar rapidamente nessa direção — chegaram quase até lá — mas então descobriram um pouco de feno espalhado pelo habitat e pararam novamente.

A equipe então “decorou” o recinto com feno e alguns petiscos, deixando um rastro de comida desde onde as duas estavam até a parte de trás do Recinto 3. Assim, no fim das contas, elas acabaram voltando por conta própria (com um pequeno incentivo).

Rana pôde fazer suas imersões para as patas e, depois disso, transferimos as duas amigas para o Recinto 5, para que tivessem um novo cenário para explorar.
Aumente o volume para ouvir as vocalizações! Às Aumente o volume para ouvir as vocalizações! Às vezes as elefantas começam o dia com muita animação, barulho e entusiasmo; em outras manhãs, estão mais sonolentas. Nesta manhã em particular, Bambi, Maia e Guillermina estavam um pouco dos dois.

As três elefantas tinham acabado de tomar o café da manhã, e depois disso geralmente chega a hora do cochilo para Guille e Maia — e as duas pareciam prontas para dormir. Bambi nem sempre tira uma soneca com elas, mas costuma ficar bem relaxada enquanto digere a refeição. Todas ainda tinham energia para emitir seus sons — o ronco grave, o trompete e um pequeno guincho, respectivamente — mas não muito além disso.

Como você pode ver, Bambi e Maia estão praticamente grudadas, tão próximas que suas barrigas se tocam. Bambi estende a tromba e toca suavemente o rosto e a orelha de Maia de forma carinhosa. Logo depois, Maia retribui o gesto, acariciando a bochecha de Bambi com a tromba.

O trio de elefantas é sempre um prazer de observar, e o vínculo entre elas é inegável. Mas há algo difícil de explicar na maneira como Maia e Bambi se relacionam. É um tipo especial de amizade — daquelas que não vemos com frequência.
Se você tem acompanhado os elefantes do Santuári Se você tem acompanhado os elefantes do Santuário de Elefantes Brasil ultimamente, já viu como eles podem ficar animados quando estão no lago. Até mesmo as “vovós” do grupo já mostraram que têm bastante energia quando chega a hora de nadar.

O Sorriso de Domingo desta semana mostra Rana, que passou a manhã submersa no lago do Recinto 4. Ela estava o mais enlameada possível e parecia bastante satisfeita.
Os elefantes não brincam na lama e nas plantas ap Os elefantes não brincam na lama e nas plantas apenas por diversão ou estilo — isso, na verdade, é uma parte importante de como cuidam do próprio corpo. Ao se cobrirem com terra, lama, grama e folhas, os elefantes criam uma camada natural de proteção que ajuda a afastar insetos que picam, protege sua pele sensível dos raios UV fortes e ainda proporciona um efeito refrescante nos dias mais quentes.

A terra, a lama e o material vegetal funcionam como um revestimento protetor, ajudando a regular a temperatura corporal e oferecendo um pouco de sombra portátil por onde eles passam. É mais um exemplo de como os elefantes usam comportamentos naturais para se manter confortáveis, saudáveis e bem adaptados ao ambiente quando têm acesso à natureza.
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